Monthly Archives:April 2010

  • Eu ainda tenho vida…

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    Faculdade termina e as novidades acabam… ¬¬

    Mas como eu tenho algumas coisinhas novas p/ contar, vamos atualizar isso aqui pra falar de mim e não de filmes ^_^

    A começar que esses dias descobri que meu passado foi muito bom e não é por causa do post passado… mas deixa ele descansar em paz, pq reviver defuntos não é com posts. Pelo menos, isso massageou um pouquinho o meu ego, o que é bom.

    A segunda coisa foi que eu, a Aline e a Luly começamos um site para Pullips. É uma revista virtual dedicada p/ bonecas, fala sobre vários assuntos, como moda, beleza, famosos… mas é voltada completamente para o universo das Pullips.
    Depois passem por lá:

    Outra novidade foi eu finalmente ter saído da toca (não literalmente, pq passo a semana toda fora de casa) e ido com mamys ao cinema, depois de 5 anos, assistir Chico Xavier. Recomendo. Outro filme nacional muito bom. Parece que estamos aprendendo a investir também no cinema, o que é bom p/ cultura do país.

    Chico Xavier, o filme. (2009)
    (4/5)
    Sinopse: Chico Xavier é uma adaptação para o cinema que descreve a trajetória do médium Chico Xavier, que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Vida conturbada, com lutas e amor. Seus mais de 400 livros psicografados, consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam caridade. Fenômeno? Fraude? Os Espíritos existem? Para os admiradores mais fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.”
    Opinião: Eu achei que seria um filme meio chatinho, mas não, ele é divertido, tem partes engraçadas e conta a história do Chico Xavier como uma pessoa de verdade, que sofria e tinha sentimentos como qualquer outra, só que ele era especial. Destaque para a cena do avião (hilária!) e no final, para o julgamento da morte do filho da Christiane Torloni (incrível!). Independentemente do lado religioso ou místico do Chico Xavier ele foi uma pessoa muito interessante e extraordinária. Um desses brasileiros que a gente guarda na caixinha para mostrar pra todo mundo porque temos orgulho de sermos verde e amarelo.

    E por fim, a maior novidade é que eu encontrei no Facebook minha melhor amiga de infância! Nem sei se falei dela por aqui… Mas enfim, nos conhecemos na Alfabetização e nos tornamos grandes amigas de pronto. Ela passava os fins de semana aqui em casa, a gente ia para a catequese juntas, brincávamos muitooo (brigávamos também, mas no fim do dia ainda éramos melhores amigas) e fazíamos planos de sermos veterinárias quando crescêssemos ^_^

    Mas a família dela (e ela) era chilena e como os negócios do pai não estavam dando muito certo aqui, eles resolveram voltar para lá. Eu lembro que no dia que eles foram embora, a mãe dela ligou do Shopping avisando que eles estavam indo para São Paulo e que de lá iam para o Chile e agradeceu por tudo. Depois quando eles estavam em São Paulo a mãe dela ligou de novo, nos despedimos (ou não, não lembro mais) e nunca mais nos falamos.

    Eu era criança e tinha a esperança de ainda manter contato com ela, por carta, telefone ou qualquer coisa. Eu fiquei por muito tempo esperando contato deles e nada. Nos primeiros meses eu até deixei escrita algumas cartas e tirei algumas fotos para enviar, caso ela entrasse em contato, mas nada veio.
    Até que domingo, eu a achei no Facebook, mandei mensagem e era ela mesma!! Só troquei duas mensagens com ela até agora, mas fico feliz em ter reencontrado minha amiga depois de quase 15 anos.

  • Felicidade

    Com 15 anos eu consegui tudo, ou quase tudo, que as garotas da minha idade queriam, ou pelo menos as coisas que eu queria.
    Eu tinha um Yorkshire Terrier, lindo e fofo de viver, ia estudar na escola que queria, comprei os materiais de escola todos na Patty Shop, minha mochila era da Klipping, tinha amiguxas de ligar pra fofocar a tarde inteira, fazia uns trabalhinhos bestas de modelo, mas que eu gostava mesmo sem ter repercussão nenhuma, era super conhecida num fórum das Spice Girls, estava começando a ganhar independência (sair sozinha) e tudo era perfeito.
    Eu ainda era flopada na vida offline, mas não ligava, porque acho que na verdade eu gostava mesmo era de ser nerd (e na escola nova tinham muitos nerds p/ eu competir com… diversão extra, é claro!).
    Então para completar minha felicidade de adolescente me apaixonei… e não foi qualquer paixão platônica besta, era de verdade mesmo e o melhor de tudo: foi correspondida!! Pouco tempo depois de me apaixonar e de ficar toda besta para falar com ele começamos a namorar (à distância, mas mesmo assim, era uma correspondência do meu sentimento).
    E eu era a pessoa mais feliz da face da Terra naquela época. E falo de Felicidade, com “F” maiúsculo! Eu era tão feliz, mas tão feliz que eu chegava em casa da aula, cansada por ter acordado cedo, ligava o som e ficava pulando em cima da cama. Sabe quando você está tão feliz que sai pulando de felicidade porque não consegue se expressar de outra forma?! Eu era assim. Sim, era, não apenas um estado passageiro de alegria contagiante, mas um estado permanente de felicidade verdadeira.
    Eu acordava cantando junto com o som, ficava pulando na cama, descia as escadas dançando Abba Teens e tinha sonhos felizes todas as noites.
    Eu achava que eu era feliz na 5ª série porque todo mundo da escola gostava de Spice Girls, mas a 5ª série perto da minha felicidade naquele momento era insignificante.
    O auge da minha felicidade foi viajar sozinha para o Beto Carreiro nas férias daquele ano. Se hoje eu pudesse voltar no tempo e falar com a Poly de 14 anos que ia viver aquilo tudo ela não iria acreditar, porque era surreal. Era independência demais para uma pessoa que com 12 anos a mãe levava para a escola.
    Pena que tudo isso acabou no meu aniversário de 16 anos…
    Eu acordava triste porque a realidade era pior que os sonhos, eu só pulava na cama para mergulhar no travesseiro e chorar e as escadas deixaram de ser uma pista de dança. Então eu estava no fundo do poço e cavava buracos… mas isso é tema de outro post.
    O vale lembrar aqui é que toda a felicidade existiu, foi verdadeira e posso dizer hoje com confiança que valeu a pena.
    E por ter valido a pena que eu prefiro sentir as “molas” nos pés do que as borboletas na barriga ;D

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  • Mais filmes

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    Aproveitando a onda de ver filmes que eu estou e aí vão mais alguns ^_^

    Todos dizem eu te amo (Everyone says I love you, 1996)
    (3/5)
    Sinopse: Holden e Skylar estão apaixonados. Skylar vive em Manhattan com sua grande família, onde Bob e Steffi, seus pais, estão casados há muitos anos. Joe, um amigo da família, tem uma filha, DJ, com Steffi. Após outra relação fracassada, Joe está sozinho outra vez. Ele voa para Veneza e lá conhece Von, a quem faz acreditar que ele é o homem de sua vida. Mas a felicidade de Joe é passageira, pois após algum tempo depois Von volta para seu marido. Enquanto isso, Steffi dedica parte do seu tempo para obras de caridade e consegue fazer com que Holden e Skylar rompam a relação ao apresentá-los Charles Ferry, um detento recém-libertado.
    Opinião: Só achei legal porque tem a Drew Barrymore novinha e a Julia Roberts, mas o papel da Julia é pequeno, então nem vale muito por ela… É um musical e tem partes engraçadas, mas nada extraordinário.

    A órfã (Orphan, 2009)
    (5/5)
    Sinopse: A tragédia parece acompanhar a vida de Esther apesar dos seus 9 anos de idade. Ela é uma órfã russa e a família que a adotou morreu em um incêndio que também quase a matou. Mas agora uma nova família, os Coleman, a adotou e a vida parece ter entrado nos eixos novamente. Até o dia que uma colega de classe de Esther sofre um acidente mais sério, uma freira é golpeada até a morte e a nova mãe da garota começa a se perguntar se a família de Esther realmente morreu em um incêndio acidental. Produzido pela Dark Castle, A Órfã é um filme que reserva reviravoltas em sua narrativa de thriller psicológico e magnetiza o público na poltrona com elementos de mistério, suspense e terror. Você nunca esquecerá Esther. Tão doce. Tão inteligente. Tão criativa. Tão perturbada.
    Opinião: MUITO bom. Tem suspense na medida certa e não é daqueles tipos de filme completamente sem noção ou cheio de sangue como Grace. A Kate (mãe da Grace) se parece tanto com a Una das The Saturdays que eu passei o filme todo a chamando de Una hahaha Tipo: “Cuidado Una!! Atrás de vc!!” Recomendadíssimo!

    Lua Nova (New Moon, 2009)
    (3/5)
    Sinopse: Logo após Bella Swan (Kristen Stewart) completar 18 anos, Edward Cullen (Robert Pattinson) decide deixá-la para trás em um esforço para protegê-la após um ataque que quase tirou sua vida. Com uma tristeza inconsolável, Bella atravessa seu último ano de escola dormente e sozinha e descobre que ela pode chamar a imagem de Edward sempre que se coloca em perigo. Seu desejo em estar com ele a qualquer custo a leva a assumir riscos cada vez maiores, incluindo um novo gosto por passeios de motocicleta em alta velocidade. Com a ajuda de Jacob Black (Taylor Lautney), seu amigo de infância e um membro da misteriosa tribo Quileute, o coração de Bella vai gradualmente descongelando, enquanto Jacob esconde seu próprio segredo sobrenatural. Ao receber a notícia de que seu amado decide acabar com a própria vida, Bella parte para a Itália na tentativa de impedí-lo, sem imaginar que um perigo ainda maior a aguarda.
    Opinião: Mesmo não gostando de Crepúsculo e coisa e tal resolvi ver Lua Nova e não me arrependo pq COMO PODE O JACOB TER FICADO TÃO GOSTOSO ASSIM?! Só vale a pena por isso. Bella continua um porre, a Kristen ainda não me convenceu e o Edward/Robert não é hetero nem aqui, nem em Forks. Recomendável apenas p/ Crepusculetes.

    Sempre ao seu lado (Hachiko: A Dog’s Story, 2009)
    Sinopse: Quando Hachiko, um filhote de cachorro da raça akita, é encontrado perdido em uma estação de trem por Parker (Richard Gere), ambos se identificam rapidamente. O filhote acaba conquistando todos na casa de Parker, mas é com ele que acaba criando um profundo laço de lealdade. Baseado em uma história real, Sempre ao seu Lado, é um emocionante filme sobre lealdade.
    Opinião: Nunca, do tipo nunca MESMO, chorei TANTO ao assistir um filme. E olha que eu não estou nos meus dias mais melosos, mas é impossível não se comover com o Hachi, tão fofo, tão alegre, tão companheiro e tão leal, que permanece firme e forte esperando o Richard Gere na estação de trem. E a trilha é fenomenal, aumenta ainda mais a emoção do filme. É perfeito demais, principalmente p/ quem tem cachorro. Recomendadíssimo!!
    PS: Eu quero um akita também!!!!!