Livro: Só tenho olhos para você

sotenhoolhosBella Andre
(5/5)
Editora Novo Conceito
2013
256 páginas

Sinopse: Sophie Sullivan, uma bibliotecária de São Francisco, tinha cinco anos de idade quando se apaixonou por Jake McCann. Vinte anos depois, estava convencida de que o bad boy ainda a via como a gêmea Sullivan boazinha. Isso quando ele se dava ao trabalho de olhar para ela. Ao se envolver na magia do primeiro casamento dos Sullivan, Sophie sente que já passou da hora de fazer o que quer que seja preciso para que Jake a veja como a mulher que realmente é.
No entanto, ela terá dificuldade em mostrar a Jake que pode ser uma mulher forte e decidida, capaz de amá-lo para sempre. E não só porque ela é a inacessível irmã de seus melhores amigos, mas porque ele tem medo de tê-la perto demais. Na verdade, ele desconfia que seu segredo mais vergonhoso poderá ser desvendado.

Opinião: É o seguinte: não tem como dar uma opinião sobre esse livro sem soltar um spoiler, então se você não gosta desse tipo de coisa, não leia as próximas linhas.
Sophie é apaixonada por Jake desde criança, mas ele nunca a notara como mulher. Jake é amigo de seus irmãos e sempre agiu exatamente como eles, nunca considerando amar e ter um relacionamento estável com uma mulher, era um verdadeiro cafajeste. Então ela arma um plano de seduzi-lo e depois dar um belo fora nele.
Sophie usa o casamento de Chase e Chloe como cenário para sedução. Arruma os cabelos e faz a maquiagem de um modo incrivelmente sexy e coloca o plano em ação. Ninguém esperava ver a bibliotecária boazinha, Sophie, vestida como uma mulher fatal e isso causa um acesso de ciúmes nos irmãos Sullivan e, claro, em Jake, que faz de tudo para afastá-la de outros homens.
O que Sophie não esperava era que Jake sempre a desejara, mas nunca achava que poderia ter chances como uma mulher como ela. Não só pela proteção dos irmãos, mas ele a achava boa demais para ele. Ao fim da festa, depois de muitos joguinhos e discussões, ela vai até a casa alugada onde Jake estava e se entrega completamente a ele. Não apenas sexualmente, como também confessa que o ama desde sempre.

Um dia ele jurara venerá-la da maneira como merecia ser venerada. Devagar e longamente, alimentando o fogo do desejo dela até que lhe implorasse para parar. Porém, o autocontrole pelo qual Jake McCann era tão famoso tinha desaparecido na primeira vez em que puxara Sophie e beijara seus lábios macios.
P. 163

Jake temendo magoá-la ainda mais, sai furtivamente no meio da noite, a deixa sozinha na cama e desaparece completamente da vida dos Sullivans por mais de 2 meses.
Sophie fica arrasada com tal atitude, mas tenta levar a vida e superar, mas surpreendentemente, ela se descobre grávida e tem de reencontrar com Jake e acertar as coisas. Ela não tinha a menor esperança de ter um relacionamento com ele, apenas que ele soubesse da gravidez, mas Jake vem com outra carta na manga, dizendo que quer casar com ela e que em sete dias irá convencê-la de que não é apenas por causa da gestação.

– Não vou deixar você ir embora, Sophie. E não vou deixar que diga à sua família, aos seus amigos que um cara qualquer fez isso com você. – Ele colocou o dedo indicador no próprio peito – Fui eu.
P. 101

Achei que a história segue exatamente o mesmo ritmo e coerência dos livros anteriores. Sexo que começa casualmente, uma enorme química entre os personagens e então no meio do sexo selvagem um diz ao outro que o ama e eu me sinto lendo Nicholas Sparks (eu sei que eu sempre digo isso, mas não tem como não ler Bella Andre e não comparar a um Nicholas erótico).
A leitura é prazerosa (desculpe o trocadilho), com uma linguagem bem suave, fácil de ser lida e sem palavras de baixo calão. Dá para ler tranquilamente em uma sentada.
Gostei muito que a qualidade da capa está melhor que os outros livros da coleção. Gosto dessa textura meio emborrachada e fosca.
Encontrei um ou dois erros de concordância, mas nada que prejudicasse o bom entendimento do texto.

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Livro: Um gato de rua chamado Bob

bobJames Bowen
(5/5)
Editora Novo Conceito
236 páginas
2013

Sinopse: Quando James Bowen encontrou um gato ferido, enrolado no corredor de seu alojamento, ele não tinha ideia do quanto sua vida estava prestes a mudar. Bowen vivia nas ruas de Londres, lutando contra a dependência química de heroína, e a última coisa de que ele precisava era de um animal de estimação. No entanto, ele ajudou aquele inteligente gato de rua, a quem batizou de Bob (porque tinha acabado de assistir a Twin Peaks).
Depois de cuidar do gatinho e trazer-lhe a saúde de volta, James Bowen mandou-o embora imaginando que nunca mais o veria. Mas Bob tinha outras ideias. Logo os dois tornaram-se inseparáveis, e suas aventuras divertidas — e, algumas vezes, perigosas — iriam transformar suas vidas e curar, lentamente, as cicatrizes que cada um dos dois trazia de seus passados conturbados.
Um Gato de Rua Chamado Bob é uma história comovente e edificante que toca o coração de quem a lê.

Opinião: Como amante de gatos, foi impossível não começar LOGO a leitura de Bob e só tive bons momentos com a leitura, então mesmo que você não goste muito de felinos, dê uma chance, Bob vai te conquistar e te mostrar o outro lado dos gatinhos.

Os gatos são notoriamente exigentes a respeito de quem eles gostam. Se um gato não gosta do dono, ele sai e encontra outro. Gatos fazem isso o tempo todo. Eles vão embora e passam a viver com outra família. Ver-me com meu gato suavizou-me aos olhos das pessoas. Ele me humanizou. Especialmente depois de eu ter sido tão desumanizado. De certa forma, ele estava devolvendo minha identidade. Eu tinha sido uma não pessoa; e estava me tornando uma pessoa novamente.
P. 84

James era um “ex viciado” em heroína e estava apenas tentando sobreviver sem drogas quando encontrou Bob. Bob estava maltrado, faminto e machucado. James o retirou das ruas alimentou, deu banho e levou ao veterinário. A ideia inicial de James era cuidar de Bob e depois deixá-lo decidir se quisesse ir embora ou ficar com ele.

Alguns momentos depois, o ônibus parou. Era um antigo ônibus vermelho de dois andares, no qual se podia entrar pela parte de trás. Fui sentar-me no banco, na parte de trás do ônibus, e estava colocando o estojo da guitarra no espaço de armazenamento próximo do banco do cobrador quando, atrás de mim, vi um súbito lampejo de pelagem alaranjada. Antes que eu percebesse, Bob saltou e se jogou no banco ao lado de onde eu estava, fazendo um bom barulho.
P. 53

Depois de recuperado, Bob decidiu ficar com James. Ele começou a seguir James pelas ruas, onde James trabalhava e isso o ajudou muito. Não apenas financeiramente, como também emocionalmente. Bob fez James querer mudar e ser uma pessoa melhor.

Nos dias que se seguiram, entretanto, tomei uma decisão. Ela estava certa. Eu deveria ter um Natal decente ao menos uma vez. Eu tinha algo a comemorar. Eu tinha Bob.
P. 118

A amizade mais sincera que pode existir é entre um humano e um animal. Nunca vi relacionamento mais verdadeiro, se não dá certo, a culpa é do humano que não fez sua parte no pacto de amizade. Pessoas são interesseiras, traiçoeiras e falsas. Animais não. Eles são aquilo ali e pronto. Querem um pouco de atenção, amor, carinho, comida, água e um canto para dormir. Não pedem nada demais e são felizes assim.

Era como se ele soubesse o que eu estava sentindo. Algumas vezes, enquanto eu cochilava, ele se aproximoava de mim e colocava o rosto perto do meu, como se dissesse: “Tudo bem aí, companheiro? Estou aqui se precisar de mim.”
P. 194

Eu quis chorar o livro quase todo, só não o fiz porque li o livro praticamento todo dentro do ônibus e não queria “pagar mico”.
Não é uma história triste, pelo contrário. Mostra o poder da amizade e o impacto que um animal pode causar na vida de uma pessoa.

Bob não precisou de medicamentos para passar a noite. Ele só precisava de seu companheiro: eu. E, naquele mometno, decidi que eera tudo de que eu precisava também. Tudo de que eu precisava era Bob. Não apenas naquele dia, mas durante todo o tempo pelo qual eu estivesse o privilégio de tê-lo em minha vida.
P. 228

E se vocês querem saber, hoje Bob é um gato feliz, famoso e está prester a ter outra biografia lançada.
Procurem por “A street cat named Bob” no YT e vejam como ele é ainda mais fofo em video.

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Top 5 casais fofos de novela

Eu já fui bastante noveleira na minha vida, mas são poucos os casais que me marcaram mesmo, desses que eu acho fofo mesmo depois que acaba a novela e me pego pensando o que eles estão fazendo hoje, no mundo do faz de conta, depois que a novela terminou.
Selecionei os que eu mais gostei em um Top 5:
top5casais
Milena e Nando de Por Amor estão presentes em todas as enquetes de melhores casais da TV e eu só tenho a dizer que eles eram TUDO! Assisti à reprise da novela no Viva e mesmo com os cortes, tinha muitas cenas boas dos dois tocando a música Palpite na íntegra. Sabe o que é um casal, que nem é o principal da trama, ficar namorando por 3 minutos na tela enquanto toca a música tema completa?! Só Milena e Nando para conseguir tal façanha!


Em segundo lugar, Laura e Edgar, na belíssima Lado a Lado. Não assisti a novela desde o começo, mas peguei logo nos primeiros capítulos e o casal era muito, mas muito fofo. Saía milhares de corações da minha TV quando eles estavam no ar e eu ficava cheia de owwwwnnnnns com a troca de olhares e sorrisos dos dois.

Em terceiro lugar, Clara e Edu, de Coração de Estudante. Uma novela que quase ninguém lembra, com um casal que ninguém faz questão de comentar, mas eu gostei muito dessa novela. Comecei a assistir por causa do trabalho das crianças (Pedro Malta, pequeninho na época), mas me encantei com o casal Clara e Edu. Eles se amavam, queriam ficar juntos, mas o universo não deixava e eu acho que sofri tanto quanto os personagens para finalmente chegar ao final feliz. Clara e Edu só foram desbancados do #2 no final de 2012 por Laura e Edgar (claro!).

Saindo do Top 3, Babalú e Raí. Eu lembro de Quatro e Quatro passando quando eu ainda era criança. Não lembrava do enredo até reassistir no Viva, mas lembrava do Raí e da Babalú. Eles não são assim tão fofos (vivem entre tapas e beijos), mas têm uma química gostosa e serão lembrados para sempre ^_^
E por último, Açucena e Jesuíno. Vou falar a verdade e assumir que eu não assisti Cordel Encantado, não lembro direito do enredo e é só aparecer um outro casal mais fofo que eu coloco no lugar deles. Mas toda vez que eu estava passando em frente à TV e via os dois juntos parava para acompanhar um pouquinho e ver os dois juntos porque era um romance muito gostosinho de se ver.

E por fim, de brinde para vocês um casal que nunca foi um casal de verdade, mas que eu torci por 2 anos para ficarem juntos e terem ESSE final feliz:

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