Desafio 52 semanas: semana 7

EU SEMPRE…

5. Fui a última a ser escolhida nos times
Eu sempre fui péssima em esportes com bola e nas escolas em que estudei as aulas de educação física eram com essas modalidades de esportes, então quando eu não tinha atestado (a cada 10 aulas, 9 eram com atestado) eu era a última a ser escolhida para jogar qualquer coisa.

4. Tive animais de estimação
Eu sempre gostei de animais e sempre tive um (ou vários) por perto. Lembro quando eu tinha uns 3 ou anos de idade e a gente aqui em casa alimentava um gato de rua, não era nosso, mas a gente cuidava. E tínhamos bichos em casa também: galinhas, codornas, gatos, peixes, periquitos e cachorros.
Todo filme que revelava sempre aparecia foto de bichinho.

3. Gostei de ler/estudar
Comecei a ler aos 3 anos e não parei mais. Tudo que eu via eu queria saber o que era e o que estava escrito. Aprendi a ler e a situação piorou.

2. Tive unhas grandes
Desde criança minhas unhas sempre foram grandes e bonitas. Minha mãe não ficava cortando porque eu era o tipo de criança limpinha, que não mexia com terra e não sujava as mãos, só quando precisava mesmo de lixar que ela fazia.
Lembro uma vez que uma tia dos meus primos chegou aqui em casa e cortou todas minhas unhas no toco. Até doeu depois. Acho que ela fez aquilo por inveja porque minhas unhas eram mais bonitas que as dela.
Pena que agora meus dias de unhas compridas estão contatos por causa da faculdade.

1. Fui enjoada para comida
Motivos diferentes para o mesmo resultado. Até os 5 anos de idade eu morria de enjoo de praticamente tudo. Só conseguia tomar mamadeira dormindo. Se fosse acordada eu passava mal.
Depois eu melhorei, mas continuei tendo um pouco de enjoo com alguns alimentos e durou até a adolescência, que é aquela fase que a gente não quer experimentar nada novo, então eu só comia junk food, doces, arroz, feijão, bife, batata-frita e tomate.
Quando eu aprendi a comer de tudo, já na fase adulta, descobri algumas restrições alimentares e precisei parar de comer várias coisas que todo mundo come no dia a dia. Hoje em dia eu não como (evito) leite, farinha branca, arroz branco, gordura e açúcar.

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Livro: Sociedade dos meninos gênios

SOCIEDADE_DOS_MENINOS_GENIOSLev A.C. Rosen
(3/5)
Editora Novo Conceito
544 páginas
2014

Sinopse: Chantagem, mistério, confusões de gênero, coelhos falantes e um assassino autômato: mergulhe na trajetória de Violet Adams, que assume a identidade de seu irmão gêmeo para conseguir uma vaga na mais prestigiada universidade de Londres, que é exclusiva para meninos. Inspirado em clássicos como Noite de reis, de Shakespeare, e A importância de ser honesto, de Oscar Wilde, SOCIEDADE DOS MENINOS GÊNIOS traça um retrato pitoresco e provocativo da aristocracia vitoriana, oferecendo diversão, aventura e uma reflexão bem-humorada sobre a questão do gênero.

Opinião: Vou começar essa resenha falando sobre a capa… Gente! Que capa linda! Foi a primeira coisa que me encantou e me fez ter vontade de começar a leitura. Logo depois veio a sinopse bem interessante.
A soma desses dois ingredientes me fez ficar bem empolgada para iniciar a leitura e quando peguei o livro e vi a diagramação interna, fiquei ainda mais empolgada.
O miolo tem detalhes no início dos capítulos, o que enriqueceu ainda mais o trabalho. A fonte é em um bom tamanho e facilita a leitura.
Mesmo assim eu não tive uma experiência muito prazerosa ao ler esse livro. Sabe quando ficamos agarrados na história e a leitura não avança? Foi o que aconteceu comigo.

Violet fitou Londres lá fora e engoliu em seco. Não deixava de considerar a advertência do irmão. Era inteligente o bastante para saber dos riscos imprevisíveis de seu plano.
P. 43

O livro conta a história de Violet, uma jovem de 17 anos que se interessa muito mais por mecânica e ciência do que por roupas e coisas mais femininas.
Violet tem um irmão gêmeo, Ashton, eles moram com o pai, um dos astrônomos mais importantes da época e a governanta. A mãe deles morreu no parto.
Violet mantém um laboratório no porão, onde faz seus experimentos, mas seu sonho mesmo é estudar na Faculdade de Illyria, em Londres. Só tem um pequeno problema: Illyria não aceita estudantes do sexo feminino.

– Apenas que sempre sonhei em vir para Illyria, e que me empenharei com mais afinco do que qualquer outro aluno.
P. 87

Mas Violet e Ashton têm um plano para ela estudar em Illyria, realizar seu sonho e mudar a sociedade. Enquanto o pai deles viaja para os Estados Unidos, Violet irá se candidatar e estudar como se fosse Ashton. Após um ano de estudos, na feira cultural da faculdade, ela irá apresentar um trabalho maravilhoso e revelará sua verdadeira identidade.

O duque se escondera, escondera sua ciência, porque sabia que não era igual ao pai, mas não queria que o resto do mundo soubesse seu segredo.
P. 251

Violet vai conhecer a Faculdade como ela mesma, afirmando que foi entregar os documentos do irmão e nesse dia ela conhece o Duque de Illyria.
Eles têm uma conversa agradável e a história entre eles poderia evoluir para um romance, se fosse em outras circunstâncias. No momento Violet tem outros planos e muita coisa na cabeça para pensar em romance.

– Azar nas cartas – disse Ashton, começando a rir -, sorte no amor.
P. 277

Violet é aprovada para estudar em Illyria, ou melhor, Ashton é. Violet, vestida de Ashton vai para a faculdade e começa a estudar. Ela divide o quarto com Jack, um amigo de infância de Violet e Ashton e somente ele sabe seu segredo, não deixando nenhum outro estudante perceber seu segredo.
Jach e Violet fazem amigos e vivem grandes aventuras na faculdade. Há muitos segredos e mistérios envolvidos e alguns deles podem ser bem perigosos.

– Você está mudando, irmã, parece alguém completamente diferente.
– Ser homem talvez tenha me ensinado um pouco a ser mulher.
P. 306

A história é interessante e o livro é muito bem escrito, mas não foi uma leitura que me prendeu. Achei algumas cenas muito descritivas e repetitivas e não conseguia me envolver tão bem. Em alguns momentos eu enrolei para continuar a leitura, pois sabia que não seria tão agradável quanto eu esperava.
Também não me interessei tanto pelo enredo steampunk. Essa coisa de máquinas, autômatos e coisa e tal não me prende muito a atenção.
Em se tratando de máquinas, prefiro histórias com enredos mais modernos, esses que se passam no período vitoriano não me agradam muito.
Foi o primeiro livro no estilo que eu li, mas também não gostei dos filmes que eu assisti e que se passavam em igual período.
Mas acho que vale a pena para quem está procurando algo diferente para ler.

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