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042 – pensar (e comprar) presente do dia das mães antecipadamente DONE!

Cumpri mais um item na minha lista de 101 coisas 
Eu sou a filha mais sem noção do mundo e nunca lembro de comprar presente de dia das mães para minha mãe, então precisava variar um pouco.
Finalmente esse ano eu pensei e comprei o presente com bastante antecedencia, na verdade já até entreguei para minha mãe 
Comprei um rádio da Lennox com CD. Ela sempre falava que queria comprar um rádio, mas nunca comprava, então fiz o papel de filha legal e dei um de presente para ela.
O aparelho é bem simples mesmo, tem rádio e CD e só. Nem MP3 toca, mas foi o que cabia no meu bolso e ela está feliz da vida ouvindo o CD do Padre Marcelo Rossi, o da Celine Dion, o da Shania Twain e os trocentos que eu gravei para ela de quando eu descobri o gravador de CD.

Ela vivia na periferia com sua família. Passava os dias nas ruas, mas não tinha amigos. As crianças da idade dela não gostavam dos seus pensamentos. A menina era uma sonhadora, dizia que cresceria, seria importante e teria uma vida nova, cheia de regalias e coisas que só o dinheiro (que ela não tinha) poderiam comprar.
Quando ela começava a falar dos seus sonhos todos riam e a chamavam de tola. Os adultos riam da inocência e diziam que ela nunca iria longe, as crianças a chamavam de metida por sonhar tanto.
Aquelas palavras e zombações a deixavam furiosa por dentro e o único pensamento que alimentava era que um dia ela iria provar a todos que eles estavam enganados, que ela realizaria todos os seus sonhos materiais e chegaria mais longe que algum deles chegaria.
Com o tempo ela passou a odiar aquelas pessoas pobres de espírito que não se esforçavam e aceitavam o que a vida lhes dava. “Posso ter mais, posso ser mais que isso” era o que a menina pensava quando acordava e levava esse pensamento consigo até a hora em que pegava no sono. E nesse pensamento ela encontrava força para lutar e dar o melhor de si na busca do conhecimento.
Conforme ia crescendo a menina foi percebendo o tamanho do mundo e quanto mais via, mais ela queria. Passou a invejar pessoas. Sentia-se mal porque os outros tinham o que ela mais ansiava e eles não haviam feito nada demais para conseguir aquelas coisas.
Ódio e inveja consumiam a menina por dentro e esses sentimentos aumentavam na mesma proporção que a menina se desenvolvia.
O ódio e a inveja passaram a ser o combustível da menina.
Ela odiava tanto as pessoas da periferia que não queria ser nada parecida com elas. Não queria ter aquela mentalidade pequena, sem sonhos. E além disso, ela queria a todo custo provar que os sonhos podem se tornar realidade e que ela conseguiria alcançar os seus.
Esse ódio dava a ela a força que ela precisava para encarar os desafios da vida. Cada vez que uma pedra aparecia em seu caminho ela se lembrava do ódio e isso a erguia para continuar na caminhada sem desistir.
Aliado a esse ódio, ela tinha a inveja. E como a inveja lhe era útil. Ela traçava seus objetivos por causa da inveja.
Ela planejou seu caminho e traçou seus objetivos, tudo isso baseado na inveja. Ela queria o mesmo que outras pessoas e teria aquelas coisas e faria aquelas viagens.
Fez seu plano de vida com base unicamente na inveja e persistiu na execução dele buscando força no ódio.
E assim viveu, lutou, cresceu.
Saiu da periferia e foi morar na parte nobre da cidade, na cobertura do apartamento mais luxuoso que existia. Conseguiu atingir seu objetivo: tinha tudo que o dinheiro poderia comprar. Provou a si mesma que estava certa: “querer é poder”.
Agora só restava uma coisa: provar aos outros que eles estavam errados. E assim saiu, chamou o motorista e pediu que o levasse à periferia.
Poucos a reconheceram quando ela chegou. Os velhos conhecidos continuavam ali. Crianças que cresceram com ela continuavam na miséria mesmo depois de adultos, pois tinham medo de sonhar.
Não a invejavam, pois achavam aquilo feio, era um sentimento vil, mas ela via nos olhos daquelas pessoas que eles se sentiam envergonhados por terem duvidado dos sonhos de uma criança.
Então o velho padeiro curioso com toda riqueza da menina perguntou o que ela fez para alcançar seu sonho. A resposta foi inesperada, porém sincera:
“Eu senti mais ódio do que pensei que poderia sentir. Odiava a periferia, odiava ouvir que eu não chegaria a lugar nenhum, que a estrada da vida era complicada. Odiava ver as pessoas duvidando dos meus sonhos. No início eu sentia vergonha desse sentimento, mas era ele que me dava força para continuar lutando pelos meus sonhos. Se não fosse pelo ódio eu ainda estaria aqui, mas eu o usei a meu favor, transformei todo o sentimento ruim em força para continuar a caminhada. E quando eu achava que não podia mais continuar eu tinha a inveja do meu lado. A inveja de ter as coisas que eu sempre quis e que meus pais nunca me deram. Se eu nunca tivesse invejado essas coisas eu ainda estaria aqui, mas também a usei a meu favor, transformei a inveja em meta para os meus planos.
Sempre ouvi dizer que o ódio e a inveja eram sentimentos ruins e deveríamos ter vergonha desses sentimentos, mas eu aprendi a usar esses sentimentos de forma a não prejudicar ninguém e a me fortalecer. Acho que não existem sentimentos bons ou maus, o que faz com que eles sejam positivos ou negativos é a forma como os usamos.”

De uns tempos para cá vejo muitas mulheres reclamando que os homens sumiram do mapa e é verdade. Onde estão os homens?
Não estou falando do aumento do número de gays assumidos que existem por aí, pois ser ou nao homossexual nao é questão de escolha, mas ser homem é.
Os indivíduos do sexo masculino podem ser escolher ser Homens ou homens. Os Homens com H maiúsculo são uma espécie rara e é isso que queremos.
Não procuramos um Homem perfeito, sem defeitos, mas sim um Homem macho.
Homem macho que eu falo é aquele cara que nao tem medo de tomar iniciativa. Ele sabe o que quer e vai atras disso. É aquele cara educado e gentil com todas as mulheres, de crianças a idosas.
Ele se oferece para carregar um embrulho pesado, dá preferencia para a mulher passar, abre a porta do carro, fica de pé quando uma mulher entra no recinto, oferece lugar no ônibus para as mais velhas e, se está em pé, cede lugar para a dama se sentar quando um lugar vaga.
Um Homem não tem vergonha de parecer cafona ou brega, ele manda flores ou liga apenas para saber se está tudo bem. Ele não tem medo de dizer o que sente, ele é sincero e mesmo não querendo compromisso ele vai dizer isso a ela e não simplesmente fugir.
Um Homem tem paciência para aturar uma crise de ciúmes e o mau humor da TPM. Ele sabe esperar.
Um Homem é responsável, sabe admitir seus erros e aceitar seus méritos. Ele não só troca lâmpadas, pneus e abre latas de conserva, ele também sabe ser carinhoso e dar segurança.
Esse é o Homem ideal que precisamos e não encontramos.
Sendo bastante sincera, parece que algum bicho mordeu os indivíduos do sexo masculino e fizeram com que eles ficassem FROUXOS.
Nunca mais vi um homem oferecer lugar para uma mulher no ônibus. Os homens andam tão preguiçosos que quase sentam no colo das mulheres para não terem que ir em pé. Eles têm nojo de pegar num pincel para pintar uma parede e medo de tomar choque ao trocar uma simples lâmpada.
Andam tão folgados que esperam a mulher tomar a iniciativa e quando não querem mais eles simplesmente desaparecem do mapa. Conversar é demais para eles, fugir é mais fácil.
Morrem de vergonha de parecerem bregas, por isso não fazem mais gentilezas. E acham perda de tempo gastar dinheiro com flores.
Não sabem o que querem, se por um lado são frouxos a ponto de não fazerem nada, também se assustam quando uma mulher toma atitude. Se ela é mais macho que ele, aí que eles correm mesmo.
Então? Como é que fica essa história de sexo frágil?
Poderia passar horas discutindo esse assunto, mas agora vou sair por aí em busca de um HOMEM, quem sabe não encontre alguém que me faça mudar de ideia?!
034 – terminar de assistir à primeira temporada de True Blood DONE!
E aí que eu viciei, né?! xD
Comprei a primeira temporada completa numa promoção do Submarino (onde mais?) e apesar de todo mundo falar que era boa eu fiquei enrolando para assistir tudo… mas finalmente eu terminei
Depois do 5º episódio eu fiquei tão viciada que assistia todo dia e, às vezes, dois episódios por dia!
Agora que terminou estou triste, pois ainda não tenho a segunda temporada e não acho pra comprar
Cadê Download?
(consegui a 2ª temporada!!)
Numa nova era de evolução científica, os vampiros conseguiram deixar de ser monstros lendários para se tornarem cidadãos comuns. Essa mudança, que aconteceu do dia para a noite, deve-se a cientistas japoneses, que inventaram um sangue sintético, fazendo com que os humanos deixassem de ser o seu prato principal. Já os humanos ainda não se sentem totalmente seguros convivendo lado a lado com toda a legião de vampiros que está saindo de seus caixões. Ao redor do mundo, cada um escolheu o seu lado a favor ou contra essa revolução, mas numa pequena cidade de Lousiana, as pessoas ainda estão formando a sua opinião. Sookie, garçonete de um pequena lanchonete, tem o poder de ouvir os pensamentos das pessoas e não vê problemas na integração desses novos membros à sociedade, principalmente quando se trata de Bill Compton, um atraente vampiro de 173 anos de idade. Mas ela pode vir a mudar de opinião, à medida que desvenda os mistérios que envolvem a chegada de Bill em sua cidade. Mergulhe no mundo obscuro desse novo drama envolvente, que saiu das mãos do mesmo criador de “Six Feet Under”, Alan Ball. Uma nova sociedade está se formando e cada um precisa escolher a sua posição dentro dela.
Opinião: uma série cheia de sexo, drogas e rock’n'roll, mistério, drama, homens gostosos e sangue de groselha poderia ser ruim?! É bizarra ao extremo, admito, mas também é muito boa. Na primeira temporada tem um serial killer à solta e todos os indícios te levam a acreditar que é uma pessoa, só no último episódio é que o mistério é desvendado. Tem como não viciar nesse tipo de coisa?! 
Os vampiros são mais selvagens e malvados que em Vampire Diaries, o que deixa a série melhor ainda.
Fica aí a sugestão de uma série viciante

Finalmente organizei a gaveta das Pullips e separei várias coisas que não usava mais e nem precisa e coloquei tudo à venda lá no Armário da Nicola, um blog que fiz somente para negociar minhas pecinhas.
Quem tiver Pullip, Blythe, Barbie ou qualquer boneca que use roupa na escala 1/6 dê uma passadinha lá que tem muita coisa legal. Aceito trocas também.
Item 027 das 101 coisas em 1001 dias completo!
PS: percebi que minha lista estava com 2 números 14 e 2 números 15, então eu fiz uma pequena modificação lá
