Filmes, Séries e TV
Posts publicados na categoria Filmes, Séries e TV
Posts publicados na categoria Filmes, Séries e TV
Friends with benefits, 2011




(4/5)
Sinopse: Jamie (Mila Kunis) é uma jovem recrutadora de Nova York que convence um cliente em potencial (Justin Timberlake) a deixar seu emprego em Los Angeles para trás e aceitar um emprego na Big Apple. Ele aceita a proposta e logo os dois se tornam bons amigos. Um dia, após assistir um filme na casa dela, surge o papo do quanto a carência sexual incomoda ambos. Eles fazem um pacto de que terão apenas sexo, sem qualquer envolvimento emocional. Só que, aos poucos, a intimidade faz com que eles se tornem cada vez mais próximos e interessados um no outro.
Opinião: É impressão minha ou os filmes de comédia romântica estão ficando mais sacaninhas? A maioria dos filmes do gênero que eu gosto de assistir são mais antigos, mas ultimamente tenho notado um aumento de cenas sexuais, bundas e peitos em filmes do gênero. Se já fiquei meio chocada com as cenas de Amor e Outras Drogas, imagina depois de ver o Justin Timberlake peladon nesse filme?!
Mas tirando a parte do sexo (que é bem mais intensa no início), a história é bacana (e clichê). São dois amigos que se cansam de relacionamentos amorosos e decidem transar apenas pelo ato físico. Só que obviamente isso não dá certo e eles se apaixonam, mas só percebem isso depois de brigarem e se separarem (óbvio).
Se forem assistir, prestem atenção à uma das últimas falas da mãe da Jamie, quando ela diz que o que ela procuraria em um príncipe encantado atual seria o companheirismo. 

Eu amo séries desde que colocamos TV a cabo aqui em casa, há cerca de 15 anos. Uma das minhas favoritas era
Friends. Fiquei triste com o fim e até hoje assisto a alguns episódios quando tenho tempo.
Parei de acompanhar grande parte das minhas séries favoritas ou por falta de tempo, ou porque perdi interesse no enredo, mas quando soube da estréia de Go On, com o Matthew Perry (Chandler de Friends) como protagonista, achei que seria legar dar uma chance.
Enredo: Ryan King (Matthew Perry) é um comentarista esportivo que perdeu sua esposa em um acidente de carro. Após um tempo afastado, ele está pronto para voltar ao trabalho, porém, seu chefe o manda para aconselhamento antes de colocá-lo de volta ao ar.
Ryan reluta muito, mas começa a frequentar um grupo de apoio, com o único objetivo de retomar sua vida profissional. Ele não tem qualquer interesse em se curar ou ter uma vinculação com o grupo, mas acaba criando laços e situações inusitadas por causa de seu comportamento.
No início eu achei que poderia ser triste, por causa do enredo, mas não, é bem divertida. Tem algumas cenas mais emotivas, mas em geral é bem humorada. É impossível não rir ou ter medo do Mr. K (Brett Gelman), que eu descreveria como um completo psicótico, ou não se comover com Sonia e sua paixão compulsiva por gatos. Ou até mesmo não se divertir com Steven (John Cho), melhor amigo de Ryan.
Achei o senso de humor de Ryan bem parecido com o de Chandler, com piadas sem sentido em horas impróprias e ideias mirabolantes para o grupo que acabam piorando a situação dos membros.
Acho que tem muito tempo que eu não comento filmes por aqui, então para fugir da rotina, vou falar de um que assisti no fim do ano.
Mirror, Mirror, 2012




(5/5)
Sinopse: Após a morte do rei (Sean Bean), sua esposa (Julia Roberts) assume o comando do reino. Extremamente vaidosa, ela passa a cobrar cada vez mais impostos para sustentar uma vida de opulência. Ao mesmo tempo mantém presa em seu quarto a enteada, Branca de Neve (Lily Collins). Ao completar 18 anos, Branca de Neve resolve sair do castelo e conhecer a realidade do reino. Horrorizada com a situação de fome e miséria do povo, ela retorna decidida a derrubar a rainha.
Opinião: Confesso que só coloquei esse filme na minha watch list por causa da Julia Roberts, mas eu gostei tanto que recomendo a todo mundo.
Ele conta a história da Branca de Neve, só que com um enfoque diferente, ao invés dela ser a pobre-coitada princesa vítima, acaba se tornando a verdadeira heroína no final.
Diferentemente de Branca de Neve e o Caçador, Espelho, espelho meu é uma comédia e tem o simples propósito de divertir. Várias cenas são toscas e sem noção, mas acho que era essa a intenção.
O cenário e as roupas dos personagens são perfeitos. Fiquei encantada com tudo.
No início não gostei muito da reinvenção dos anões, mas achei que fez sentido no contexto da história.
Apesar de muita gente reclamar da trilha eu gostei. A música que a Lily Collins canta no fim é bem chiclete (do jeito que eu gosto).

Conspiracy Theory, 1997




(3/5)
Sinopse: O motorista de táxi Jerry Fletcher (Mel Gibson) acredita que o mundo em que vivemos está repleto de perigosas e assustadoras conspirações. Sua vida é uma loucura completa, sempre está em estado de alerta…sempre pronto para o pior. O emprego como motorista é apenas uma fachada para seu verdadeiro trabalho: reunir informações sobre novas ameaças ao redor do mundo e reuni-las em um informativo chamado “Teoria da Conspiração”. Ningúem nunca se importou com as idéias absurdas de Jerry – até hoje. Perseguido por inimigos desconhecidos, Jerry sabe que finalmente desmascarou uma conspiração de verdade. Só não sabe qual delas! Agora sua única chance de sobreviver é contar com a ajuda da advogada Alice Sutton (Julia Roberts), para descobrir qual a verdade que deve ser revelada ao mundo… antes que seja tarde demais!
Opinião: Esse filme é antigo e já ouvi falar dele diversas vezes, mas nunca parei para assistir. Decidi dar um crédito para ele porque estou tentando assistir a todos os filmes com a Julia Roberts.
No início eu achei que o Jerry era um maluco psicótico que nem deveria ser ouvido e que as coisas que aconteciam era apenas fruto de sua mente perturbada. Então ele consegue entrar em contato com a Alice e as coisas começam a fazer mais sentido.
Só no final mesmo é que o filme chega a uma conclusão, mas mesmo assim dá para ficar pensando se é tudo “verdade” mesmo.
Dei nota 3 porque não foi um filme que conseguiu me prender, parei duas vezes para dormir no início. Mas o elenco é bom, a mensagem dele é boa e acho que se eu fosse assistir novamente eu daria uma nota maior, só que no momento não.
Sabe quando bate aquele desânimo em relação aos estudos/carreira? É possível mandar esse sentimento embora assistindo a um bom filme.
Fiz uma pesquisa por aí (Google e jornal A Gazeta) e encontrei algumas sugestões para esses momentos.
À PROCURA DA FELICIDADE
2006
Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.
Continue lendo »





(3/5)
The Other Sister, 1999
Sinopse: Após passar alguns anos em uma escola especial, Carla Tate (Juliette Lewis) foi “graduada” e poderá voltar para casa de seus pais em São Francisco. Mas, apesar de ser intelectualmente limitada, Carla planeja morar sozinha, ter uma vida independente e também se libertar da presença da mãe, que a vigia de forma sufocante. Este desejo de ter seu próprio apartamento é aumentado quando conhece Danny McMann (Giovanni Ribisi), um jovem que como ela é mentalmente “lento”, mas mora sozinho. Em pouco tempo Carla e Danny estão namorando e já pensam em se casar.
Opinião: Desde 1998/1999 que eu queria assistir a esse filme, mas nunca tive a oportunidade até agora.
Imagina a cena de uma família rica, com a matriarca toda certinha e querendo fazer parte da sociedade com família impecável, roupas impecáveis e comportamento impecável. Ela tem um marido e três filhas. É esse o cenário inicial. Só que a mulher tem uma filha com deficiência mental e o marido é alcoolotra, então para não estragar ainda mais a família “perfeita”, ela manda Carla para a escola especial.
Quando Carla já é adulta, ela volta para casa e mãe parece querer tratá-la e protegê-la como se ela ainda fosse criança. Só que Carla, apesar da deficiência é uma mulher que sabe o que quer e ela quer uma maior independência. Quer estudar na escola regular para um dia trabalhar como assistente de veterinário. E a mãe não vê isso com bons olhos.
O pai da Carla é um fofo, chama ela de “linda” o tempo todo, dá carinho, ouve quando ela tem algo a falar, mas quando ele tenta colocar panos quentes com a mãe, ela vai e corta as asas dele jogando na cara que ele é um ex-alcoolotra.
A irmã mais velha de Carla é lésbica e a única pessoa que não aceita o relacionamento dela é a mãe (olha ela aí). E a irmã do meio é noiva de um rapaz, ela é a única com quem a mãe não implica, porque se enquadra nos padrões que ela aceita como corretos.
Mas a parte da central da história mesmo é o relacionamento da Carla com Danny, um rapaz que ela conhece na escola regular e que também tem deficiência mental, só que ele é bem independente, tem seu próprio apartamento e dois empregos.
Carla aprende muitas coisas com ele e o relacionamento dos dois é a coisa mais fofa 
Óbvio que a relação familiar será abalada com o envolvimento de Carla com Danny, mas o legal da história é o tapa na cara da sociedade hipócrita e preconceituosa que se preocupa mais com as aparências do que com os sentimentos.
O filme é bem fraquinho, mas a história é tão fofa que eu chorei no final 
Achei a interpretação dos atores (Juliette e Giovanni) um pouco forçada, mas nada que prejudique tanto assim o filme.
Vou confessar que só tinha vontade de assistir ao filme por causa da música The Animal Song do Savage Garden. Ela toca só um pouquinho no filme, mas o clipe da música tem várias cenas do longa, então dá para ter uma ideia de como é a história, já que não encontrei nenhum trailer. E ainda estou ouvindo e cantando a música depois de dias… cause I want to live, like animals…
Finalmente eu fui aos Correios e postei tudo que estava encalhado aqui. E busquei umas coisinhas que estavam na Caixa Postal.
Respondi todas as cartas pendentes e enviei o livro da Luly e o da Daniela. Em breve chegam ai.
Antes de mostrar o que chegou na CP, vou mostrar o que chegou há um tempinho já, mas eu tinha esquecido de fotografar:

DVD Disney Pixar que eu resgatei na Sky 
A foto ficou uma bosta porque deu reflexo da luz, mas ok.
Do Clube da Carta, só chegaram essas 2 cartinhas (fofas) da Sibele e da Janaína. 
Mas eu nem reclamo porque fiquei um tempão sem responder as últimas que chegaram (postei 10 de uma vez só).

E o mais esperado da semana: o livro Imaginário Feminino da Camille Thomaz 
Comprei ainda na pré-venda e ela enviou assim que pegou os livros, mas o carteiro sacana resolveu levar o livro para passear por todas as agências até chegar na minha 
Ainda não comecei a ler, mas acho que será o próximo da fila 
Ah! Esqueci de tirar foto do autógrafo no marcador e da dedicatória no livro. Muito amor!!

E falando da Camille, não poderia deixar de lembrar que hoje é o aniversário de 2 anos da Revista Innovative 
Parece que foi ontem que a RI surgiu, mas já está aí completando dois anos de muita cultura e literatura.
Gostaria de desejar parabéns à toda equipe e muito mais sucesso pela frente!
E vocês que estão passando por aqui, aproveitem para ir lá conhecer, parabenizar e participar da Gincana de Aniversário.
