lucyLucy, 2014
(3/5)

Sinopse: Quando a inocente jovem Lucy (Scarlett Johansson) aceita transportar drogas dentro do seu estômago, ela não conhece muito bem os riscos que corre. Por acaso, ela acaba absorvendo as drogas, e um efeito inesperado acontece: Lucy ganha poderes sobre-humanos, incluindo a telecinesia, a ausência de dor e a capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente.

Opinião: Vou começar comentando sobre a sinopse horrível e mal escrita: a) Lucy não é inocente, ela é uma jovem normal, que está em Taiwan (o filme não deixou claro o motivo) levando uma vida que qualquer jovem normal levaria: conhecendo pessoas, saindo com homens e cuidando da vida; b) ela não aceita a transportar drogas dentro do seu estômago, ela é obrigada a fazer isso. Lucy conheceu um cara não confiável que a meteu numa enrascada e ela acabou sendo forçada à transportar a sustância dentro do corpo. Foi feita uma cirurgia e o pacote com a substância ficou alojado dentro do seu corpo. c) Ela não absorve as drogas “por acaso”, o idiota que a estava vigiando até que ela fizesse o serviço fez o favor de ajudar o pacote a se romper.
Feitas essas considerações, vamos ao filme: muita ficção. E quando eu digo muita ficção, é nível de O quinto elemento elevado ao extremo. Quem gosta do estilo vai delirar. Eu gosto, mas nem tanto. Curti o filme, mas não amei. É bom, apenas isso.
A história começa com Lucy na porta de um hotel com o cara com quem está saindo. Ele a pede para entregar uma maleta para um sujeito. Ele não sabe (ou não quer dizer) o conteúdo da maleta e a “obriga” a fazer a entrega. Então ela fica nas mãos dos traficantes e é obrigada a fazer o transporte da droga.
Paralelo a isso, o professor Norman dá uma palestra sobre o uso do nosso cérebro. Há várias imagens com o comportamento dos animais e de evolução celular, tudo se encaixando com o que Lucy está vivendo.
Quando a droga começa a ser absorvida pelo organismo de Lucy ela ganha poderes sobre-humanos e começa a utilizar o cérebro cada vez, chegando até 100% de sua utilização.
Em alguns momentos eu via cenas e pensava “pfffff! Até parece!”, em outros eu adorava os efeitos visuais e em outros eu criticava a edição do filme.
Várias sensações 1h30 de filme, mas achei divertido.
A fileira abaixo da minha tinha aquelas cadeiras com movimento e quando elas se movimentavam eu sentia minha cadeira tremendo também. Paguei 9 reais a menos e tive meia experiência D-Box. Agora vou esperar um filme bom de ação para ver na cadeira D-Box e ver se a experiência é boa mesmo.