A força do amorElizabeth Chandler
(4/5)
Editora Novo Conceito
2010
233 páginas

Sinopse: “Sei que o perdi… Tristan está morto. Jamais poderá me abraçar novamente. O amor termina com a morte.” Ivy Quatro semanas se passaram desde o acidente em que Ivy Lyons perdeu Tristan, o grande amor de sua vida, e deixou de acreditar nos anjos. Os dias têm sido difíceis e para superá-los Ivy busca forças na família e nos amigos. Sua grande motivação agora é ensaiar para a apresentação de piano no Festival de Artes de Stonehill, já que Suzanne, sua amiga de infância, pensando em animá-la, fez a inscrição, mesmo contra a sua vontade. Ainda sem saber lidar com os seus poderes angelicais, Tristan Carruthers conta com a ajuda de Lacey – um anjo mais experiente – para aprender a tocar nas pessoas, canalizar energia e voltar ao passado. Assim, os dois partem na busca por respostas para o acidente, por uma maneira de Ivy sentir Tristan e, principalmente, de mostrá-la que o acidente foi, na verdade, um assassinato. Todo esforço de Ivy para superar a perda de Tristan é interrompido por pesadelos que a fazem reviver o dia do acidente e se misturam com fatos do dia do suicídio de Caroline, ex-mulher de Andrew, marido de sua mãe. O temor de Ivy é acalantado nos braços de Gregory, seu irmão adotivo. Angustiado pelos contínuos pesadelos da amada, Tristan decide que é a hora de fazer contato e segue seu objetivo com a ajuda de Lacey. Mas como aproximar-se de Ivy se ela não mais acreditava em anjos e ele agora era um? O amor que os une será o canal para Tristan se aproximar de Ivy e alertá-la sobre as pessoas que estão ao seu redor. Será que todos em que ela confia são realmente seus amigos?

Opinião: A história começa um mês depois da morte de Tristan e Ivy ainda está devastada. O ritmo da narrativa é o mesmo do fim do primeiro livro.
Ivy tem pesadelos constantes sobre o acidente, mas a cada sonho um detalhe novo é acrescentado, como se ela estivesse se lembrando de algum fato. Nos sonhos, Ivy mistura o acidente com o dia em que a mãe de Gregory, Caroline, morreu e isso fez com que Tristan acreditasse que tivesse uma relação entre o acidente que eles sofreram e a morte de Caroline.
Tristan e Lacey começam a investigar mais a fundo o acidente e tentam proteger Ivy, mas é difícil pois ela ainda não acredita em anjos.

– Ele me contou. Ele é o meu anjo, Ivy. Sei que você disse para eu nunca mais falar a palavra anjo novamente – Philip falava bem rápido, como se assim pudesse evitar a raiva dela. – Mas é isso que ele é, não sabia que era ele, até ele me contar hoje.
P. 154

O bom dos livros da série é que eles são fáceis de ler e curtinhos, o problema é que a história não evolui muito e quando a história começa a melhorar o livro acaba.
Em diversas partes eu quis bater na Ivy, ela é uma dessas protagonistas sem graça e totalmente dependente das pessoas. Eu até tento entender o lado dela, por ela ter perdido o namorado e sofrido um grave acidente, mas tem horas que é irritante. E Suzanne foi totalmente desprezível, só se preocupando com ela mesma e não se importando com o momento que a amiga está passando.
Outra coisa que eu não gostei foi do envolvimento de Ivy com Gregory, não consigo gostar dele.