Laços InseparáveisEmily Giffin
(5/5)
Editora Novo Conceito
2012
páginas

Sinopse: A autora de cinco romances de sucesso, Emily Giffin, lança uma história inesquecível de duas mulheres, as famílias que a fazem ser quem são, e a lealdade e o amor que as ligam. Marian Caldwell é uma produtora de televisão de 36 anos, vivendo seu sonho em Nova York. Com uma carreira bem-sucedida e um relacionamento satisfatório, ela convenceu todo mundo, inclusive si mesma, que sua vida está do jeito que ela deseja. Mas uma noite, Marian atende a porta… para apenas encontrar Kirby Rose, uma garota de 18 anos com a chave para o passado que Marian pensou ter deixado para trás para sempre. Desde o momento que Kirby aparece na sua porta, o mundo perfeitamente construído de Marian — e sua verdadeira identidade — será chacoalhado até o fim, fazendo ressurgir fantasmas e memórias de um caso de amor apaixonado que ameaça tudo para definir quem ela realmente é. Para a precoce e determinada Kirby, o encontro vai provocar um processo de descobrimento que a leva ao começo da vida adulta, forçando-a a reavaliar sua família e seu futuro com uma visão sábia e doce. Enquanto as duas mulheres embarcam em uma jornada para encontrar o que está faltando em suas vidas, cada uma irá reconhecer que o lugar no qual pertencemos normalmente é onde menos esperamos — um lugar que talvez forçamos a esquecer, mas que o coração se lembra eternamente.

Opinião: Comecei a ler o livro sem ter a menor do que estaria me esperando, mesmo lendo a sinopse. Então foram várias as surpresas que estavam me esperando.
Quando tinha 18 anos, Marian teve um romance de verão com Conrad. Foi intenso e verdadeiro, mas após dez encontros ela descobre que estava grávida de Conrad. Então ela toma a decisão de terminar tudo com ele, ter a criança e dá-la para a adoção.
Lynn e Art Rose sempre quiseram ter um filho, mas como não conseguiam ter seu filho biológico entraram na fila de adoção. A maior alegria de suas vidas foi quando eles receberam uma ligação de que um bebê tinha acabado de nascer e que seria deles. O casal Rose se apaixonou instantaneamente pela garotinha, que recebeu o nome de Kirby.
Kirby sempre cresceu sabendo que fora adotada e não tinha nenhum problema com isso. Ela sempre foi amada e nunca faltou nada em sua vida, mas quando chegou à adolescência sua curiosidade em saber quem eram seus pais biológicos só aumentou, por isso quando fez 18 anos entrou em contato com a agência de adoção para receber dados da sua mãe biológica.
Com o nome e endereço da mulher que a colocou no mundo Kirby entra em um ônibus e vai para Nova York bater à porta de Marian Caldwell para descobrir suas origens biológicas e ter as respostas que sempre quis.
Me identifiquei muito com o livro, porque assim como a Kirby eu também sou adotada. Eu também nunca tive problemas com isso, só que diferente da Kirby eu sempre soube quem era e convivi com minha mãe biológica. E achei muito bacana porque meu relacionamento com minha mãe biológica é meio parecido com o que a Kirby constrói com a Marian. E definitivamente, mãe é quem cria.
Adorei o tom de veracidade na história e em vários momentos me perguntei onde foi que a Emily tirou tanta inspiração.
Alguns diálogos não eram lá grandes coisas, mas a essência da história é que me comoveu.
Apesar do conteúdo emotivo, é uma narrativa alegre, bem típica de comédia romântica.