Muffin

No dia 03.11 deixaram essa coisinha linda no meu quintal. Acordei de manhã, o quintal estava molhado (choveu na madrugada) e ele estava miando, assustado, com frio e fome.
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Coloquei-o no banheiro, dei água, comida e amor. No dia seguinte procurei novos pais para ele, mas não apareceu ninguém e no dia que eu o levei no pet-shop ele ficou com as patinhas juntas olhando com cara de “pelo amor de Deus, fica comigo!”
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Uma semana depois, não resistimos, demos um nome e ficamos com ele.
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Acreditamos que Muffin chegou aqui com 4 semanas de vida. Hoje ele está com quase 3 meses, lindo, saudável, sapeca e cheio de amor para dar.
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7 Comentários

    1. Eles adotaram ele depois de um tempo. Não gostaram muito da ideia de dividir comida, mas já superaram o fato. Eles não resistiram à tanta fofura *o*
      Bjuxxxx

  1. Acho uma graça que todos seus filhotes são tigradinhos *-*
    Desde que o Mings sumiu, tô pra adotar dois gatinhos… mas a dor da perda dele ainda tá muito recente, sabe? =/ tudo bem que a culpa foi nossa (do meu pai) que não deixou castrar, ensinou a ir pra rua… enfim. Eu faria tudo diferente se fosse na minha casa…
    Beijos, Poly!

    1. Eu também fiquei mal depois que o meu Nicholas morreu, mas uma semana depois o Cookie apareceu na minha porta e eu não resisti à tanta fofura. A dor da perda fica, mas a gente consegue superar e os peludinhos alegram bem a casa.
      Os daqui não são todos castrados (só a Pudim é), mas não deixamos eles saírem e colocamos medo neles para eles não saírem ou voltarem rápido se escaparem. Sem contar as coleiras e plaquinhas de identificação.
      Já tive vários gatos antes, mas só agora que me dei conta que existem pessoas malvadas no mundo e que fazem maldade com gatos. Aí tomo todos os cuidados com meus “filhotes”.