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  • Segunda Pop: MDNA Tour SP

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    Acho que essa minha viagem p/ SP vai render uns bons trocentos, posts, mas como o mais esperado é sobre o show da Madonna, vamos a ele ^_^
    Os preparativos para o show começaram lá no início do ano quando foi anunciado que a turnê passaria pelo Brasil e começaram as dúvidas: ir? RJ ou SP? Qual setor? Excursão ou particular?
    Mas depois de algumas trocas de mensagens consegui me decidir por assistir ao show em SP, de arquibancada azul com alguns amigos que já conhecia há anos de internet, mas sem ainda não ter visto ao vivo.
    Comprei os ingressos em pré-venda ainda, pelo Ourocard, em abril desse ano. Alguns meses depois comprei as passagens aéreas e fiquei aguardando o dia para partir para a terra da garoa.
    Fui para SP no sábado de tarde, sendo que o show só seria na terça-feira e voltei na quarta à noite. Mas sobre SP fica para outro post.
    Fui para o show com o Leo Manea/Kobain e o Gera. Super tranquilo o esquema de descer na estação Anhangabaú de metrô e pegar a van na Rua Formosa para o Morumbi (5 reais a van). Tudo bem que estava um calor from hell e o chocolate que compramos chegou derretido no estádio, mas não foi de todo ruim.
    Chegamos no Morumbi por volta das 17h e já tinham aberto os portões, então nem pegamos fila, só entramos e fomos escolher um lugar bacana na arquibancada. Conseguimos 3 cadeiras juntas e depois descolei uma na fileira de baixo para a Dele que nos encontrou lá.

    Assim que entramos no estádio e nos acomodamos os dançarinos (e o Rocco) começaram a se apresentar. Eu achei que ia ficar só naquilo, mas então comecei a ouvir uns “Oh my God”. E jurava que era gravação, até a Madonna (em carne, osso e brancura) pisar no palco e começar a passar o som. Ela cantou e dançou Girl Gone Wild toda e já emendou com Revolver e foram mais 4 músicas depois. Não lembro a ordem, mas sei que teve Express yourself e Give me all your luvin’ (e mais um monte). As apresentações das músicas seriam completas se os telões laterais estivessem exibindo as imagens, todos os leds do palco estivessem funcionando e ela e os dançarinos estivessem com o figurino. Fora esses detalhes, a apresentação foi a mesma do show.

    Achei a Tia bem carismática e interativa com o público durante a passagem de som, ela perguntou se era “goxtosa” e aprendeu a falar “é isso aí carailho!”. Ainda conversou com um fã que perguntou se ela poderia cantar Masterpiece e ela respondeu que durante o show sim. Épica!


    Depois que ela saiu do palco tivemos que aguentar um sol quente na moleira, que não queria se por e depois um DJ RUIM que parecia que ia tirar toda nossa energia e alegria e nos mandar para Azkaban como se fosse um dementador.
    Com meia hora de atraso a Véia pisou no palco e começou o espetáculo.


    Eu e o Gera ficamos morrendo de medo no primeiro bloco porque ele é todo sombrio, com sinos de igreja tocando, cenários que lembram igrejas medievais e inquisidores. Totalmente de arrepiar pessoas que tem medo de igrejas góticas como eu.

    As pessoas na arquibancada ficaram sentadas a maior parte do tempo, mas foi normal, pois essa é uma turnê mais teatral, as músicas não são tão dançantes e a interação com o público não é tão constante. A curtição aconteceu mesmo em Like a Prayer, Give me all your luvin’ e Celebration/Give it to me.


    Eu achei que essa não é uma turnê para estádio, é mais para lugares fechados, para as pessoas assistirem sentadas em seus lugares, sem muvuca e tumulto, só para apreciarem o espetáculo. Show da Madonna é sempre uma coisa grandiosa e MDNA não poderia ser diferente. Toda hora apareciam coisas no cenário que eu não sabia de onde vinham e ficava de boca aberta com tudo que acontecia.

    Outro destaque durante o show foi Open your heart, os fãs do Golden Triangle e da pista Premium encheram balões vermelhos em forma de coração e ficaram balançando *_* A Madonna até pegou um durante a apresentação. Foi lindo demais!
    Fiquei triste por ela não ter cantado Like a Virgin nem Love Spent, mas parece que no Morumbi durante a semana os shows têm de terminar até meia-noite. Pelo menos valeu à pena termos assistido à “matinê” da passagem de som.

    Eu gostei mais da Sticky & Sweet Tour, acho que ela combinou mais com o clima brasileiro de animação que a MDNA, mesmo assim quem foi nessa turnê não se arrependeu, pois é um espetáculo e tanto!
    Diferentemente do U2, em 2011, achei bem mais fácil sair do Morumbi dessa vez e nem tivemos (muita) dificuldade em pegarmos um ônibus para a Av. Paulista. Mas os preços dos alimentos do estádio continuam altos (5 reais uma água, 10 reais um cachorro-quente de salsicha com batata-palha ou um cheeseburger de carne com queijo) e os merchandising oficiais eram bem “pobrinhos”. Não veio o tourbook e achei os designs das camisetas oficiais bem feios.

    Eu não tirei muitas fotos porque pelo visor da minha câmera nova estava achando as fotos ruins, então desanimei de fotografar T_T e o video de Masterpiece ficou com o som ruim porque eu acho que coloquei o dedo no microfone da câmera, que eu não faço a menor ideia onde está localizado.
    As fotos de perto foram tiradas da pista premium por um amigo do Leo.
    Ele postou os comentários do show lá no Viva Forever, quem quiser saber a versão dele, vai lá.

  • São Paulo: compras, baladas e bienal

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    Fui pra São Paulo semana passada com o interesse na Bienal Internacional do Livro, mas como estava com outras 3 pessoas, tive que fazer outros programas nada a ver comigo também.
    Enfim, vamos lá…
    Chegamos na quinta-feira pela manhã, almoçamos no Bon Rá, no Bom Retiro. Depois fui andar com a mulherada para elas fazerem compras para as lojas.
    A noite saímos para jantar na Pizzaria Famiglia Mancinni. O lugar é um espetáculo de fofo, o atendimento é ótimo e tem uma musiquinha ambiente maravilhosa. Mas achei caro. Já comi pizzas melhores pagando metade do preço.

    Por mim, depois da pizza eu iria pro hotel dormir, mas as amigues queriam curtir a noite paulistana e me arrastaram para um pagode na Vila Madalena. Odeio pagode, não conheço as músicas, não sei dançar e não faço a menor questão de conhecer/aprender. Também odiei o fato de ficar “capixabando” pela rua, andando de um lado para o outro, como se estivesse no Triângulo, na Praia do Canto, procurando algum conhecido. ¬¬ Pedi uma Piñacolada no bar Praça e ficamos um pouco lá. Meu drink é melhor (faço com fruta natural), mas pelo menos tinha álcool pra que eu me esquecesse da balada ruim.

    Não satisfeitas com a balada, fomos para a Villa Country. Novamente: não gosto de música sertaneja, odeio sertanejo universitário, não conheço nenhuma música e não faço a menor questão de conhecer, não sei dançar e não quero aprender.
    Fora a música, o lugar é muito legal, enorme. Lembra um pouco o West Selvagem do Beto Carrero World. Só que o West Selvagem tem um show bem melhor e toca country americano (Shania Twain *_*).

    No dia seguinte, fomos na 25 de Março e no Mercado Municipal. Comprei umas coisinhas (posto na Mailbox em breve) e quase morri de comer no Mercado. Passamos em frente a uma banca que vendia doces (sorvete, foundue de frutas com chocolate e etc) e a moça perguntou se queríamos provar os doces, ela ia nos entregando cada coisa boa! Trufa de chocolate, brigadeiro de colher, camafeu de nozes, tiramissu… peguei o de nozes DUAS vezes (fomos lá 2 vezes). Paramos em frente à banca do Juca e o vendedor nos dava TODAS AS FRUTAS da banca para provar. E depois de tanto comer, ainda fomos comer bolinho de bacalhau. O do Hocca Bar é ótimo (e gigante!). Não comi, mas provei o da amiga.
    À noite, fomos comemorar meu aniversário no Dive Bar, que o Leo Manea indicou (só que ele acabou não indo #fail) e encontrei com a Maíra e o Marcelo \o/
    O atendimento do Dive não é grandes coisas, mas o Apple Frizz (?), um drink de maçã verde, é uma delícia! Lembra gosto de bala. Deve ser legal para ir com mais gente para brincar no fliperama ou jogar sinuca, mas não era nosso clima.
    Saímos de lá e fomos para um bar de música latina, Rey Castro. Esse eu gostei. Lugar legal, música boa ao vivo, preço bacana. Mas eu já tinha comido e bebibo tanto que não quis consumir nada. Tem uma banda que toca ao vivo (muita Shakira, Ricky Martin e Alejandro Sans) e no intervalo tem DJ e um professor ensinando uns passos de dança. É a melhor parte. Me diverti muito vendo as pessoas dançando. E ainda ganhei uma tequila. ^^

    No sábado, eu fugi das mulheres compradoras com o Leo e fui para a Bienal do Livro (post em breve). Andei por lá o dia inteiro e à tardinha encontrei com as amigas de viagem e voltamos para o hotel.

    De noite fomos jantar no Walter Mancini Ristorante (elas gostaram da Famiglia Mancini) e novamente, lugar bonitinho, música boa, comida gostosa, mas nada excelente. É um tipo de Spoletto com música ao vivo. Se paga pelo ambiente, não pela comida.
    .
    E por último, não poderia deixar de comentar sobre o hotel (Normandie): nunca estive em lugar pior na minha vida. Corredores iguais labirintos, quartos feios, banheiros feios (piso velho, encardido, não tem box, só cortininha de plástico e a localização do papel higiênico é péssima), localização ruim (longe dos lugares para sair, local inseguro e nenhum taxista conhecia). Pelo menos era bem limpinho, wi-fi era grátis e os recepcionistas se mostraram simpáticos (o que não é difícil quando se compara com capixabas).
    Te vejo em dezembro, São Paulo.

    Endereço dos lugares visitados:
    BON RÁ
    Rua dos Italianos 198, São Paulo

    PIZZARIA FAMIGLIA MANCINI/ WALTER MANCINI RISTORANTE
    Rua Avanhandava, Bela Vista – São Paulo

    BAR PRAÇA
    Rua Aspicuelta, 585, Vila Madalena – São Paulo

    VILLA COUNTRY
    Av. Francisco Matarazzo, 774, Água Branca – São Paulo

    MERCADO MUNICIPAL
    Rua da Cantareira, 306

    DIVE BAR & DINER
    Rua Augusta, 2559, Jardim Paulista – São Paulo

    REY CASTRO
    Rua Jesuíno Cardoso, 181, Vila Olímpia, São Paulo

    HOTEL NORMANDIE
    Avenida Ipiranga, 1187 – Sta. Efigênia, São Paulo

  • 2 anos do Miguel

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    Meu afilhadinho de consagração completou 2 anos e teve direito à festa no cerimonial infantil e tudo. O tema foi a febre entre as crianças pequenas: A GALINHA PINTADINHA.



    Adoro festa de criança! Nunca comi tanto na minha vida, mas tinha tanta coisa boa e gostosa no buffet que não dava para recusar. Tinha até CHURROS e AÇAÍ COM GRANOLA, LEITE CONDENSADO E LEITE NINHO o_O
    O bolo era quente com sorvete de creme e calda de chocolate *_*
    Fora os docinhos gostosos e as lembrancinhas que a gente trouxe para casa (uma caixinha de ovos com brigadeiros para os adultos e uma necessaire para as crianças). Delícia demais!

    Parabéns para esse senhor de 2 anos, super inteligente e lindo!
    E também para a mamãe super criativa que planejou tão bem a festa e pro papai babão que até perdeu a voz de tanto aproveitar a festa :D