22ª Bienal do Livro de SP

Fui na Bienal no sábado, dia 18. Fui com meu amigo Leo Manea. Fomos de metrô até a Rodoviária do Tietê de lá pegamos um ônibus de graça para a Bienal. A fila para os ônibus estava ENORME, mas andava bem rápido, então quase não esperamos para entrar no ônibus. Ônibus de viagem, confortável e com ar-condicionado.
Chegamos lá e tinha uma fila enorme para a bilheteria, mas perguntamos para um moço lá e ele nos indicou outra bilheteria vazia, compramos o ingresso e entramos rapidinho depois disso. Só que andamos um pouco, pois o pavilhão é gigante.
Assim que chegamos resolvemos comer alguma coisa (já era meio-dia) e as filas e os preços estavam absurdos.
Fomos em alguns estandes e nos perdemos procurando alguma editora italiana (achamos francesa, alemã, árabe, japonesa, espanhola, mas não vimos nada italiano).
Um dos primeiros estandes que fomos e olhamos tudo foi o do Grupo Editorial Pensamento


Os títulos do grupo são bons, conheci uns bem legais e eu fiquei louca de vontade de comprar, mas os preços não me atraíram tanto.
Um estande que AMEI ir foi o da Novo Conceito. Além de ser um dos mais bonitos, os vendedores eram os mais simpáticos e o espaço dos blogueiros era tudo! Ideia genial de criar um lugarzinho para gente na Bienal *-*



Foi o que eu passei maior parte do tempo, pois às 17h o Leo foi embora e eu fiquei esperando minhas amigas e o autógrafo da Lucinda Riley. Conheci várias blogueiras que nunca tinha visto na vida e ficamos conversando.

Minha senha era 108 para o autógrafo, mas uma blogueira conseguiu uma mais baixa e me deu a dela (70), então rapidinho peguei meu autógrafo. A Lucinda é uma fofa e tem um sotaque britânico lindo!
Bati o maior papo com ela e até esqueci de tirar foto #aloka. Falei que ela lembra a Emma Bunton, porque as duas são adoráveis e ela fez cara de sentaláClaudia. O livro novo sai em outubro e ela disse que vai voltar aqui :D
PS: que ela me chamou de Miss Polypop


Fui no estande da Ediouro (Editoras: Agir, Nova Fronteira e Thomas Nelson) e me cadastrei para receber informações do novo livro da JK Rowling *-*


O estande da Record estava LOTADO. Mas eu tive que passar e comprar uns livrinhos. Comprei Origens (Diários de Stefan, volume 1) por 10 reais! Vários outros livros legais estavam por esse preço, mas como não estavam na minha wishlist não trouxe para casa.
As maiores filas para pagar eram da Record, Novo Conceito e Intrínseca (que eu vi).
Aliás, eu só passei em frente ao estande da Intrínseca. Não tive coragem de encarar a multidão.
O estande da LeYa também estava legal. Tinha um trono de ferro para a gente tirar fotos e teve uma hora que um arqueiro estava lá fotografando com a galera. Nem fez fila, né?!

Falando em fila, na hora dos autógrafos as filas triplicavam de tamanho. A da Novo Século para o André Vianco avançava uma ou duas ruas. E a da Alyson Nöel no estande da LeYa também deu uma tumultuada.
Visitei o estande da Arqueiro/Sextante e quase trouxe O Resgate do Tigre para casa, mas estava cansada demais e depois me distraí vendo os livros de autoajuda da Sextante. Não gosto de livros autoajuda, mas os títulos são tão bons que eu tenho que parar e dar uma olhada.
Eu e o Leo também surtamos na Altabooks com aquela coleção “para leigos”. Meu sonho de consumo é ter todos os livros da série.
Foi minha primeira Bienal e quero ir a todas à partir de agora, mas aprendi a lição: um dia só é muito pouco e a maioria dos livros compensa comprar pela internet (Submarino), pois na feira não dá pra dividir no cartão.

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São Paulo: compras, baladas e bienal

Fui pra São Paulo semana passada com o interesse na Bienal Internacional do Livro, mas como estava com outras 3 pessoas, tive que fazer outros programas nada a ver comigo também.
Enfim, vamos lá…
Chegamos na quinta-feira pela manhã, almoçamos no Bon Rá, no Bom Retiro. Depois fui andar com a mulherada para elas fazerem compras para as lojas.
A noite saímos para jantar na Pizzaria Famiglia Mancinni. O lugar é um espetáculo de fofo, o atendimento é ótimo e tem uma musiquinha ambiente maravilhosa. Mas achei caro. Já comi pizzas melhores pagando metade do preço.

Por mim, depois da pizza eu iria pro hotel dormir, mas as amigues queriam curtir a noite paulistana e me arrastaram para um pagode na Vila Madalena. Odeio pagode, não conheço as músicas, não sei dançar e não faço a menor questão de conhecer/aprender. Também odiei o fato de ficar “capixabando” pela rua, andando de um lado para o outro, como se estivesse no Triângulo, na Praia do Canto, procurando algum conhecido. ¬¬ Pedi uma Piñacolada no bar Praça e ficamos um pouco lá. Meu drink é melhor (faço com fruta natural), mas pelo menos tinha álcool pra que eu me esquecesse da balada ruim.

Não satisfeitas com a balada, fomos para a Villa Country. Novamente: não gosto de música sertaneja, odeio sertanejo universitário, não conheço nenhuma música e não faço a menor questão de conhecer, não sei dançar e não quero aprender.
Fora a música, o lugar é muito legal, enorme. Lembra um pouco o West Selvagem do Beto Carrero World. Só que o West Selvagem tem um show bem melhor e toca country americano (Shania Twain *_*).

No dia seguinte, fomos na 25 de Março e no Mercado Municipal. Comprei umas coisinhas (posto na Mailbox em breve) e quase morri de comer no Mercado. Passamos em frente a uma banca que vendia doces (sorvete, foundue de frutas com chocolate e etc) e a moça perguntou se queríamos provar os doces, ela ia nos entregando cada coisa boa! Trufa de chocolate, brigadeiro de colher, camafeu de nozes, tiramissu… peguei o de nozes DUAS vezes (fomos lá 2 vezes). Paramos em frente à banca do Juca e o vendedor nos dava TODAS AS FRUTAS da banca para provar. E depois de tanto comer, ainda fomos comer bolinho de bacalhau. O do Hocca Bar é ótimo (e gigante!). Não comi, mas provei o da amiga.
À noite, fomos comemorar meu aniversário no Dive Bar, que o Leo Manea indicou (só que ele acabou não indo #fail) e encontrei com a Maíra e o Marcelo \o/
O atendimento do Dive não é grandes coisas, mas o Apple Frizz (?), um drink de maçã verde, é uma delícia! Lembra gosto de bala. Deve ser legal para ir com mais gente para brincar no fliperama ou jogar sinuca, mas não era nosso clima.
Saímos de lá e fomos para um bar de música latina, Rey Castro. Esse eu gostei. Lugar legal, música boa ao vivo, preço bacana. Mas eu já tinha comido e bebibo tanto que não quis consumir nada. Tem uma banda que toca ao vivo (muita Shakira, Ricky Martin e Alejandro Sans) e no intervalo tem DJ e um professor ensinando uns passos de dança. É a melhor parte. Me diverti muito vendo as pessoas dançando. E ainda ganhei uma tequila. ^^

No sábado, eu fugi das mulheres compradoras com o Leo e fui para a Bienal do Livro (post em breve). Andei por lá o dia inteiro e à tardinha encontrei com as amigas de viagem e voltamos para o hotel.

De noite fomos jantar no Walter Mancini Ristorante (elas gostaram da Famiglia Mancini) e novamente, lugar bonitinho, música boa, comida gostosa, mas nada excelente. É um tipo de Spoletto com música ao vivo. Se paga pelo ambiente, não pela comida.
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E por último, não poderia deixar de comentar sobre o hotel (Normandie): nunca estive em lugar pior na minha vida. Corredores iguais labirintos, quartos feios, banheiros feios (piso velho, encardido, não tem box, só cortininha de plástico e a localização do papel higiênico é péssima), localização ruim (longe dos lugares para sair, local inseguro e nenhum taxista conhecia). Pelo menos era bem limpinho, wi-fi era grátis e os recepcionistas se mostraram simpáticos (o que não é difícil quando se compara com capixabas).
Te vejo em dezembro, São Paulo.

Endereço dos lugares visitados:
BON RÁ
Rua dos Italianos 198, São Paulo

PIZZARIA FAMIGLIA MANCINI/ WALTER MANCINI RISTORANTE
Rua Avanhandava, Bela Vista – São Paulo

BAR PRAÇA
Rua Aspicuelta, 585, Vila Madalena – São Paulo

VILLA COUNTRY
Av. Francisco Matarazzo, 774, Água Branca – São Paulo

MERCADO MUNICIPAL
Rua da Cantareira, 306

DIVE BAR & DINER
Rua Augusta, 2559, Jardim Paulista – São Paulo

REY CASTRO
Rua Jesuíno Cardoso, 181, Vila Olímpia, São Paulo

HOTEL NORMANDIE
Avenida Ipiranga, 1187 – Sta. Efigênia, São Paulo

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