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30Dec 12

Diário de viagem: SP – parte 3

Parte 1Parte 2
Então chegou o dia da partida.
Marquei de me encontrar com o Leo no metrô Consolação para a gente deixar minhas malas na casa da prima dele na rua Frei Caneca e depois almoçarmos e passearmos pela av. Paulista.
Eu e Leo
Escolhemos almoçar na Lanchonete da Cidade por eles terem um menu bem bacana. Mas da rua Frei Caneca até lá na Alameda Tietê tivemos que andar um bocado e estava um calor infernal em SP naquele dia. Então quando no lugar estávamos mortos de suor, fome e sede. Graças à Deus o ar-condicionado estava bacana e os guaranás vieram gelados. Só fiquei indignada porque não tinha coca-cola!
Pedimos uma batata rústica de entrada (delícia), um Cooper Burger cada e maionese para acompanhar. SEMPRE peçam a maionese para acompanhar o Cooper Burger, ele fica MUITO bom com a maionese temperada deles. É o céu em forma de tempero.
lanchonete da cidade
E a Lanchonete da Cidade é bem bonitinha e bacananinha, segue o estilo temático de decoração do The Fifties, só que enquanto o The Fifties investe na década de 1950, a Lanchonete se inspira na de 1960.
Depois fomos passear na Paulista, mais precisamente na Livraria Cultura, que é um ponto de parada obrigatório para todo fã de livros *-*
Livraria Cultura
Mas para dizer a verdade, eu tinha ido na Cultura do Shopping Bourbon e não achei tanta diferença assim entre as duas. Claro que a da Paulista é maior e tem até um teatro dentro, mas em relação ao acervo e decoração é praticamente o mesmo.
Conhecemos uma amiga do Leo lá e depois fomos no Starbucks. Íamos no do Shopping Center 3, mas a gente estava na entrada do Shopping quando ouvimos tiros lá de dentro e um pessoal saindo correndo o_O Saímos correndo junto e obviamente nem passamos mais lá em frente. Acabamos indo para o do que fica em frente ao metrô Trianon-MASP.
Starbucks
Eu pedi um Caramelo Frappuccino (que é a melhor bebida do mundo! – depois da Coca-Cola) e um Brownie de chocolate com doce de leite. Mas depois que vim embora fiquei com vontade de provar todas as bebidas e comidas. O detalhe é que eu pedi isso tudo pouco tempo depois de quase morrer de comer na Lanchonete da Cidade. #gordamuitomuitosafada
Depois de tanto comer fomos pegar as malas e ir para o Shopping Frei Caneca, onde eu fui esperar meu ônibus para Guarulhos e o Leo pegou um táxi para ir para rodoviária.
O ônibus que eu voltei para o aeroporto é super luxo, o Airport Bus Service. Custa 35 reais, mas o ônibus é super confortável (de viagem mesmo), tem ar-condicionado, TV, mesa para 4 pessoas e água gelada. Ele passa por vários hotéis (mas para parar você tem que fazer sinal) e tem um ponto de parada na Praça da República. Quem vai sozinho e/ou está com bastante bagagem acho que é uma boa opção para se considerar. É mais barato e mais confortável que um táxi comum e eles te deixam dentro do aeroporto.
Cheguei no aeroporto com folga (cheguei as 19h e meu voo era as 21h35), mas foi bom porque eu tive tempo de fazer o check-in e despachar a mala com calma, ir ao banheiro e lanchar no Pizza Hut.
Para quem vai passar pelo aeroporto de Guarulhos Pizza Hut é a melhor opção de fast food para se comer.
Como eu sou muito #gordasafada, meu pedido não poderia ser outro a não ser a refeição mais completa. Veio um pedaço gigante de pizza de pepperoni, cinco bolinhas de calabresa e um copo de refri.
pizza hut
E eu fiquei muito impressionada com coisas que só acontecem em cidades com pessoas educadas. Após fazer meu pedido, a moça percebeu que eu estava sozinha e com as mãos bem ocupadas (com uma mala de mão no carrinho e uma bolsa grande), então ela SAIU DO CAIXA e foi me acompanhar até a mesa, o que significou dizer, que ela ficou comigo procurando uma mesa vazia. Encontrou a mesa para mim, colocou a bandeja na mesa e voltou para o caixa SORRINDO e me desejando uma boa refeição. ISSO NUNCA ACONTECERIA EM VITÓRIA!
Atendentes do Pizza Hut do Aeroporto de Guarulhos, vocês merecem um aumento de salário só pela simpatia, suas lindas!
Então eu terminei de comer, peguei minhas coisas, fui para o portão de embarque e esperei um pouquinho até chamarem meu voo e voltar para casa.
Mas antes de encerrar meu post, eu gostaria de registrar duas coisas legais que eu presenciei enquanto voava. Na viagem de ida, quando estava chegando em São Paulo eu vi uma nuvem de chuva passando pelos lugares. Ver a chuva “andando” de cima é muito divertido! E quando eu estava voltando, na decolagem de Guarulhos eu passei por entre nuvens de tempestade e vi um raio de dentro da nuvem. Fenômenos meteorológicos banais (como chuva e relâmpagos) vistos de cima são muito mais impressionantes :D (e sim, eu tenho medo de voar e não, eu não fiquei com medo dos raios).

OBS: Imagens retiradas dos sites dos estabelecimentos.

29Dec 12

Diário de viagem: SP – parte 2

Parte 1

Continuando minhas aventuras na cidade de luzes ofuscantes…
Quase não dormi de domingo para segunda porque além das expectativas normais da viagem, na segunda-feira eu finalmente iria conhecer o Leo! Quem não sabe, eu conheço o Leo desde 2001, nos conhecemos no fórum das Spice Girls e minha amiga de escola, Mari, o conheceu no fórum da Sakura (que eu também frequentei umas vezes) e ficávamos eu e minha amiga falando dele no recreio. O tempo passou e a gente continuou amigo, pensamos e programamos o encontro diversas vezes, mas só agora ele foi acontecer.
eu e Leo
Combinamos pelo MSN trocentos e cinquenta lugares para a gente comer e montamos um roteirinho na minha agenda fofa (com mapa e tudo!) de onde iríamos na segunda e na quarta.
Marcamos de nos encontrar no metrô Consolação na hora do almoço para irmos comer no The Fifties. Acabamos indo até lá andando e conversando. O encontro foi normal, pelo menos para mim. Era como se a gente estivesse conversando pelo MSN, só que ao vivo e sem precisar teclar. ^_^
The Fifties
No meio do caminho para a lanchonete nos perdemos e passamos duas vezes em frente ao vão do MASP, mas nem foi tão ruim, só aumentou nosso apetite. Pedi o Turkey Burger porque o London não tinha a cebola caramelizada, um suco enorme de melancia e dividimos uma batata frita individual. O que quase matou a gente de tanto comer. Por pouco não encalhamos naquele sofá e ficamos ali até o fim do mundo.
Turkey Burger
Mas nossa lista de lugares para ir no dia só estava começando, então criamos coragem de encarar o sol de novo e fomos para a Liberdade!
Fomos a todas as lojas fofas, livrarias e supermercados do bairro e fizemos a festa *_* Entramos primeiro na Lucky Cat, uma lojinha que tem quase em frente ao metrô da Liba. É uma loja mega fofa e dá vontade de sair comprando tudo que tem lá, mas meu conselho é se controlar e andar mais um pouco (vai lendo…). Depois fomos entrando aleatoriamente em todas papelarias nos arredores, até virarmos na rua dos Estudantes para irmos na Fonomag. E ali, tem a nova perdição em fofura: Tanuki Presentes! Lá tem mais fofura junta que a Lucky Cat e minha mão coçou muito de vontade de comprar tudo, mas novamente, eu só olhei e deixei minhas dilmas guardadas na carteira. E finalmente fomos na Fonomag.
Leo estava procurando livro/revista de Pre Cure e como eu não entendo bulhufas de japonês nem de animes fiquei olhando as capas das revistas de comida, principalmente as que ensinavam a montar bentos fofos #gordasafada.
De lá fomos nos supermercados na missão de encontrar MARSHMALLOW DE PUDIM, mas o máximo que chegamos perto foi de uma etiqueta marcando o preço do produto na prateleira (que estava sem o marshmallow de pudim). Mas em compensação compramos todos os biscoitos de koalas que encontramos e Kit Kat de todos os sabores. Não lembro mais em que supermercado encontramos o que, mas são vários e todos ficam na rua Galvão Bueno, quase que em frente um do outro, então não tem erro.
Ikesaki
Depois eu quis ir na Ikesaki, que é simplesmente a maior loja de produtos de beleza que eu já vi na vida. A loja é enorme, lotada e tem todo tipo de xampu, condicionador, hidratante e ampolas para hidratação de cabelo. Não tive muita paciência de ficar pesquisando as coisas porque além de enorme, a loja estava lotada e as filas para os caixas não davam folga. E olha que são duas lojas na Liba, uma quase que em frente a outra (só fui na que fica na Galvão Bueno), imagino que deva dar um lucro tremendo!
E partimos para os shoppingzinhos. Fomos em um que fica em frente à Ikesaki e no outro que fica ao lado da Ikesaki.
No que fica ao lado, assim que você sobe a rampa, em frente tem uma papelaria cheia de coisas fofas (não sei o nome dessa loja). Principalmente papéis de carta e adesivos. Gostei dos preços dos bloquinhos auto-adesivos e dos papéis de carta. *_* Quase morri de fofura fazendo comprinhas lá. Mas depois de comprar algumas coisas, quis voltar na Tanuki para terminar as compras de fofuras e constatei que os preços na papelaria do shoppingzinho são melhores em alguns produtos.
Bom, depois de uma tarde de compras, é claro que já estávamos com fome de novo, então enquanto esperávamos o Lamen Kazu abrir ficamos andando por ali e descobrimos a Fancy Goods. Uma outra loja bem fofa. Se eu a tivesse visto antes, acho que deixaria várias dilmas por lá, mas agora fica para a próxima.
lamen kazu
Assim que o restaurante abriu para a janta, os dois gordos safados foram entrando e escolhendo um prato de lamen no cardápio. Só que fomos com muita fome ao pote e além do lamen pedimos uma porção de gyoza, achando que seriam um aperitivo para a janta, que seria uma tigelinha de “miojo”. Mas não!
A porção de gyoza é bem generosa (vieram 6 pasteizinhos) e só chegou quando estávamos no meio do lamen, que também vem em uma porção muito generosa. Digo com convicção que aquilo está mais para uma bacia de lamen do que qualquer outra coisa. E é delicioso! O caldinho tem um sabor maravilhoso e os legumes, o macarrão e a carne também são bem saborosos. Sem contar o gyoza que estava ótimo.
Comemos tanto que praticamente voltamos rolando para a avenida Paulista. A vantagem foi que andamos demais, então todas calorias adquiridas foram embora rapidinho e as que não foram ficaram armazenadas para o show da Madonna que encaramos no dia seguinte.

13Dec 12

Diário de viagem: SP sozinha

Então eu fui para SP assistir a um show da Madonna sozinha. Não totalmente sozinha, pois eu estava o tempo todo no celular com vários amigos, mas fisicamente sozinha.
Minha aventura começou quando entrei no avião com destino a Guarulhos – SP. Fui sentada sozinha ao lado de dois estudantes que foram para SP fazer prova de vestibular. Não puxei assunto com eles, porque fui dormindo, mas peguei alguns trechos de conversa que tinham prova e PUC no meio e deduzi que fosse isso.
Para pegar a bagagem mais gente que estava lá para fazer prova, mas dessa vez era para residência em medicina.
Só sei que peguei minha mala e fui em direção aos ônibus que fazem a linha Guarulhos x Metrô Tatuapé. Na saída do aeroporto eles te informam onde fica o ônibus, mas como eu já sabia o caminho mais ou menos, saí do aeroporto e virei à esquerda e fui andando até encontrar uma plaquinha que indicava que o ônibus iria para o Tatuapé.
Paguei a passagem (R$4,30) e fui sentadinha até o metrô. Desembarquei no Tatuapé, subi a escada rolante, enfrentei a zona da estação entre dois shoppings às 18h30 de um sábado, comprei meus bilhetes e fui em direção ao embarque do metrô.
Como eu estava hospedada próximo à avenida Paulista, peguei o metrô sentido Barra-Funda, desci na estação República, fiz a transferência para a linha amarela do metrô e desci na estação Paulista. Para minha sorte, meu hotel (Ibis Budget Paulista – antigo Formule 1) ficava exatamente do lado da estação. Gastei R$7,30 e demorei cerca de 1h30 no percurso que sairia bem mais caro se fosse de táxi.
Fiz o check-in no hotel, que já estava reservado, e fui para o meu quarto. Já fiquei hospeda inúmeras vezes em hotéis, mas completamente sozinha foi a primeira vez e recomendo a experiência. Eu que não sou acostumada a dividir nada (filha única) aprovei a ideia de continuar não precisando dividir nada.
O meu quarto era bonitinho, pequenininho, limpinho e arrumadinho. Só tinha a cama, a TV, uma mesa com cadeira, o sanitário com porta, uma pia e o chuveiro. Nada além do necessário.
Ibis Budget Paulista
A única desvantagem era a falta do frigobar no quarto, toda vez que eu queria beber água gelada ou comer alguma coisa precisava descer na recepção e comprar as coisas. A vantagem era que a recepção contava com uma loja de conveniências cheia de produtos.
O café da manhã no hotel era a parte, mas como eu não sou muito de comer de manhã, nem paguei os R$10,00 da refeição. No primeiro dia fui tomar café da manhã na padaria Bella Paulista, que fica bem pertinho de lá, e aproveitei e comprei uns pãezinhos para deixar no quarto e comer caso sentisse fome. Foi o que garantiu meu café da manhã nos próximos dias. Comia ali, assistindo TV, antes mesmo de levantar da cama. Maravilha!
Nunca tinha ido na Bella Paulista, mas quando vi pela internet que era uma padaria que tinha de tudo, decidi que deveria visitar! Para quem mora em um lugar que padaria é lugar de pão e fim de história, uma no nível de ficar aberta 24h, ter pizza, sanduíches e sorvetes é quase o paraíso. E o mais incrível é que ela fica constantemente cheia (inimaginável por aqui!). Mas apesar disso tudo, não achei as coisas assim tão mais saborosas. Comi um pão de queijo que tem o mesmo gosto dos pães de queijo vendidos nos aeroportos e tomei um suco de laranja, esse pelo menos era docinho e gostoso, mesmo sem adicionar açúcar. Os pãezinhos de coco que comprei não eram nada de outro mundo, apesar de terem uma aparência ótima e serem gostosinhos.
Bella Paulista
No domingo dia 03 eu decidi almoçar no America, pois era bem perto do hotel e do metrô Consolação e de lá eu poderia ir para outros lugares facilmente.
Pedi o prato Liberty, um filé de frango ao molho de champignon, salada de alface e batatas fritas para acompanhar. Não gostei das batatas, estavam encharcadas e com gosto de gordura, mas o frango estava muito gostoso. O atendimento foi maravilhoso e não precisei esperar quase nada.
De sobremesa pedi um frozen iogurte com calda de chocolate e farofa crocante de amendoim com chantili. É tão bom que tive orgasmos gustativos múltiplos!
America
De lá fui ao Shopping Bourbon Pompéia (fui de metrô até a estação Barra-Funda/Palmeiras e peguei um taxi do metrô até o shopping) só para matar minha curiosidade de conhecer o Café da Hello Kitty. Comi um pão de mel L-I-N-D-O lá. E tomei um macchiato. Achei o pão de mel bem gostoso, mas tirando o formato fofo, não tem nada de diferente dos que eu já comi por aí. O café eu achei que estava um pouco frio. Na hora eu nem reparei na temperatura, mas quando penso que eu o tomei rapidamente sem esperar esfriar percebo que estava apenas morno (eu sou a pessoa mais fresca para tomar bebidas quentes, demoro décadas para beber). E eu só tomei o café porque o único sabor de chá que tinha era de limão. E o estoque das comidinhas estava no fim, então nem me animei de comer muitas coisas.
foto do Just Lia
E no fim do dia para encerrar a comilança, fui no restaurante japonês Irori, que fica na Alameda Jaú. O lugar é bonitinho, mas o atendimento é péssimo. Quase fui chutada de lá quando terminei de comer e pedi a conta.
irori
Tirando a foto do hotel que eu mesma fotografei quando cheguei, nenhum das fotos é de minha autoria. Tudo do Google, dos sites dos lugares que fui e do Just Lia.

10Dec 12

Segunda Pop: MDNA Tour SP

Acho que essa minha viagem p/ SP vai render uns bons trocentos, posts, mas como o mais esperado é sobre o show da Madonna, vamos a ele ^_^
Os preparativos para o show começaram lá no início do ano quando foi anunciado que a turnê passaria pelo Brasil e começaram as dúvidas: ir? RJ ou SP? Qual setor? Excursão ou particular?
Mas depois de algumas trocas de mensagens consegui me decidir por assistir ao show em SP, de arquibancada azul com alguns amigos que já conhecia há anos de internet, mas sem ainda não ter visto ao vivo.
Comprei os ingressos em pré-venda ainda, pelo Ourocard, em abril desse ano. Alguns meses depois comprei as passagens aéreas e fiquei aguardando o dia para partir para a terra da garoa.
Fui para SP no sábado de tarde, sendo que o show só seria na terça-feira e voltei na quarta à noite. Mas sobre SP fica para outro post.
Fui para o show com o Leo Manea/Kobain e o Gera. Super tranquilo o esquema de descer na estação Anhangabaú de metrô e pegar a van na Rua Formosa para o Morumbi (5 reais a van). Tudo bem que estava um calor from hell e o chocolate que compramos chegou derretido no estádio, mas não foi de todo ruim.
Chegamos no Morumbi por volta das 17h e já tinham aberto os portões, então nem pegamos fila, só entramos e fomos escolher um lugar bacana na arquibancada. Conseguimos 3 cadeiras juntas e depois descolei uma na fileira de baixo para a Dele que nos encontrou lá.

Assim que entramos no estádio e nos acomodamos os dançarinos (e o Rocco) começaram a se apresentar. Eu achei que ia ficar só naquilo, mas então comecei a ouvir uns “Oh my God”. E jurava que era gravação, até a Madonna (em carne, osso e brancura) pisar no palco e começar a passar o som. Ela cantou e dançou Girl Gone Wild toda e já emendou com Revolver e foram mais 4 músicas depois. Não lembro a ordem, mas sei que teve Express yourself e Give me all your luvin’ (e mais um monte). As apresentações das músicas seriam completas se os telões laterais estivessem exibindo as imagens, todos os leds do palco estivessem funcionando e ela e os dançarinos estivessem com o figurino. Fora esses detalhes, a apresentação foi a mesma do show.

Achei a Tia bem carismática e interativa com o público durante a passagem de som, ela perguntou se era “goxtosa” e aprendeu a falar “é isso aí carailho!”. Ainda conversou com um fã que perguntou se ela poderia cantar Masterpiece e ela respondeu que durante o show sim. Épica!


Depois que ela saiu do palco tivemos que aguentar um sol quente na moleira, que não queria se por e depois um DJ RUIM que parecia que ia tirar toda nossa energia e alegria e nos mandar para Azkaban como se fosse um dementador.
Com meia hora de atraso a Véia pisou no palco e começou o espetáculo.


Eu e o Gera ficamos morrendo de medo no primeiro bloco porque ele é todo sombrio, com sinos de igreja tocando, cenários que lembram igrejas medievais e inquisidores. Totalmente de arrepiar pessoas que tem medo de igrejas góticas como eu.

As pessoas na arquibancada ficaram sentadas a maior parte do tempo, mas foi normal, pois essa é uma turnê mais teatral, as músicas não são tão dançantes e a interação com o público não é tão constante. A curtição aconteceu mesmo em Like a Prayer, Give me all your luvin’ e Celebration/Give it to me.


Eu achei que essa não é uma turnê para estádio, é mais para lugares fechados, para as pessoas assistirem sentadas em seus lugares, sem muvuca e tumulto, só para apreciarem o espetáculo. Show da Madonna é sempre uma coisa grandiosa e MDNA não poderia ser diferente. Toda hora apareciam coisas no cenário que eu não sabia de onde vinham e ficava de boca aberta com tudo que acontecia.

Outro destaque durante o show foi Open your heart, os fãs do Golden Triangle e da pista Premium encheram balões vermelhos em forma de coração e ficaram balançando *_* A Madonna até pegou um durante a apresentação. Foi lindo demais!
Fiquei triste por ela não ter cantado Like a Virgin nem Love Spent, mas parece que no Morumbi durante a semana os shows têm de terminar até meia-noite. Pelo menos valeu à pena termos assistido à “matinê” da passagem de som.

Eu gostei mais da Sticky & Sweet Tour, acho que ela combinou mais com o clima brasileiro de animação que a MDNA, mesmo assim quem foi nessa turnê não se arrependeu, pois é um espetáculo e tanto!
Diferentemente do U2, em 2011, achei bem mais fácil sair do Morumbi dessa vez e nem tivemos (muita) dificuldade em pegarmos um ônibus para a Av. Paulista. Mas os preços dos alimentos do estádio continuam altos (5 reais uma água, 10 reais um cachorro-quente de salsicha com batata-palha ou um cheeseburger de carne com queijo) e os merchandising oficiais eram bem “pobrinhos”. Não veio o tourbook e achei os designs das camisetas oficiais bem feios.

Eu não tirei muitas fotos porque pelo visor da minha câmera nova estava achando as fotos ruins, então desanimei de fotografar T_T e o video de Masterpiece ficou com o som ruim porque eu acho que coloquei o dedo no microfone da câmera, que eu não faço a menor ideia onde está localizado.
As fotos de perto foram tiradas da pista premium por um amigo do Leo.
Ele postou os comentários do show lá no Viva Forever, quem quiser saber a versão dele, vai lá.

22Aug 12

22ª Bienal do Livro de SP

Fui na Bienal no sábado, dia 18. Fui com meu amigo Leo Manea. Fomos de metrô até a Rodoviária do Tietê de lá pegamos um ônibus de graça para a Bienal. A fila para os ônibus estava ENORME, mas andava bem rápido, então quase não esperamos para entrar no ônibus. Ônibus de viagem, confortável e com ar-condicionado.
Chegamos lá e tinha uma fila enorme para a bilheteria, mas perguntamos para um moço lá e ele nos indicou outra bilheteria vazia, compramos o ingresso e entramos rapidinho depois disso. Só que andamos um pouco, pois o pavilhão é gigante.
Assim que chegamos resolvemos comer alguma coisa (já era meio-dia) e as filas e os preços estavam absurdos.
Fomos em alguns estandes e nos perdemos procurando alguma editora italiana (achamos francesa, alemã, árabe, japonesa, espanhola, mas não vimos nada italiano).
Um dos primeiros estandes que fomos e olhamos tudo foi o do Grupo Editorial Pensamento


Os títulos do grupo são bons, conheci uns bem legais e eu fiquei louca de vontade de comprar, mas os preços não me atraíram tanto.
Um estande que AMEI ir foi o da Novo Conceito. Além de ser um dos mais bonitos, os vendedores eram os mais simpáticos e o espaço dos blogueiros era tudo! Ideia genial de criar um lugarzinho para gente na Bienal *-*



Foi o que eu passei maior parte do tempo, pois às 17h o Leo foi embora e eu fiquei esperando minhas amigas e o autógrafo da Lucinda Riley. Conheci várias blogueiras que nunca tinha visto na vida e ficamos conversando.

Minha senha era 108 para o autógrafo, mas uma blogueira conseguiu uma mais baixa e me deu a dela (70), então rapidinho peguei meu autógrafo. A Lucinda é uma fofa e tem um sotaque britânico lindo!
Bati o maior papo com ela e até esqueci de tirar foto #aloka. Falei que ela lembra a Emma Bunton, porque as duas são adoráveis e ela fez cara de sentaláClaudia. O livro novo sai em outubro e ela disse que vai voltar aqui :D
PS: que ela me chamou de Miss Polypop


Fui no estande da Ediouro (Editoras: Agir, Nova Fronteira e Thomas Nelson) e me cadastrei para receber informações do novo livro da JK Rowling *-*


O estande da Record estava LOTADO. Mas eu tive que passar e comprar uns livrinhos. Comprei Origens (Diários de Stefan, volume 1) por 10 reais! Vários outros livros legais estavam por esse preço, mas como não estavam na minha wishlist não trouxe para casa.
As maiores filas para pagar eram da Record, Novo Conceito e Intrínseca (que eu vi).
Aliás, eu só passei em frente ao estande da Intrínseca. Não tive coragem de encarar a multidão.
O estande da LeYa também estava legal. Tinha um trono de ferro para a gente tirar fotos e teve uma hora que um arqueiro estava lá fotografando com a galera. Nem fez fila, né?!

Falando em fila, na hora dos autógrafos as filas triplicavam de tamanho. A da Novo Século para o André Vianco avançava uma ou duas ruas. E a da Alyson Nöel no estande da LeYa também deu uma tumultuada.
Visitei o estande da Arqueiro/Sextante e quase trouxe O Resgate do Tigre para casa, mas estava cansada demais e depois me distraí vendo os livros de autoajuda da Sextante. Não gosto de livros autoajuda, mas os títulos são tão bons que eu tenho que parar e dar uma olhada.
Eu e o Leo também surtamos na Altabooks com aquela coleção “para leigos”. Meu sonho de consumo é ter todos os livros da série.
Foi minha primeira Bienal e quero ir a todas à partir de agora, mas aprendi a lição: um dia só é muito pouco e a maioria dos livros compensa comprar pela internet (Submarino), pois na feira não dá pra dividir no cartão.

20Aug 12

São Paulo: compras, baladas e bienal

Fui pra São Paulo semana passada com o interesse na Bienal Internacional do Livro, mas como estava com outras 3 pessoas, tive que fazer outros programas nada a ver comigo também.
Enfim, vamos lá…
Chegamos na quinta-feira pela manhã, almoçamos no Bon Rá, no Bom Retiro. Depois fui andar com a mulherada para elas fazerem compras para as lojas.
A noite saímos para jantar na Pizzaria Famiglia Mancinni. O lugar é um espetáculo de fofo, o atendimento é ótimo e tem uma musiquinha ambiente maravilhosa. Mas achei caro. Já comi pizzas melhores pagando metade do preço.

Por mim, depois da pizza eu iria pro hotel dormir, mas as amigues queriam curtir a noite paulistana e me arrastaram para um pagode na Vila Madalena. Odeio pagode, não conheço as músicas, não sei dançar e não faço a menor questão de conhecer/aprender. Também odiei o fato de ficar “capixabando” pela rua, andando de um lado para o outro, como se estivesse no Triângulo, na Praia do Canto, procurando algum conhecido. ¬¬ Pedi uma Piñacolada no bar Praça e ficamos um pouco lá. Meu drink é melhor (faço com fruta natural), mas pelo menos tinha álcool pra que eu me esquecesse da balada ruim.

Não satisfeitas com a balada, fomos para a Villa Country. Novamente: não gosto de música sertaneja, odeio sertanejo universitário, não conheço nenhuma música e não faço a menor questão de conhecer, não sei dançar e não quero aprender.
Fora a música, o lugar é muito legal, enorme. Lembra um pouco o West Selvagem do Beto Carrero World. Só que o West Selvagem tem um show bem melhor e toca country americano (Shania Twain *_*).

No dia seguinte, fomos na 25 de Março e no Mercado Municipal. Comprei umas coisinhas (posto na Mailbox em breve) e quase morri de comer no Mercado. Passamos em frente a uma banca que vendia doces (sorvete, foundue de frutas com chocolate e etc) e a moça perguntou se queríamos provar os doces, ela ia nos entregando cada coisa boa! Trufa de chocolate, brigadeiro de colher, camafeu de nozes, tiramissu… peguei o de nozes DUAS vezes (fomos lá 2 vezes). Paramos em frente à banca do Juca e o vendedor nos dava TODAS AS FRUTAS da banca para provar. E depois de tanto comer, ainda fomos comer bolinho de bacalhau. O do Hocca Bar é ótimo (e gigante!). Não comi, mas provei o da amiga.
À noite, fomos comemorar meu aniversário no Dive Bar, que o Leo Manea indicou (só que ele acabou não indo #fail) e encontrei com a Maíra e o Marcelo \o/
O atendimento do Dive não é grandes coisas, mas o Apple Frizz (?), um drink de maçã verde, é uma delícia! Lembra gosto de bala. Deve ser legal para ir com mais gente para brincar no fliperama ou jogar sinuca, mas não era nosso clima.
Saímos de lá e fomos para um bar de música latina, Rey Castro. Esse eu gostei. Lugar legal, música boa ao vivo, preço bacana. Mas eu já tinha comido e bebibo tanto que não quis consumir nada. Tem uma banda que toca ao vivo (muita Shakira, Ricky Martin e Alejandro Sans) e no intervalo tem DJ e um professor ensinando uns passos de dança. É a melhor parte. Me diverti muito vendo as pessoas dançando. E ainda ganhei uma tequila. ^^

No sábado, eu fugi das mulheres compradoras com o Leo e fui para a Bienal do Livro (post em breve). Andei por lá o dia inteiro e à tardinha encontrei com as amigas de viagem e voltamos para o hotel.

De noite fomos jantar no Walter Mancini Ristorante (elas gostaram da Famiglia Mancini) e novamente, lugar bonitinho, música boa, comida gostosa, mas nada excelente. É um tipo de Spoletto com música ao vivo. Se paga pelo ambiente, não pela comida.
.
E por último, não poderia deixar de comentar sobre o hotel (Normandie): nunca estive em lugar pior na minha vida. Corredores iguais labirintos, quartos feios, banheiros feios (piso velho, encardido, não tem box, só cortininha de plástico e a localização do papel higiênico é péssima), localização ruim (longe dos lugares para sair, local inseguro e nenhum taxista conhecia). Pelo menos era bem limpinho, wi-fi era grátis e os recepcionistas se mostraram simpáticos (o que não é difícil quando se compara com capixabas).
Te vejo em dezembro, São Paulo.

Endereço dos lugares visitados:
BON RÁ
Rua dos Italianos 198, São Paulo

PIZZARIA FAMIGLIA MANCINI/ WALTER MANCINI RISTORANTE
Rua Avanhandava, Bela Vista – São Paulo

BAR PRAÇA
Rua Aspicuelta, 585, Vila Madalena – São Paulo

VILLA COUNTRY
Av. Francisco Matarazzo, 774, Água Branca – São Paulo

MERCADO MUNICIPAL
Rua da Cantareira, 306

DIVE BAR & DINER
Rua Augusta, 2559, Jardim Paulista – São Paulo

REY CASTRO
Rua Jesuíno Cardoso, 181, Vila Olímpia, São Paulo

HOTEL NORMANDIE
Avenida Ipiranga, 1187 – Sta. Efigênia, São Paulo

13Apr 11

São Paulo: the city of blinding lights

No último fim de semana fui à São Paulo para assistir ao show do U2 e ver minha amiga Maíra.
Cheguei na sexta-feira, em Guarulhos, bem na hora do hush. Meu amigo Leo foi me buscar (de ônibus) e demorou quase 1h e meia para chegar lá. Marcamos de encontrar com a Má as 20h, mas só chegamos às 21h.
Nos encontramos no Shopping Boulevard Tatuapé, que fica perto da casa da Má (Casinha) e fomos lanchar, pois todo mundo estava arco-íris de fome!


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