Filme: Thor: O Mundo Sombrio

Thor: O Mundo Sombrio (Thor: The Dark World)
(5/5)
2013

Enquanto Thor (Chris Hemsworth) liderava as últimas batalhas para conquistar a paz entre os Nove Reinos, o maldito elfo negro Malekith (Christopher Eccleston) acordava de um longo sono, sedento de vingança e louco para levar todos para a escuridão eterna querendo de volta o Éter. Alertado do perigo por Odin (Anthony Hopkins), o herói precisa contar com a ajuda dos companheiros Volstagg (Ray Stevenson), Sif (Jaimie Alexander), entre outros, e até de seu irmão, o traiçoeiro Loki (Tom Hiddleston), em um plano audacioso para salvar o universo do grande mal.

Enquanto isso, Jane Foster tenta lidar com a ausência de Thor e encontrar com outros homens, mas nenhum é bom o bastante. Então, ela abandona um encontro e segue a ciência, uma coisa na sua vida que parece ter futuro. Jane acaba indo parar em outra dimensão por uns instantes e ao retornar se depara com Thor e descobre que sua vida está em perigo.

Eu jurava que eu tinha escrito uma resenha de Thor: O Mundo Sombrio lá em 2013 quando eu assisti porque eu gostei muito dele na época (e gosto até hoje) – e assisti no cinema. Tem drama, ação, comédia e romance, tudo na medida certa. Os personagens enfrentam dramas internos, há uma certa complexidade, mas tudo vem de forma leve.

Além disso, tem o Thor em sua ótima forma, o melhor vilão de todos, Loki (que não é o vilão deste filme) e o cenário da luta final é Londres. Quase tudo é perfeito neste filme.

O sacrifício da Frigga é digníssimo. A cena do funeral sempre (quase) me faz chorar, é muito linda. E depois quando o Loki mostra como ele está de verdade, é de partir o coração. Ele amava a mãe adotiva de verdade e a perda dela impactou a todos em Asgard.

E as cenas da fuga de Asgard, a luta com Malekith (um vilão bom e coerente) e depois tudo o que acontece com o Éter. É uma sequência de ações maravilhosas.

Conhecendo o “desfecho” dos Vingadores, à partir deste filme já começamos a ver o perigo chegando e o coração já começa a apertar.

Não dá para parar o Thanos agora não?! T_T

Ficha Técnica

  • Direção: Alan Taylor
  • Roteiro: Christopher Yost, Christopher Markus
  • Produção: Kevin Feige
  • Duração: 111 minutos
  • Classificação: 10 anos
  • Elenco: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Anthony Hopkins, Idris Elba, Kat Dennings, Rene Russo, Stellan Skarsgård, Christopher Eccleston, Jaimie Alexander, Ray Stevenson, Tadanobu Asano, Zachary Levi, Benicio Del Toro, Chris Evans, Chris O’Dowd
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Filmes: O Menino Que Matou Meus Pais e A Menina Que Matou Os Pais

Talvez eu devesse escrever um post sobre cada filme em separado, mas eu assisti aos dois em sequência e um complementa o outro, então vou fazer um post duplo com os dois filmes.

Assista aos filmes no Amazon Prime Video.

O Menino Que Matou Meus Pais

(4/5)
2021

O Menino que Matou Meus Pais é a perspectiva de Suzane Von Richthofen (Carla Diaz), que em 2002, foi acusada junto ao seu namorado, Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt), de cometer o brutal assassinato de seus pais, Manfred Von Richthofen (Leonardo Medeiros) e Marísia von Richthofen (Vera Zimmermann), caso criminal que chocou o país.

De acordo com o diretor, devemos começar a assistir por este filme. Mas quando eu fui assistir, minha Amazon só quis exibir o outro primeiro, mas faz mais sentido começar por este.

Quem acompanhou a repercussão em 2002 e depois o julgamento fica até com preguiça desse filme. Ele é baseado no depoimento que a Suzane deu, é o que está escrito no processo, então é a visão que ela diz ter do Daniel e conhecendo bem o caso, a gente sabe que é tudo balela e como a Suzane é dissimulada.

Todo papinho de “eu era virgem”, “eu tinha um lindo relacionamento com minha mãe”, “eu nem sabia o que era maconha” dá até vontade de revirar os olhos de tanta preguiça.

Na época eu era obcecada com esse caso, tanto que ele foi inspiração para minha monografia do curso de Direito (A influência da mídia no Direito Penal), então tudo o que ela falava ali eu já rebatia da minha cama.

Então você começa assistindo a este filme para passar raiva.

Mas a atuação da Carla Diaz está incrível (apesar da peruca ressecada horrível!). Digitando com os pés porque as mãos estão aplaudindo.

A Menina Que Matou Os Pais

(4.5/5)
2021

A Menina que Matou os Pais é a história do crime que aconteceu em 2002, em São Paulo. A jovem Suzane Von Richthofen (Carla Diaz), junto ao seu namorado Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt) e seu irmão Cristian (Allan Souza Lima), assassinaram os pais da jovem, Manfred Von Richthofen (Leonardo Medeiros) Marísia (Vera Zimmerman). Neste Filme, Daniel conta seu ponto de vista da mesma história.

Essa é a versão mais ou menos.

Se do ponto de vista da Suzane, a história era chata, do ponto de vista do Daniel, ela fica mais interessante. A Suzane é mais próxima da realidade contada por outras pessoas (não apenas o Daniel), não é aquela menina bobinha e inocente que ela tenta ser no outro filme.

Esse tem cenas mais ousadas também e não falo apenas de sexo. A Suzane fala umas coisas bem pesadas. Se o outro filme se passa em um colégio interno religioso, este se passa em uma escola pública de um bairro violento da periferia.

Mesmo ele tentando jogar a culpa toda em cima dela, o Daniel falou, falou e falou e não me convenceu da motivação dele (pelo menos no filme). Por isso pegou praticamente a mesma pena que ela.

A vantagem de começar com O Menino Que Matou Meus Pais e terminar com A Menina Que Matou Os Pais: a cena final é o crime em si.

O que eu não gostei (e vale para os dois filmes): os cenários! O crime aconteceu em 2002 e as casas ainda tinham muito móveis estilo 90s, no filme os móveis eram mais com a pegada 2010. Me incomodou muito essa falta de cuidado. Só assistir ao episódio da Suzane do Investigação Criminal que tem todos os móveis da casa e a decoração certinha. Era só copiar.

Achei que ficou faltando algumas coisas. Terminar no crime achei anticlímax, achei que poderia ter um pouquinho mais de filme anter de acabar. Colocar o policial dando a notícia da morte, o enterro, os policiais voltando na casa nos dias posteriores e a Suzane indicando o local do crime como se fosse a guia de um museu. Acho que daria um toque a mais se tivesse algumas dessas cenas.

Talvez mostrar o ponto de vista policial também fosse mais interessante para o público tirar suas próprias conclusões, mas enfim, tem vários documentários, podcasts e livros sobre o assunto.

Ficha Técnica

  • Direção: Mauricio Eça
  • Roteiro Ilana Casoy, Raphael Montes
  • Duração: 1h20 minutos
  • Elenco: Carla Diaz, Leonardo Bittencourt, Allan Souza Lima, Leonardo Medeiros, Vera Zimmerman
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Filme: Homem de Ferro 3

Homem de Ferro 3 (Iron Man 3)
(4/5)
2012

Desde o ataque dos chitauri a Nova York, Tony Stark (Robert Downey Jr.) vem lidando com dificuldades para dormir, além de terríveis ataques de ansiedade. Ele teme não conseguir proteger sua namorada Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) dos vários inimigos que passou a ter após se tornar o Homem de Ferro. Um deles, o Mandarim (Ben Kingsley), decide atacá-lo com força total, destruindo sua mansão e colocando a vida de Pepper em risco. Para enfrentá-lo Stark precisará ressurgir do fundo do mar, para onde foi levado junto com os destroços da mansão, e superar seu maior medo: o de fracassar.

Acho que o que eu gostei em Homem de Ferro 3 foi que eles buscaram uma história lá de 1999 e inseriram na narrativa atual. E tudo para quê? Isso mesmo, vender ingresso de cinema. Acredito que para o MCU em si, esse filme é o menos relevante, com exceção da cena pós-créditos com o Banner, o que acontece aqui, basicamente é relevante para a história do Tony e da Potts e só. Pode-se dizer que é o filme mais fraco da Marvel.

Gostei de ver o Tony Stark mais vulnerável e perdendo todo o superego dele. Porque o maior defeito dele é justamente esse superego inabalável e quando ele perde isso, ele fica mais humano e próximo da realidade.

Não sei se o vilão era óbvio demais, mesmo colocando toda aquela atmosfera mística em torno do Mandarim, ou se eu já assisti a este filme mais vezes do que o recomendado, mas chega um momento que eu acho até chato quando o Mandarim fake assume que é só um ator e o Tony descobre quem é o verdadeiro.

Eu gostei muito do relacionamento que o Tony criou com o garotinho, achei fofo. O menino é super esperto e os dois juntos rendeu ótimas cenas.

O filme tem mais cenas de comédia e perdeu um pouco do rock and roll e eu não sei se eu gostei disso. Homem de Ferro era o Vingador com as melhores músicas, a troca da trilha sonora me incomodou um pouco. Já a comédia eu achei que em alguns momentos foi legal, mas acho que ela tem mais lugar nos filmes do Thor.

Mesmo assim, isso tudo dá para relevar, o problema mesmo é o final. Algumas coisas ficaram tão confusas que eu precisei procurar na internet depois para ter certeza.

  1. Ele disse que iria curar a Potts e de fato faz isso. Mas como ele faz isso? Cadê o passo a passo? Como eu faço em casa com um tutorial de 2 minutos, uma garrafa pet, vinagre e bicarbonato?
  2. Por que só agora ele decide fazer a cirurgia se o tempo ela era viável?

Aí tem a cena pós-crédito e ele está contando tudo o que aconteceu no filme com o Banner e só? Mano, o que aconteceu aqui? Alguém me explica?

É divertido para ver os efeitos especiais, as armaduras, o Robert Downey Jr. e a Gwyneth Paltrow em cena, mas só. (Falando em Gwyneth Paltrow, achei incrível ela na última cena acertando com força e matando o cara sozinha. Isso aí, garota!)

Vamos recuperar o tempo de história perdido assistindo a Thor Mundo Sombrio e saber o que aconteceu com Loki depois que ele foi levado embora da Terra.

Ficha Técnica

  • Direção: Shane Black,
  • Roteiro: Shane Black, Don Heck, Drew Pearce, Jack Kirby, Larry Lieber, Stan Lee
  • Produção: Jon Favreau, Kevin Feige
  • Duração: 130 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Elenco: Robert Downey Jr., Don Cheadle, Ben Kingsley, Guy Pearce, Gwyneth Paltrow, Jon Favreau, James Badge Dale, Rebecca Hall, Stephanie Szostak, Mark Ruffalo
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