Desafio 52 semanas: semana 32

Como eu sou uma pessoa que adora aprender coisas novas, adorei essa semana do Desafio 52 semanas *o* O único problema foi encontrar apenas 5 itens que se encaixassem no desafio, mas vamos lá :)

Ainda quero aprender

COSTURAR
costurar
Desde criança quando minha mãe tinha uma máquina de costura que eu quis aprender a costurar (para fazer uma boneca de pano *-*), mas eu era muito nova (uns 3 ou 4 anos) e minha mãe não deixou eu mexer na máquina.
Depois que cresci, ela vendeu a máquina e eu perdi a oportunidade de aprender, mas não a vontade. Agora quero aprender a costurar para fazer roupinhas para minhas bonecas.

ITALIANO
Termino o francês esse ano e quero muito aprender outra língua latina. Eu sei que o espanhol seria mais interessante por causa da posição geográfica do Brasil, mas a sonoridade do idioma italiano me enche os ouvidos.

FOTOGRAFAR
fotografar
Eu tenho uma câmera razoável e já pensei em comprar uma melhor profissional e estudar fotografia, mas nunca encontro tempo suficiente e um curso legal por aqui.
Fotografia é uma paixão e aprimorar esse hobby me deixaria muito mais feliz <3 TOCAR PIANO/VIOLÃO
piano
violao
Imagem: nevertoohappy.wordpress.com
Eu fui uma criança auto-didata em teclado. Aprendi todo o básico meio que sozinha e quando entrei na adolescência fiz 3 meses de aula. Eu era a aluna mais aplicada e que mais evoluiu nas aulas. Eu fiz duas apostilas em 3 meses (o normal no curso era uma por trimestre), mas estava me cansando muito, pois na época eu estudava, fazia inglês e outros cursos. A agenda lotada me exigiu tirar algumas das atividades. Acabei eliminando o teclado, já que para evoluir mais nas aulas eu precisaria de um instrumento melhor e fiquei com o que não me dava tanto “trabalho”.
Depois de uns anos minha mãe comprou um violão para o meu primo e o instrumento ficou guardado aqui em casa, é óbvio que eu comecei a tocar algumas coisas, mas nunca consegui me entender direito com o violão, acho complexo demais.
Ainda sonho em aprender a tocar algum instrumento. Acho piano lindo. Não só a sonoridade, mas também é um instrumento bonito para se deixar como decoração.
E violão me desafia…
Algum dia desvendarei o segredo deles.

ME MAQUIAR

Imagem: barexamhell.tumblr.com

Eu aprendi o basicão de maquiagem quando fiz curso de modelo na minha pré-adolescência e me saía bem, mas depois que parei de sair fui perdendo a prática. Fora que a maioria das capixabas faziam tudo errado e eu comecei a achar que o errado era o certo, porque só via gente se maquiando errado. Aí quando fui ver, o estrago já estava feito e eu não sabia mais a me maquiar.
Só sei aplicar lápis, máscara e batom T_T

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Programação cultural 23ª Bienal do Livro de SP

E mais uma Bienal do Livro se inicia em SP (e eu estou aqui, longe e chorando por não poder ir). Mas #ficaadica para quem mora ou estará na cidade de São Paulo entre hoje e o dia 31 de agosto.
Bienal do Livro de SP
Confira a seguir a programação de algumas editoras (só algumas mesmo porque são dezenas de expositores e seria impossível meu humilde blog dar conta de colocar todos eles neste post).
E se você não pode ir, deixe sua solidariedade no final do post. Vamos nos abraçar e chorar juntos

Novo Conceito

Novo Conceito
E autores como Tammy Luciano e Maurício Gomyde estarão diariamente no estande da editora para conversar com os leitores e distribuir autógrafos.

Arqueiro

Arqueiro

Sextante

Novo Século

AGENDA DE AUTÓGRAFOS
23 de agosto / sábado

12h às 13h – Entre o Amor e o Silêncio (Gabriela Setti)
14h às 15h – FMTD; Só gosto de cara errado; Freud, me segura nessa! (Laura Conrado)
16h às 17h – O Príncipe Gato I,II e III (Bento de Luca)
18h às 19h – O Pássaro, Quero ser Beth Levitt; Renascer de um outono (Samanta Holtz)
20h às 21h – Diário Póstumo de Charlotte (Jairo Sarfati)

24 de agosto / domingo
11h às 12h – Estrada Livre (Naila Barboni)
13h às 14h – Noite Escura; Memoria Impura (Luiz Vadico)
15h às 16h – Sereias: o segredo das águas; Quando as sereias choram (Mirella Ferraz)
17h às 18h – Faces do Desejo (Jeam Camilo)
19h às 20h – Érica (Larissa Medeiros Barros Leal)
21h às 22h – Belo Maldito (Vinícius Bógea)

25 de agosto / segunda-feira
10h às 11h – Lua, Lobos e Cerrado (André Alge Balestra Tressoldi)
12h às 13h – Os Terroristas (Leandro Cesar Osterkamp Pedrozo)
14h às 15h – Hino de Amor; Viagem da Alma II (Sonia Ramos)
16h às 17h – Venha Comigo (Alexandro Gruber)
18h às 19h – O senhor da Luz: a saga de Datahriun (Graciele Ruiz)
20h às 21h – Deixe a Inglaterra tremer (Sávio Augusto Lopes)

26 de agosto / terça-feira
11h às 12h – Bile Negra (Alexandre Loch)
13h às 14h – Fim dos tempos; Crianças da Noite; A Batalha dos Deuses (Juliano Sasseron)
15h às 16h – Máscara: a vida não é um jogo (Luiz Henrique Mazzaron)
17h às 18h – Mel e Fel: retalhos de Vida (Sálvia Haddad)
19h às 20h – Sombras de um anjo (Ana Beatriz Brandão)
21h às 22h – Os Doze Guardiões da Luz (Luiz Henrique Batista)

27 de agosto / quarta-feira
10h às 11h – Labirinto de Espelhos (Bárbara Negrão)
12h às 13h – Cartas para você (Duda Razzera)
13h às 14h – O Outro Lado (Anderson Fontanez)
14h às 16h – Jackson Five: organismo pulsante (Marco Luque)
17h às 18h – Mediador e o Mistério da Ceifa (Bruna Figueira)
20h às 21h – Stânix(Eder A. Traskini)

28 de agosto / quinta-feira
10h às 11h – Como nasce a poesia (Fátima Gabriel)
12h às 13h – O mago de Camelot (Marcelo Hipólito)
14h às 15h – Aftas: fogo derretido (Cínthia Carolina)
15h às 16h – A lavanda como caminho (Cláudia E. Obenaus)
16h às 17h – Alma Despida (Cláudia Ferreira)
18h às 19h – Vernon (Renan Barreto)
20h às 21h – A casa de Avis (Marcelo Mussúri)

29 de agosto / sexta-feira
10h às 11h – Um novo amanhecer (Cinthia Freire)
12h às 13h – Orion (Rodrigo Kilzer)
14h às 15h – Sombras da Primavera (Keila Gon)
16h às 17h – Atemporal (Rodrigo Mendes)
17h às 18h – Lino Yang (Thiago Ribeiro)
18h às 19h – Padma (Kelly Hamiso)
20h às 21h – A comissão chapeleira (Renata Ventura)

30 de agosto / sábado
12h às 13h – Por uma questão de amor; Do outro lado da memória (Beatriz Cortes)
14h às 15h – Outono de Sonhos; Inverno de Cinzas; Primavera de Cores (Adriana Brazil)
16h às 17h – Bonito por fora, saudável por dentro (Talel Salle)
18h às 19h – A culpa é do jeitinho brasileiro (Pedro Rodrigues Neto)
20h às 21h – Irresistível; Inesperado (Daiane Coll)

31 de agosto / domingo
11h às 12h – Um funeral na Grécia (Maria Luiza Bortoni)
13h às 14h – Terapia (Mario Cau, Rob Gordon, Marina Kurcis)
14h às 16h – André Vianco
15h às 16h – Garota de domingo (Letícia Black)
17h às 18h – Éros (Ralph Willians)
19h às 20h – A Redoma (Felipe Benichio)

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Livro: Dezoito de Escorpião

DEZOITO DE ESCORPIAOAlexey Dodsworth
(3/5)
Editora Novo Século
352 páginas
2014

Sinopse: TUDO COMEÇARA COM A PERCEPÇÃO VAGA DE UM PÁLIDO BRILHO NO CÉU. Analisar os sistemas estelares pode ser bem arriscado. Dezoito de Escorpião, identificada como uma estrela gêmea do nosso Sol, é uma descoberta astronômica sem precedentes. Contudo, tal revelação põe em risco o maior segredo da Terra: Muhipu, uma comunidade secreta no coração da selva, protegida por tribos indígenas ancestrais, guardando experiências para além do conhecimento comum: a tentativa de contato com superinteligências cósmicas. Oscilando no tempo, de 1929 a 2070, o leitor é apresentado a fatos científicos reais, reconstruídos ficcionalmente. Neste impressionante romance, o autor Alexey Dodsworth se vale de seu largo conhecimento em Astronomia e Filosofia para compor um intrigante drama que explora a antiga pergunta: “estamos sós no universo?”.

Opinião: Eu sou um pouco nerd e por isso me interessei muito pela sinopse quando a vi pela primeira vez, mas depois de ler algumas páginas percebi que meu nível de nerdice não era tão grande assim e fiquei um pouco decepcionada comigo mesma.
O livro é bom, a trama é riquíssima em detalhes e complexidade dos personagens, a escrita do Alexey é ótima, mas chega a um determinado ponto que eu não consigo mais acompanhar a história e perco o interesse.
Tentei ler (e assistir) O guia do mochileiro das galáxias, mas também desanimei no meio da história e não consegui retomar de onde parei.
Felizmente, cheguei à última página de Dezoito de Escorpião e cumpri meu dever de leitora para com o livro, com um atraso de dois meses.

Noite após noite, sempre que a Constelação do Escorpião ascendia no horizonte, o brilho daquele pequeno farol indicava ao mesmo tempo rota e assombro.
P. 14

No início fiquei um pouco perdida com os personagens. São várias histórias que se entrelaçam em determinado momento, mas até chegar nesse ponto temos que entender cada personagem individualmente.
A história é centralizada em Arthur Coimbra, um brasileiro que sofre com os efeitos da tecnologia e recebe uma proposta de ir para um local isolado se tratar e também se desenvolver intelectualmente.

– Você já parou para pensar que o problema não é a sua sensibilidade, mas a sociedade em que você vive? Que o erro não está em seu corpo, e sim nas cidades extremamente poluídas em diversos sentidos?
P. 95

O livro é dividido em três partes: a primeira fala dos Eleitos, que são os indivíduos escolhidos para fazer parte da comunidade de Muhipu. Ela acontece antes deles irem para Muhipu e mostra os problemas sociais pelos quais os indivíduos passaram.

Então é assim, pensou Ravi enquanto seguia o conselho de Filippo e experimentava um sorvete. Destruir o mundo tem sabor de chocolate com amêndoas.
P. 183

A segunda parte mostra a comunidade de Muhipu e o despertar de Arthur no local. Achei essa a parte mais interessante. O autor vai deixando algumas pistas sobre o mistério envolvendo a comunidade e a sua localização. Nessa parte também são inseridas mais informações científicas e explicações envolvendo Física e ciências exatas e apesar de serem informações interessantes me bateu um asco lembrando dos terríveis anos da escola.

– Menino, por que limite? Essa ideia errada vem de ilusão de separação. Por que tem que ter limite pro sonhar?
P. 229

E a terceira parte é o desfecho da história, a descoberta de quem é o verdadeiro vilão e o que de fato é Muhipu. O final é desses que gera uma grande expectativa e muita ansiedade (o que eu amo, para deixar bem claro).
Ao meu ver, a história se divide antes de Muhipu, durante Muhipu e após Muhipu. É uma forma bem simplista de ver a divisão do livro, mas funcionou bem para mim.
Ao final ainda tem um epílogo, que surpreendentemente ainda trás algumas deixas de que talvez possam vir outras obras do autor com os mesmos personagens por aí. É só um achismo meu, mas talvez isso possa se concretizar.
O autor traz vários questionamentos filosóficos ao longo da obra e ao terminar de ler o livro fiquei me indagando sobre as ações humanas, não só as minhas, mas a de outras pessoas também. A de governantes, cidadãos e todo mundo.
O tempo todo o autor traz críticas singelas, mas bem pontuais ao nosso mundo e sociedade.
Como obra literária eu gostei muito, principalmente por ser de um autor nacional. A qualidade da narrativa do Alexey é excelente.
Mas como gênero, devo admitir que não me aventurarei em outra obra sci-fi por um bom tempo.

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