Filme: Capitão América: o primeiro vingador

Capitão América: o primeiro vingador (Captain America: The First Avenger)
(4/5)
2011

Durante a Segunda Guerra Mundial, o jovem Steve Rogers (Chris Evans) aceitou fazer parte de um experimento a fim de se tornar o primeiro supersoldado americano. O experimento é bem sucedido e Steve é transformado em uma valiosa arma humana. Por ser o único supersoldado, os americanos acabam usando Rogers como uma celebridade do exército ao invés de um soldado nas trincheiras, mas ao visitar uma zona de combate na Europa, Steve descobre que seu amigo Bucky (Sebastian Stan) e outros soldados foram levados pelos nazistas.

Assim, Rogers acaba assumindo o papel de Capitão América, usando seus “dons” (o que ele ganhou do combo soro + raios vita) e treinamento militar para resgatar os soldados.

A esta altura do campeonato eu realmente não sei mais o que é spoiler e o que não é mais. Porém, das primeiras vezes que eu assisti eu achei chatíssimo. Acho o Steve Rogers muito certinho. Eu sei que para ser o Capitão América o cara deveria ter o coração bom porque o soro potencializa todas as qualidades, mas ele é chato.

Quando ainda era um magrelo fracote, ele não fugia de apanhar. Encarava o brutamontes que fosse e levava quantos socos o grandão queria dar. Qual o sentido nisso? Ele não é apenas bom, ele é trouxa mesmo.

E a persistência para entrar no exército. Por quê? Que cara mala! Se ele não tivesse virado o Capitão América e fosse aceito, além de cuidar dos feridos de guerra, as enfermeiras ainda teriam que se preocupar com o asmático? Ele não parou para pensar por 2 minutos que ele seria um problema para o batalhão? No meio da trincheira ele iria escolher usar a bombinha de asma (existia bombinha de asma em 1941, falando nisso?!) ou a metralhadora?

Eu não gostei do relacionamento dele com a Peggy (Hayley Atwell), apesar de ter amado a participação dela e isso ter me dado vontade de assistir à série Agente Carter (que eu parei na metade). A mulher toda a frente do seu tempo se apaixona por um banana como o Steve Rogers? Não engoli.

No entanto, amei a amizade dele com o Bucky e o relacionamento quase que fraternal dos dois. Nunca tinha me atentado para o quão forte era a amizade deles. Podemos perceber que meu ranço pelo Cap era tanto que eu ignorei diversos fatos apenas por ter o Steve Rogers na tela, mas consegui superar para fazer essa maratona com vocês.

O vilão Caveira Vermelha (Hugo Weaving)é maravilhoso. Ver a HIDRA e como usam o Tesseract também é incrível. Ainda mais sabendo como isso tudo se conecta ao Universo Marvel.

Se você ainda não assistiu e quer começar, aproveita e vem comigo. Assistirei a todos os outros filmes da Marvel na ordem cronológica. Só seguir este post aqui.

Ficha Técnica

  • Direção: Joe Johnston
  • Roteiro: Christopher Markus, Jack Kirby, Joe Simon, Stephen McFeely
  • Produção: Johnny Fisk, Kevin Feige
  • Duração: 124 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Elenco: Chris Evans, Hayley Atwell, Sebastian Stan, Hugo Weaving, Tommy Lee Jones, Dominic Cooper, Samuel L. Jackson, Toby Jones
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Filme: Cruella

Cruella
2021
(4.5/5)

O filme é ambientado nos anos de 1970 em Londres e vemos como a jovem Estelle (Emma Stone) se torna a famosa vilã Cruella De Vill de 101 Dálmatas.

Estelle é uma criança inteligente, criativa e bastante determinada. Ela não se encaixa nos padrões e acaba expulsa da escola da pequena cidade. À caminho de Londres, uma tragédia acontece e a pequena Estelle fica órfã. Ela acaba se juntando à Jasper (Joel Fry) e Horacio (Paul Walter Hauser) e os três acabam formando uma família de vigaristas e batedores de carteira.

Estelle cresce com o sonho de se tornar estilista e ganha de seus amigos um emprego na famosa loja de departamentos Liberty. O cargo é horrível e bem distante de linhas, agulhas, tecidos e tudo o que Estelle sonha, mas ela está onde sempre quis. Por um acaso do destino, ela acaba chamando a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion, quem Estelle sempre admirou, e vai trabalhar com ela.

Mas o trabalho dos sonhos revela coisas inimagináveis que fazem com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne Cruella, a diva elegante voltada para a vingança.

O filme segue a mesma linha de Malévola ao tentar humanizar as vilãs e deu muito certo. Depois de tudo o que Estelle passou, a gente começa a entender mais a personagem. Também acertaram bastante com o elenco e Emma Stone está deslumbrante no papel. Fiquei meio atrás porque a Cruella de Glenn Close é bastante emblemática e a Emma tem muito jeitinho de mocinha, mas para as nuances da personagem acho que ela foi perfeita.

Além disso, o filme é um prato cheio para quem gosta de moda, com diversas referências, desfiles e looks incríveis.

Só achei totalmente desnecessários os easter egg com a Anita nos créditos. Achei que ficou sobrando ali.

Disponível no Disney+

Ficha Técnica

  • Direção: Craig Gillespie
  • Roteiro: Dana Fox, Kelly Marcel, Tony McNamara
  • Produção: Aline Brosh McKenna, Andrew Gunn, Emma Stone, Glenn Close, Kristin Burr, Marc Platt
  • Duração: 134 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Elenco: Emma Stone, Emma Thompson, Joel Fry, Paul Walter Hauser
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O que eu fiz nos últimos tempos

Eu sei que eu andei bastante sumida do blog e estou postando bem menos do que minha média, mas a vida tem dessas coisas. Pensei em voltar diversas vezes, mas não queria fazer um post aleatório só por postar. Queria contar algumas coisas que estou fazendo e “explicar” meu sumiço por aqui. Por isso resolvi falar o que eu fiz nos últimos tempos.

Então vamos por partes…

A de Avelã

Estou montando meu próprio negócio. Faço doces, bombons e chocolates por encomenda. Mas o que eu mais vendo no dia a dia são as palhas italianas gourmet (odeio esse nome, mas são uns doces de sabores diferentes dos convencionais, tenho de café, limão siciliano, maracujá, churros…)

Palha Italiana de Oreo

Pós-Graduação

Iniciei a pós-graduação em Gestão Empreendedora pelo Senac no ano passado. O curso tem tudo a ver com a A de Avelã e é de fato uma extensão da faculdade. Muitas matérias de gestão que eu estudei na faculdade estou estudando na pós, com a diferença de que já estou aplicando no meu negócio.

É um curso muito interessante para quem gosta de empreendedorismo e meu TCC será meu Plano de Negócios completo.

O que é um Plano de Negócios? Plano de Negócios é um documento que orienta o empreendedor na criação do empreendimento. Nele contém todos detalhes do plano de marketing, público alvo, produtos, funcionários necessários, fluxo de caixa, etc. Ele também pode ser utilizado para atrair investidores.

O bacana é que cada aluno termina a pós com uma pós-graduação no currículo e um plano de negócios completo e corrigido pelos professores.

Filme: Viajantes 2 – Aventura agora é na fazenda

Gravei mais um filme! No início de 2018 gravamos mais um filme, a continuação de Viajantes. O primeiro filme foi uma sátira ao BBB, esse segundo filme é uma sátira À Fazenda. Tem cenas da gente correndo atrás de galinha, procurando baú no bananal, dançando até cair…

O filme foi lançado em novembro no Cine Jardins, um cinema de Vitória. E em janeiro deste ano foi lançado no YouTube para todo mundo assistir. Só clicar aqui.

Websérie Resistentes

No segundo semestre de 2018 gravamos a segunda temporada de Resistentes. Ela ainda será lançada. No próximo dia 21 para os atores e convidados e em março estará disponível no YouTube. Divulgarei o link assim que sair.

Ainda sobre Resistentes… a primeira temporada foi indicada para o Rio WebFest que aconteceu no Rio de Janeiro em novembro. Concorremos com webséries de todo o Brasil e América Latina e ficamos entre os finalistas. Só de termos chegado ao festival já foi uma vitória. Primeira web capixaba no festival.

Teatro

E claro, continuei no teatro. É uma coisa que eu amo muito e terminei o ano de 2018 com 8 peças no currículo e, finalmente, o DRT em mãos.

No fim do ano apresentamos a peça: E foram felizes para sempre… Será? Uma comédia contando a vida dos príncipes e princesas após o “felizes para sempre”.

Gatos

A família felina aqui de casa aumentou. No início de 2018 adotamos a Mel, uma gatinha de olhos azuis. Ela ficava em um escritório no bairro vizinho, mas o pessoal ia se mudar para o interior e queriam abandonar a gata. O pintor que faz serviço aqui em casa ficou com dó e trouxe ela para a gente.

O nome surgiu porque eu fui conversar com ela e perguntei:

– Qual é o seu nome?

– Meow

– Meow?

– Meow.

– Meow… Mel? Seu nome é Mel!

– Mel.

No dia do segundo turno das eleições eu estava indo votar e perto da igreja eu vi um gatinho preto gritando desesperado. Peguei ele, levei pra votar comigo e trouxe para casa. Assim chegou o Ninho.

Por que o nome não é Léon? Porque Léon não é nome de comida (e ele não gostou dos outros nomes sugeridos. Nem ligo se leite Ninho é branco e meu gato é preto).

Francisco: ele foi um anjinho que ficou pouco tempo conosco. Eu tinha acabado de voltar do médico e a vizinha chegou perguntando se um gatinho preto era nosso, porque estava pendurado no fio de telefone. Aí minha prima foi lá ver e trouxe um gatinho com cordão umbilical e olhos fechados. A vizinha mandou uma mamadeira e um Pet Milk junto.

Fiquei quase duas semanas cuidando do Francisco, sem sair de casa (quando saía eu levava ele na bolsa de transporte com a mamadeira em outra bolsa térmica), dando mamadeira de 3 em 3 horas, ele abriu os olhinhos, começou a dar os primeiros passos, mas dois dias depois ele começou a perder peso, teve uma diarreia, foi ficando bem fraquinho e não resistiu. Estamos há 1 semana sem o Francisco.

Atualmente eu tenho: Pudim, Muffin, Biju, Pipoca, Cacau, Mel e Ninho. E Chocolate, o cachorro.

Então é isso… esse foi o resumo da minha vida nos últimos meses. Acho que alguns desses tópicos rendem posts maiores. Se tiverem alguma dúvida ou quiserem saber mais sobre pode perguntar, responderei com o maior prazer.

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