Filme: Homem de Ferro 2

Homem de Ferro 2 (Iron Man 2)
(5/5)
2010

Após dizer ao mundo que é o Homem de Ferro, Tony Stark (Robert Downey Jr.) passa a ser alvo do governo dos Estados Unidos, que querem que ele entregue sua armadura. Como negativa, o governo, em parceria com uma indústria armamentista do rival de Tony, Justin Hammer (Sam Rockwell), começa a desenvolver um novo traje.

Nesse conflito de interesses, Jim Rhodes (Don Cheadle), amigo de Tony fica no meio e acaba assumindo a identidade de Máquina de Combate.

Paralelamente a isso, enquanto Tony estava de folga na Itália, ele foi surpreendido e atacado por Ivan Vanko (Mickey Rourke) durante o Grand Prix. Vanko criou o alter-ego de Whiplash para se vingar dos atos da família Stark no passado. Para combater Whiplash e a perseguição do governo, Stark conta com o apoio de sua nova assistente, Natalie, que mais tarde ele passa a descobrir que se trata da agente Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), e de Nick Fury (Samuel L. Jackson), o diretor de S.H.I.E.L.D.

Com base apenas nos meus critérios aleatórios, dei nota 5 a Homem de Ferro 2 apenas pq eu quis. Nesta fase da Maratona MCU já posso confessar para vocês que meus dois Vingadores preferidos são o Homem de Ferro e a Viúva Negra e quem está presente neste filme? Sim. O Sr. Stark e a Srta. Romanoff. Acho que apenas por esse motivo o filme pode ficar com as 5 estrelinhas e não preciso justificar mais nada.

No entanto, eu gosto muito da dinâmica de Homem de Ferro 2. Tem um plot twist atrás do outro. Você acha que ele se deu bem com a história com o governo, mas aí descobre que ele está morrendo, então ele passa a empresa para a Pepper (Gwyneth Paltrow) e faz um monte de besteira (nosso querido Tony no papel de bad boy) e perde a amizade do Rhodes.

Aí a gente acha que ele está na pior e que o vilão é o Senador Stern e o Hammer, mas então aparece o Vanko no meio da corrida e é tudo wow!! E no fim ainda a Natasha ainda revela a identidade dela e salva o dia.

E não podemos esquecer do romance Tony e Pepper que ainda teve tempo de acontecer. Era óbvio que aconteceria mais cedo ou mais tarde (como eu disse na review da semana passada) e todas as brigas deles era apenas tensão sexual. – Tanto que uma das falas da Natasha foi justamente: “deixem um pouco para a lua de mel”.

Claro que o filme tem diversos problemas com a sexualizão excessiva e desnecessária da Natasha. Do tipo, qual a necessidade das fotos dela de modelo ou ela trocando de roupa dentro do carro para o contexto do filme? Nenhuma. Mas em 2010 ninguém reclamava abertamente dessas coisas. Então mencionamos a problemática, mas contextualizamos com o ano e o momento em que essas coisas ainda eram naturais (tanto que o filme Viúva Negra critica essas coisas em forma de piada. Obrigada Yelena!).

No mais, é divertido, é engraçado e tem uma trilha sonora maravilhosa (rock and roll, baby!).

Ficha Técnica

  • Direção: Jon Favreau
  • Roteiro: Justin Theroux, Stan Lee
  • Produção: Jon Favreau, Kevin Feige, Susan Downey
  • Duração: 124 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Elenco: Robert Downey Jr., Don Cheadle , Gwyneth Paltrow, Mickey Rourke, Sam Rockwell, Samuel L. Jackson, Scarlett Johansson, Clark Gregg
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Filme: Homem de Ferro

Homem de Ferro (Iron Man)
(4/5)
2008

Tony Stark (Robert Downey Jr.) é um bilionário da fabricante de armas Indústrias Stark. Ele também é um brilhante inventor. Ao ser sequestrado no Afeganistão, ele é obrigado por terroristas a construir uma arma devastadora mas, ao invés disto, constrói uma armadura de alta tecnologia que permite que fuja de seu cativeiro.

A partir de então ele começa a estudar formas de elaborar a armadura, cujo núcleo é fundamental para mantê-lo vivo.

Homem de Ferro é do mesmo ano que O Incrível Hulk, mas consegue ser superior e não falo apenas nos efeitos. O enredo é bem escrito e há um balanço entre cenas de ação e outras. Sem contar que o Tony Stark é um personagem carismático.

Ele é todo bad boy e errático e possui diversas falas machistas, que tenho certeza de que seriam cortadas se o roteiro fosse escrito atualmente, mas é um personagem real. Já vi vários homens se comportando do mesmo jeito.

Esse jeito tão real do Tony nos faz gostar do personagem.

E tem os efeitos especiais também. Quem não queria uma armadura para te levar voando para o outro lado da cidade? Ou toda a tecnologia do J.A.R.V.I.S. disponível? Agora é possível automatizar a casa com a Alexa e dar comandos para dar bom dia, mas em 2008 aquilo tudo era um sonho ainda distante.

Eu não sei o que comentar do relacionamento da Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) com o Tony. Para mim, ela sempre foi apaixonada por ele e teve que esconder os sentimentos por ser apenas a assistente pessoal, mas nos próximos filmes eu comento mais um pouco sobre isso.

Gostei do vilão e do plot no final também. Sempre americanos querendo vender/fabricar armas e ganhando inimigos por conta disso. Será que isso já aconteceu em algum outro filme antes? Enfim, em Homem de Ferro são armas de verdade e não a criação de um supersoldado ou arma biológica.

PS: Melhor trilha sonora até agora.

Ficha Técnica

  • Direção: Jon Favreau
  • Roteiro: Matt Holloway, Mark Fergus, Stan Lee
  • Produção: Aviv Arad, Jon Favreau, Kevin Feige
  • Duração: 125 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Elenco: Robert Downey Jr., Terrence Howard, Gwyneth Paltrow
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Filme: O Incrível Hulk

O Incrível Hulk (The Incredible Hulk)
(3.5/5)
2008

Vivendo escondido e bem longe de casa, na favela da Rocinha no Brasil, Bruce Banner (Edward Norton) busca uma forma de eliminar a radiação gama do seu organismo ao mesmo tempo em que tenta controlar os “incidentes” (quando se transforma no Hulk) por meio da respiração e luta de capoeira.

Bruce também foge do general Ross (William Hurt) e do exército americano, que tenta captura-lo para utilizar a força do Hulk como arma militar.

Além disso, ele luta contra a saudade da sua amada, Betty Ross (Liv Tyler), que ele teve que deixar após o experimento não ter funcionado.

Sempre que eu revejo Hulk eu acho estranho não ver o Mark Ruffalo no papel do Bruce. Eu acho que ele ficou tão bem que até me esqueço que O Incrível Hulk não é com ele.

Eu acho o enredo de Hulk até parecido com Capitão América. O exército americano quis criar um supersoldado e injetou uma solução “milagrosa” (no caso do Hulk, raios gama) no corpo do cidadão e ele se transformou em uma arma. Mas o experimento não saiu como o esperado e o exército perdeu a “arma”.

Enfim, é interessante ver o lado mais humano do Bruce. Ele sofrendo de saudades ou a cada frustração quando o experimento para inativar as células não funciona. São cenas bem interessantes de se ver. Conhecer o lado sensível do monstrão verde indestrutível.

Por outro lado, como brasileira, foi uma sofrimento enorme ver as cenas se passando no Brasil. A cenografia e o figurino estavam perfeitos, mas tirando o professor de capoeira, todos os outros falavam qualquer coisa menos português e aquilo doeu meus ouvidos.

Depois veio a cena em que o Hulk apagou no Rio de Janeiro e apareceu no dia seguinte na Guatemala. Como assim? Como ele foi parar lá? Muitas coisas são relevadas em filmes de ação e super heróis e eu não exijo fidelidade, mas fugiu totalmente da lógica o Hulk atravessar o Brasil (um país continental) em uma noite. Faltou um pouquinho de geografia ali para deixar a situação mais verossímel.

Fora isso, o resto é bom. E achei o plot do final bem interessante. Previsível (e bem parecida com Capitão América), mas interessante.

Como o filme é da Universal, ele não está disponível no Disney+, mas consegui assistir pelo Globoplay.

Ficha Técnica

  • Direção: Louis Leterrier
  • Roteiro: Zak Penn, Stan Lee, Jack Kirby
  • Produção: Aviv Arad, Gale Anne Hurd, Kevin Feige
  • Duração: 112 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Elenco: Edward Norton, Liv Tyler, Tim Roth, William Hurt
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