Filme: Invocação do Mal 3 – A ordem do demônio

Invocação do Mal 3: A ordem do demônio (The Conjuring: The Devil Made Me Do It)
2021
(4/5)

Opinião

Assim como os filmes antecessores, Invocação do Mal 3, é baseado em fatos reais. Neste longa, acompanhamos o casal Ed (Patrick Wilson) e Lorraine (Vera Farmiga) Warren solucionarem mais um caso de possessão demoníaca. O filme começa com o casal acompanhando o exorcismo do menino David Glatzel (Jullian Hilliard), mas o fato deu errado e o demônio acaba possuindo Arne Cheynne Johnson (Ruairi O’Connor), namorado da irmã mais velha do garoto.

Arne, um jovem de 19 anos, comete um homicídio e é preso por isso. Então o casal Warren entra no caso para tentar inocentá-lo do crime. Diferente dos outros filmes da franquia, em que o enredo parte de uma casa mal assombrada, aqui o foco são pessoas é o tema principal é a investigação criminal.

Paralelo à resolução do caso, os Warren ainda lutam com problemas pessoais e as consequências do trabalho árduo.

Eu amo ver a Vera Farmiga em cena e filmes de terror com ela entram na minha watchlist sem eu nem mesmo assistir ao trailer ou ler sobre o enredo. É quase que uma obrigação assistir aos filmes com ela.

E a química que ela e o Patrick Wilson tem em cena interpretando o casal Warren é maravilhosa. Em diversos momentos eu esqueço que é um filme de terror e fico emocionada com o carinho e cumplicidade dos dois. Juntos desde os 17 anos, trabalhando juntos e (literalmente) enfrentando tantos demônios. É muito lindo de se ver.

Como terror eu achei mediano, não tem cenas de muito medo ou susto. Tudo bem que o filme começa com uma cena bem forte de exorcismo, mas então, depois dos créditos o filme fica morno e se mantém assim até o fim.

O novo diretor, Michael Chaves, parece que quis buscar sua própria identidade e fugir dos padrões criados por James Wan (diretor dos dois primeiros filmes Invocação do Mal). Não ficou ruim, mas transformou o filme em um suspense policial de terror com poucos momentos de suspense e tensão.

Onde assistir? Nos cinemas ou no HBO Max.

Ficha técnica

  • Direção: Michael Chaves
  • Roteiro: David Leslie Johnson-McGoldrick, James Wan
  • Duração: 112 minutos
  • Classificação: 14 anos
  • Elenco: Patrick Wilson, Vera Farmiga, Ruairi O’Connor, Julian Hilliard
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Filme: Viúva Negra

Viúva Negra

Viúva Negra (Black Widow)
2021
(4/5)

Finalmente Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), a Viúva Negra, teve um filme solo. No universo cinematográfico Marvel desde Homem de Ferro 2 (2010), a vingadora sempre apareceu como coadjuvante, mas agora podemos conferir de onde veio a espiã.

O longa é estreia da fase 4 do MCU e cronologicamente acontece após Capitão América: Guerra Civil e antes de Vingadores: Guerra Infinita.

Após os acontecimentos em Guerra Civil (2016), os Vingadores se separaram e Natasha está sozinha, foragida e sendo procurada pelo general Ross. Ela precisa procurar alguns contatos antigos para sobreviver. Enquanto tenta sair do radar do governo dos EUA, ela acaba esbarrando com sua irmã Yelena (Florence Pugh) e entrando na mira do Treinador (o vilão do filme), que busca uma substância importante para Dreykov (Ray Winstone), o criador da temida Sala Vermelha – e quem a heroína acreditou que tinha matado.

O filme traz um pouco do passado da Nat, a família, o treinamento e Budapeste. Há muitas cenas de ação e o humor fica por conta da sarcástica Yelena, que tira sarro da pose da Natasha e como ela sexualiza a coisa toda no meio de uma luta. São cutucadas feministas sutis e com uma dose de humor, mas estão lá.

Já sabemos o fim da Viúva Negra, então o filme funciona mais como fan service e para apresentar a Yelena ao público. Principalmente nas cenas pós-créditos, onde vemos que ela terá um papel nessa nova fase do MCU.

Bom, divertido e excelente para matar a saudades da melhor Vingadora que a Marvel já criou até hoje (quem quiser discordar, que discorde na sua casa).

Nos cinemas ou no Disney+

Ficha Técnica

  • Direção Cate Shortland
  • Roteiro Eric Pearson
  • Produção Kevin Feige
  • Duração 134 minutos
  • Classificação 14 anos
  • Elenco: Scarlett Johansson, Florence Pugh, Ever Anderson, Violet McGraw, O-T Fagbenle, Ryan Kiera Armstrong

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The Saturdays – Living for the weekend [review]

Hoje foi lançado o novo album das The Saturdays, Living for the weekend e como eu já ouvi desde que foi liberado o download da pré-venda, posso dar minha opinião (mais ou menos) sincera a respeito das músicas (opinião de fã conta mais ou menos? rs).

lftw01. What About Us (4/5)
No primeiro Podcast do blog eu falei dessa música e clipe e eu não tinha gostado muito na época, mas não é que agora com o lançamento do álbum eu viciei? Não é grandes coisas, mas é bonitinha, popzinha e dançante.

02. Disco Love (4/5)
Eu achei que essa seria o flop dos flops, mas estreou ontem em #5 nos charts do Reino Unido. Milagre (e muita divulgação em cima) define!
É uma música menos dançante que WAU, mas é gostosinha de ouvir e tem um clipe fofinho que eu já postei aqui.
Eu gosto bastante da música, mas nunca achei que seria hit ou que entrasse no Top 10.
Oh is it love that’s in the air, baby baby baby

03. Gentleman (3/5)
Eu gostei da música da primeira vez que ouvi e do clipe da primeira vez que assisti, mas depois fui prestando atenção na letra e no vídeo e eu não acredito que elas lançaram isso!
Não é que seja ruim, só que não é bom para single ou ser faixa de álbum. É uma música que poderia ser b-side ou estar nos extras de um CD, mas não deveria ter sido lançada como single. Não sei como e porque tipo de milagre elas conseguiram pegar a posição #14 nos charts.

04. Leave A Light On (4/5)
Essa música é linda. Gostei muito e acho que daria um single bom. É uma baladinha cheia de gritos da Una (amo!!!!).

05. Not Giving Up (4/5)
Uma música totalmente dançante e boa para se jogar na balada. Só achei que não é o momento de uma música com essas batidas. Não é o tipo de música que está sendo lançada no momento. Espero que não seja lançada como single, porque não vai emplacar.

06. Lease My Love (4/5)
Comecei a ouvir a música e então o Darkchild fala o nome dele e eu já esperei ele chamar as Spice Girls e não as The Saturdays. Como assim fazer parceria com Darkchild em 2013, minha gente? Tem algo de errado aí… Fora que nada que o Darkchild coloca a mão faz sucesso. Mas em resumo, a música é boa! Por incrível que pareça, Darkchild fez um trabalho bom.

07. 30 Days (4/5)
Depois de um ano e meio, finalmente essa música ganha um álbum para chamar de “casa”. É uma das minhas músicas favoritas, bem pop, grudenta e dançante mas foi lançada em uma péssima época e não teve uma boa divulgação.

08. Anywhere With You (3/5)
Tive que ouvir essa música 3 vezes escrevendo essa review porque eu não sabia o que falar dela. Ou seja, ela não me tocou em nada.
Ela começa meio baladinha, mas é dançante e tem um refrão grudento, se parece com música da Katy Perry, mas não me contagiou (e olha que eu gosto da Katia).

09. Problem With Love (4/5)
Outra com o refrão grudento. É um pouco melhor que Anywhere with you, mas não é lá grandes coisas. Bem dançante

10. You Don’t Have The Right (4/5)
Baladinha LINDA. Amei essa. Poderia colocar no repeat e ouvir para sempre. Gostei da voz de todas nessa música.
Mas acho que se fosse single floparia, porque tudo que eu gosto muito flopa…

11. Don’t Let Me Dance Alone (4/5)
Mais uma dançante, achei bem parecida com On the metro das Girls Aloud. Gostei, mas também não acho que tem potencial para single.
Na verdade, acho que elas não deveriam lançar mais nenhum single desse álbum. Trabalhem divulgando Disco Love e o álbum que até lá a Frankie volta da licença maternidade e elas podem gravar outra coisa para um futuro single de um futuro álbum.

12. Somebody Else’s Life (4/5)
Outra dançante e outra razoável. Nada de excepcional, mas é boa para se jogar na balada.

Deluxe Version
13. Wildfire (4/5)
Amei essa. É bem dançante, com um refrão contagiante, melhor que várias outras do álbum normal.

14. What About Us (Extended Mix) (3/5)
Que versão ruim! A parte da Rochelle (era para ser um meio rap aquilo no fim?) ficou estranha e eu não gostei.

15. What About Us (Buzz Junkies Radio Edit feat Sean Paul) (4/5)
Remix melhor que o anterior, mas mesmo assim eu prefiro a versão original, eu não sou muito ligada em remixes, até ouço, mas não sou a maluca dos remixes, como meus amigos que gravavam CD só com eles para tocarem no carro.

16. Gentleman (The Alias Radio Edit) (4/5)
Gostei bastante desse remix, deu outra vida para a música morna que foi Gentleman. Acho que emplacariam essa como hit em baladas por aí.

17. Disco Love (Wideboys Radio Edit) (4/5)
Existe remix bonitinho? Esse é um remix bonitinho. Eu gostei bastante e com a música emplacando, acho que ele tem possibilidade de tocar bastante pelas baladas por aí.
Eu quase gostei mais do remix do que da versão original, mas não chega a tanto.

18. Not Giving Up (JRMX WeLovePop Radio Edit) (4/5)
Das músicas “extras” foi a que eu mais gostei, acho que mesmo entre as do CD normal, ela entraria entre as favoritas. É bem dançante, mas também bem pop e com um refrão contagiante.

De um modo geral, acho que eu daria nota 4 (de 5) para o álbum. Não é o melhor da carreira delas, mas é bom e tem alguns hits interessantes. Se você é fã compre logo e faça as meninas subirem nos charts, purfa!!

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