Série: Dynasty

(5/5)

Dynasty (Dinastia) é uma série de TVda The CW (exibida no Brasil pela Netflix) e é baseada na série homônima exibida nos Estados Unidos da América na década de 1980, que conta a história da família dos bilionários Carringtons.

A história se inicia com a Fallon Carrington (Elizabeth Gilles) arrasada ao encontrar seu pai, Blake (Grant Show), de caso com Cristal (Nathalie Kelley), uma funcionária da empresa. Fallon queria o posto de CEO da empresa, mas além de nomear Cristal para o cargo, Blake ainda anuncia que irá se casar com ela.

Fallon então se alia a Jeff Colby (Sam Adegoke), ex-funcionário do pai para tramar contra Blake e Cristal. Enquanto isso, chega à mansão dos Carringtons, Sam (Rafael de la Fuente), sobrinho oportunista de Cristal, que acaba se envolvendo romanticamente com Steven (James Mackay), irmão de Fallon.

Eu costumo resumir em: barraco de gente rica. Todo episódio tem alguma reviravolta, aparece o podre de alguém e tem algum barraco acontecendo.

A primeira temporada foi praticamente impecável do início ao fim e cumpriu com o seu propósito de entreter. O objetivo é entreter, ter reviravoltas, mostrar os podres, etc. Não é nada mirabolante e o objetivo foi cumprido.

A segunda temporada ficou a desejar com a saída da Nathalie Kelley, do James Mackay e da Nicollette Sheridan. Sempre pode acontecer de uma produção ter problemas com elenco, mas 3 principais saírem foi algo que não agradou os fãs.

Conseguiram encontrar uma nova Cristal e uma nova mãe para a Fallon e Dynasty continua firme e forte (eu escrevi esse post em 2019 e deixei nos rascunhos sem postar) apesar das reclamações, os barracos dos ricos continuam e o delineador da Liz Gilles permanece perfeito.

Ainda não vi a 4ª temporada, mas a série foi renovada para a 5ª, que chega em 2022.

Fotos: Dynasty Brasil (e antigas porque escrevi em 2019 e só mudei poucas coisas do texto)

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Filme: Invocação do Mal 3 – A ordem do demônio

Invocação do Mal 3: A ordem do demônio (The Conjuring: The Devil Made Me Do It)
2021
(4/5)

Opinião

Assim como os filmes antecessores, Invocação do Mal 3, é baseado em fatos reais. Neste longa, acompanhamos o casal Ed (Patrick Wilson) e Lorraine (Vera Farmiga) Warren solucionarem mais um caso de possessão demoníaca. O filme começa com o casal acompanhando o exorcismo do menino David Glatzel (Jullian Hilliard), mas o fato deu errado e o demônio acaba possuindo Arne Cheynne Johnson (Ruairi O’Connor), namorado da irmã mais velha do garoto.

Arne, um jovem de 19 anos, comete um homicídio e é preso por isso. Então o casal Warren entra no caso para tentar inocentá-lo do crime. Diferente dos outros filmes da franquia, em que o enredo parte de uma casa mal assombrada, aqui o foco são pessoas é o tema principal é a investigação criminal.

Paralelo à resolução do caso, os Warren ainda lutam com problemas pessoais e as consequências do trabalho árduo.

Eu amo ver a Vera Farmiga em cena e filmes de terror com ela entram na minha watchlist sem eu nem mesmo assistir ao trailer ou ler sobre o enredo. É quase que uma obrigação assistir aos filmes com ela.

E a química que ela e o Patrick Wilson tem em cena interpretando o casal Warren é maravilhosa. Em diversos momentos eu esqueço que é um filme de terror e fico emocionada com o carinho e cumplicidade dos dois. Juntos desde os 17 anos, trabalhando juntos e (literalmente) enfrentando tantos demônios. É muito lindo de se ver.

Como terror eu achei mediano, não tem cenas de muito medo ou susto. Tudo bem que o filme começa com uma cena bem forte de exorcismo, mas então, depois dos créditos o filme fica morno e se mantém assim até o fim.

O novo diretor, Michael Chaves, parece que quis buscar sua própria identidade e fugir dos padrões criados por James Wan (diretor dos dois primeiros filmes Invocação do Mal). Não ficou ruim, mas transformou o filme em um suspense policial de terror com poucos momentos de suspense e tensão.

Onde assistir? Nos cinemas ou no HBO Max.

Ficha técnica

  • Direção: Michael Chaves
  • Roteiro: David Leslie Johnson-McGoldrick, James Wan
  • Duração: 112 minutos
  • Classificação: 14 anos
  • Elenco: Patrick Wilson, Vera Farmiga, Ruairi O’Connor, Julian Hilliard
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Filme: Viúva Negra

Viúva Negra

Viúva Negra (Black Widow)
2021
(4/5)

Finalmente Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), a Viúva Negra, teve um filme solo. No universo cinematográfico Marvel desde Homem de Ferro 2 (2010), a vingadora sempre apareceu como coadjuvante, mas agora podemos conferir de onde veio a espiã.

O longa é estreia da fase 4 do MCU e cronologicamente acontece após Capitão América: Guerra Civil e antes de Vingadores: Guerra Infinita.

Após os acontecimentos em Guerra Civil (2016), os Vingadores se separaram e Natasha está sozinha, foragida e sendo procurada pelo general Ross. Ela precisa procurar alguns contatos antigos para sobreviver. Enquanto tenta sair do radar do governo dos EUA, ela acaba esbarrando com sua irmã Yelena (Florence Pugh) e entrando na mira do Treinador (o vilão do filme), que busca uma substância importante para Dreykov (Ray Winstone), o criador da temida Sala Vermelha – e quem a heroína acreditou que tinha matado.

O filme traz um pouco do passado da Nat, a família, o treinamento e Budapeste. Há muitas cenas de ação e o humor fica por conta da sarcástica Yelena, que tira sarro da pose da Natasha e como ela sexualiza a coisa toda no meio de uma luta. São cutucadas feministas sutis e com uma dose de humor, mas estão lá.

Já sabemos o fim da Viúva Negra, então o filme funciona mais como fan service e para apresentar a Yelena ao público. Principalmente nas cenas pós-créditos, onde vemos que ela terá um papel nessa nova fase do MCU.

Bom, divertido e excelente para matar a saudades da melhor Vingadora que a Marvel já criou até hoje (quem quiser discordar, que discorde na sua casa).

Nos cinemas ou no Disney+

Ficha Técnica

  • Direção Cate Shortland
  • Roteiro Eric Pearson
  • Produção Kevin Feige
  • Duração 134 minutos
  • Classificação 14 anos
  • Elenco: Scarlett Johansson, Florence Pugh, Ever Anderson, Violet McGraw, O-T Fagbenle, Ryan Kiera Armstrong

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