• Coisas que deveríamos aprender com os leoninos

    Coisas que deveríamos aprender com os leoninos

    Você pode ou não acreditar em astrologia (e tatu do bem com isso), mas com certeza você já ouviu muita gente falar das características principais de cada signo. Câncer é carente, Virgem é organizado, Libra é indeciso… etc.
    Ultimamente eu ando bem #aloka dos signos e prestado atenção em horóscopo, posição lunar, mapa astral e coisas relacionadas. Nessa onda comecei a seguir páginas no Facebook sobre o meu signo (Leão) e percebi todo mundo deveria aprender algumas coisas com os leoninos.
    Coisas que deveríamos aprender com os leoninos

    Leoninos são conhecidos por sua vaidade; gostam de ser o centro das atenções, são decididos, orgulhosos, confiantes, corajosos, generosos, criativos e fiéis.

    E o que devemos aprender com isso?

    Se valorize

    Mana, você merece o melhor na vida, não se contente com qualquer coisa. Se o relacionamento não te faz feliz, não insista.

    Você é perfeita

    É sim! Não deixe que ninguém te diga o contrário, nem mesmo aquele lado obscuro da sua mente. Acredite nisso, demonstre que é, faça os outros acreditarem que é.
    Você é uma pessoa completa, não precisa de ninguém para te fazer feliz. Seja feliz consigo mesma. Sorte das pessoas próximas por conviverem com você.

    Leão
    Imagem: Nath Araújo

    Tenha coragem

    Vá e faça. Se tá com medo, vá com medo mesmo. Confie em você que dará tudo certo. Mantenha a calma, respire fundo e vá.
    Se você não se arriscar de vez em quando as coisas nunca mudarão.

    Beijinho no ombro para as invejosas

    Recalque bateu? Problema é dos invejosos. Não deixe isso te abalar. Que falem bem ou falem mal, mas que falem de você.
    Faça suas orações, tome um banho de sal grosso e bola para frente. Se estão falando pelas suas costas é porque você está na frente, não é, amore?

    Não corra atrás de ninguém

    Volte lá em cima: se valorize. Correr atrás de quem não te quer? Por favor, não faça isso. Olhe para o lado que deve ter alguém muito bacana querendo te fazer feliz.

    Cuide de você

    Seu corpo, seu templo. Seu bem mais valioso é o seu corpo. Cuide bem dele. Cuide da sua aparência, de modo a se sentir bem consigo mesma. Passar um creme no corpo, fazer as unhas, fazer uma hidratação do cabelo. Tire um tempinho de sua semana para se cuidar. Se dê um agrado, um presente, um mimo e se ame bastante.

    Autoestima é algo que devemos exercitar diariamente, então vamos pegar este lado leonino, mesmo para quem não tem ele no mapa astral, e adotar ele para vida, né?

    Imagens:
    Robert Greene
    Alexas

  • Playlist: bateu a bad

    Não sei vocês, mas tem dias que a bad bate e eu tenho vontade de ficar deitada em posição fetal ouvindo músicas tristes, lendo um romance trágico e chorando quietinha no meu quarto. Para momentos assim eu criei uma playlist no Spotify, mas eu gostei tanto dela que resolvi compartilhar com vocês. Playlist bateu a bad: para ocasiões em que você quer chorar.

    Fiz uma mistura de músicas novas com velhas. Algumas não são as mais tristes do mundo, mas me tocaram na medida certa para fazerem parte da playlist.
    Acho que a vida deveria ter trilha sonora e eu gosto de ouvir músicas conforme meu estado de espírito. Nos dias que não estou muito legal (por exemplo, quando a TPM vem com força e não tem nenhuma guloseima em casa) as músicas são mais tristes.
    Ouça e siga a playlist no Spotify.

    Caso não consiga ouvir a playlist, deixei o nome das músicas e dos cantores abaixo. Qualquer coisa, só procurar pelas músicas.

    Eu sei que eu ando um pouco sumida do blog e voltei com uma sugestão de músicas “tristes”, mas está tudo bem e só a trilha sonora está melancólica, a vida segue tranquila e boa.
    Tentando retomar a rotina de blogar, mas não estou conseguindo pegar o ritmo de antes.
    Até estava esquecendo de perguntar: Gostaram das músicas? Já conheciam? Alguma sugestão para incluir na lista?

  • Livro: O sol também é uma estrela

    Nicola Yoon
    (5/5)
    Editora Arqueiro
    2017
    288 páginas

    O sol também é uma estrela narra a história de Natasha e Daniel.
    Natasha é uma garota pés no chão que acredita em fatos e na ciência. Ela é a personificação da razão.
    Daqui a 12 horas ela e a família serão deportados para a Jamaica. Desde os 8 anos de idade ela mora nos Estados Unidos, não se lembra do país natal e não quer deixar o país onde cresceu.
    Ela faz sua última tentativa junto à imigração para continuar no país e enquanto anda pelas movimentadas ruas de Nova York conhece Daniel, um garoto descente de coreanos que mexe com ela.
    Daniel é um bom filho e um bom aluno. Ele tem um irmão mais velho, que frequenta a melhor universidade dos Estados Unidos, de acordo com seus pais, Harvard. Ele vai para a segunda melhor universidade: Yale. Seus pais querem que ele seja médico. Daniel nunca se perguntou o que realmente quis, apenas viveu seguindo as instruções dos pais, mas ele sempre foi um sonhador e um poeta. Ele acredita em destino, ele tem fé, ele é a emoção em pessoa.
    Daniel e Natasha se encontram nas ruas de Nova York, ela está indo a uma entrevista com um advogado que pode tentar resolver o problema dela com a imigração. Ele está indo para a entrevista da universidade. Quando a vê, Daniel esquece de todos os acontecimentos ao seu redor e só ela importa. Ele se apaixona à primeira vista e tenta fazê-la ver os sentimentos também.
    Como Natasha é bem cética, Daniel usa um artigo do New York Times para provar que é possível fazer duas pessoas se apaixonarem respondendo a 32 perguntas íntimas e ficarem se olhando nos olhos por 4 minutos.
    Ao mesmo tempo em que Natasha corre contra o tempo para impedir sua saída dos EUA e Daniel tenta reagendar sua entrevista da universidade, eles tentam provar a teoria do artigo.
    Daniel é romântico e fofo e tenta persuadir Natasha de que está apaixonado por ela e que ela também está apaixonada por ele. Enquanto ela continua negando o sentimento.

    Ninguém quer acreditar que a vida é aleatória. Meu pai diz que não sabe de onde vem meu ceticismo; mas não sou cética. Sou realista. É melhor ver a vida como ela é, não como a gente quer que seja. As coisas não acontecem por algum motivo. Simplesmente acontecem.
    P. 34

    Há muito tempo não lia um livro tão gostoso assim. A primeira vez que li a sinopse e vi a capa não me interessei tanto assim, principalmente porque não conhecia a autora, mas resolvi tentar a sorte e solicitei o livro para resenha.
    Fiquei muito feliz com o kit fofo que recebi: livro, buttom, almofada e cartela de tatuagens.
    Comecei a ler despretensiosamente e me apaixonei logo nos primeiros parágrafos.

    – Não acredito no amor.
    – O amor não é uma religião. Ele existe, quer você acredite nele ou não.
    P. 68

    Me identifiquei muito com a Natasha. Chega um momento da vida em que é melhor encarar os fatos e não encher o coração de esperanças. Expectativas são frustradas todo dia, melhor ficar com a realidade. Mas assim como ela, eu não matei a esperança por completo. Em algum lugar lá dentro do peito existe aquele sentimento de “e se tiver chances de dar certo?”.
    Conforme Natasha e Daniel vão passando as horas juntos e se conhecem eles vão mudando o modo de pensar. Ela deixa de ser totalmente a razão e ele totalmente emoção, como é o esperado que aconteça.
    Na vida é preciso um equilíbrio entre razão e emoção e o encontro dos dois mostra isso.

    Segundo os cientistas, existem três estágios no amor: desejo, atração e ligação. E, por acaso, cada estágio é orquestrado por substâncias químicas – neurotransmissores – no cérebro.
    P. 87

    O livro é narrado em primeira pessoa e os capítulos são alternados entre Natasha e Daniel e também entre os personagens que aparecem ao longo da história. Então sabemos o que se passa na mente de cada um quando cada evento acontece.
    Aos poucos vamos nos apaixonando pela história e pelos personagens e não é possível largar o livro. Uma história emocionante e surpreendente.

    Algumas pessoas existem na nossa vida para fazer com que ela seja melhor. Algumas existem para deixa-la pior.
    P.207

    Como disse, o livro é dividido em capítulos de cada personagem. A maioria dos capítulos é bem curtinha. Alguns poucos possuem mais de 2 páginas. Então é aquela coisa: “o capítulo é curtinho, vou ler só mais esse.” e quando foi ver já tinha terminado.
    Além disso é uma leitura bem fluida.
    Estou apaixonada por ele e vou falar para todo mundo que passar na minha frente: LEIA!