Aplicativos Windows Phone 8.1 Meus app favoritos (Windows Phone 8.1)
Já falei sobre meus app preferidos para iPod e iPhone em dois posts (aqui e aqui), mas desde então nunca mais fiz seleção com novos app favoritos para Android e Windows Phone.
Quando eu tinha um celular com Android eu gostava tanto do SO (para não dizer o contrário) que eu nem fazia questão de baixar aplicativos, então, obviamente não rendeu nenhum post minha péssima experiência.
Mas no início do ano troquei de aparelho e peguei um com Windows Phone. Na minha opinião, o SO é melhor que o Android, mas um pouco inferior ao iOS. A única desvantagem do Windows Phone é a ausência de alguns aplicativos, mas se você for como eu que é prático e usa o celular para coisas básicas (redes sociais e e-mail) o Windows Phone não te deixará na mão.
No momento, meus aplicativos favoritos são:
13 Meus app favoritos (Windows Phone 8.1)
Criador de Toques
Nem sempre dá para usar uma música inteira como toque, como por exemplo para toques de mensagens. O criador de toques permite editar a música e usar até 40s.
Os toques ficam salvo no celular e podem ser utilizados a partir do menu de configurações.

Editor de Vídeos
Nunca tinha editado vídeos no celular, nem procurado programas do tipo por simples falta de curiosidade, mas depois de ver meus gatos brincando tão lindamente eu quis filmar e enviar o vídeo para meus amigos (e postar nas redes sociais), então procurei um app para isso e encontrei este.
Os vídeos têm o tamanho máximo de um minuto. Pode-se adicionar legenda e tem algumas músicas que podem ser adicionadas.
É bem básico, mas serve bem para os meus propósitos (filmar gatinhos e fazer vídeos como o de baixo).

Fotor
Uso o Fotor para tudo. Editar, cortar, fazer montagens, colocar filtros, etc. Desinstalei os 657 app de fotos e mantive o Fotor e mais uns 2 ou 3.

Evernote
Evernote é como um bloco de anotações e uma caneta né? Eu uso desde anotações de lista de compras do supermercado, até para gravar falas do teatro, escrever posts (ou ideias de posts) dentro do ônibus, anotar receitas na sala de aula quando estou com preguiça de pegar um lápis, etc.
A melhor parte é que o Evernote sincroniza com todos os lugares.

Larousse Français (pago)
Excelente dicionário Francês-Francês. Salvou minha vida em diversas situações em sala de aula, mas agora estou usando para acompanhar a leitura de livros.

23 Meus app favoritos (Windows Phone 8.1)
LoveCycles
O app mais fofo sobre ciclos menstruais que eu já vi! O calendário fica coloridinho conforme o dia e dá para inserir notas sobre como você está se sentindo naquele dia (se teve dor de cabeça, enjoo, acne, dor, etc).

Relax Melodies
Melhor app com sons da natureza EVER. Eu tenho a versão paga e não me arrependo nem um pouco. Adoro dormir com sons de rio, mar, pássaros, etc. Esse app tem todos esses recursos e muitos outros, dá para combinar os sons e criar uma infinidade de “melodias” para relaxar.
A versão paga para iOS é melhor, mas mesmo assim o app continua sendo excelente.

Skyscanner
Para acompanhar promoções de voos. Nunca tive sorte com ele, sempre que eu ia conferir no site o preço tinha alguma divergência, mas tenho amigos que utilizam e gostam muito. Para uma pesquisa prévia é uma ótima opção.

Video Compressor
Sabe os vídeos lindos que você grava e salva, mas não consegue enviar via Whatsapp? Esse app serve para resolver o problema. Diminui o vídeo para o tamanho mais adequado para sua utilização.

Limpeza de cache
Pareço relapsa, mas faço limpeza de cache constantemente. Libera bastante espaço no celular. Faço bom aproveito.

The Game of Life (pago)
Para brincadeiras em grupos de 4 pessoas é bem divertido. Tem a roleta, os carrinhos, os bonequinhos…

ANTOLOGIA DE CONTOS Livro: Antologia de ContosLídia Jorge
star Livro: Antologia de Contosstar Livro: Antologia de Contosstar Livro: Antologia de Contosstar Livro: Antologia de Contosemptystar Livro: Antologia de Contos (4/5)
Editora LeYa
2014
221 páginas

Sinopse: Mais conhecida como romancista, Lídia Jorge, uma das grandes damas da literatura portuguesa contemporânea, ganha finalmente uma antologia de contos à altura de seu talento e importância. Selecionados por Marlise Vaz Bridi, professora de Literatura Portuguesa da Universidade de São Paulo, os textos são inéditos no Brasil. Os contos de Lídia Jorge se destacam pelos motivos aparentemente simples, ao mesmo tempo em que demonstram a qualidade da construção das narrativas por meio da precisão da linguagem, da escolha do ponto de vista que amplifica ambiguidades e sugestões, pelo fino desenho das personagens e dos ambientes e, sobretudo, pela articulação entre a subjetividade do mundo ficcional com a objetivação do mundo real. Segundo a organizadora, se tais qualidades de Lídia Jorge não são exclusividade de seus contos, sem dúvida eles são uma oportunidade privilegiada para verificar o tremor de água dentro de um cristal que cada uma dessas narrativas podem produzir. Selecionados entre os volumes Marido e outros contos (1997), O belo adormecido (2004) e Praça de Londres (2008), os contos de Lídia Jorge são uma oportunidade de contato com uma nova vertente da obra desta escritora que, através de uma escrita por diversos aspectos tão bem arquitetada, resultará certamente numa visão mais complexa e reveladora da própria humanidade.

Opinião: Acho que eu não leio um livro de contos desde que saí do Ensino Médio e confesso que no início eu achei a leitura um pouco difícil. O problema com livros com contos é que apesar do livro conter um número suficiente de páginas, os personagens aparecem e vão rapidamente.
As histórias são breves e naquelas poucas páginas temos que entender a situação e os personagens. Acho bem complexa a leitura de contos, mas nem por isso menos prazerosa.
Depois de tanto tempo longe dos contos resolvi me aventurar e ler este livro da Lídia Jorge.
Lídia Jorge é uma romancista portuguesa e considerada pela revista francesa Le Magazine Littéraire como uma das grandes vozes da literatura. Confesso que por ser uma autora portuguesa e por causa do renome eu fiquei com medo de ler o livro, mas para minha felicidade, não encontrei nenhuma dificuldade neste sentido.
A escola coloca tantos “traumas” na nossa cabeça que acho que o “preconceito” com grandes autores começa aí. Somos obrigados a ler e a fazer provas de obras clássicas, de livros complexos, de autores antigos, de autores portugueses, etc. E isso acaba nos marcando de modo negativo e criamos um certo “pré-conceito” quando vemos temas e autores que se encaixam nesse modelo, mas podem ficar tranquilos, fora da escola tudo é mais fácil.
A Antologia de contos é composta por 9 contos. Os contos selecionados para esse livro foram: Marido, A prova dos Pássaros, A Instrumentalina, O conto do Nadador, O belo adormecido, As três mulheres sagradas, Praça de Londres, Branca de Neve e Perfume. Todos os contos são sobre situações cotidianas.

Nunca se sabe o que uma viagem pode trazer ao íntimo do coração.
P. 37

A característica mais marcante que eu achei nos contos da Lídia foi a sutileza. Ela trata de diversos assuntos como violência, desejo e paranoia e vai se utilizando de uma linguagem bem singela e/ou colocando algumas figuras de linguagem para revelar a história.
Notei que em dois contos há o uso de preces em latim. Em Marido, a mulher reza a Ave Maria em latim todos os dias enquanto espera o marido voltar do trabalho e há o início desta mesma prece no conto As três mulheres sagradas.
Por meio de colocações como estas podemos perceber e observar como a sociedade portuguesa possui uma forte influência religiosa (principalmente católica).
As narrativas do modo de vestir e o comportamento das personagens também mostram um pouco desta sociedade. Como os contos não são de uma época só, é possível notar como as pessoas se comportavam em tempos diferentes. Eu acho um ótimo exercício de comparação. Ver como as pessoas se comportavam e comparar com o mundo atual.

Antes, a Natureza era muito mais benigna com as mulheres. Não só as fazia mais formosas como lhes atribuía graças escondidas que um homem demorava a entender.
P. 57

De todos os contos do livro, o meu favorito foi O conto do nadador. É um dos mais sensuais do livro e mostra o desejo feminino e o prazer de se sentir desejada em plena década de 1950!
Gostei também de A prova dos pássaros e Praça de Londres. O último pelo sentimento de repulsa que me causou quando eu me coloquei no lugar da personagem observadora e imaginei o que ela imaginou. Gosto quando uma história me faz sentir alguma coisa, mesmo que seja um sentimento negativo. Praça de Londres fez isso comigo.

Haverá, por acaso, maior felicidade do que poder uma pessoa cumprir seus próprios objetivos e ter plena consciência disso?
P.187

Os demais contos também são bons, mas destaquei apenas aqueles que eu gostei mais.
Em relação ao design, gostei da capa azul com os pássaros (alusão ao conto A prova dos pássaros?). Ela chamou muito a minha atenção e foi um diferencial na hora de escolher o livro para ler. Quando tenho vários livros interessantes para ler, seleciono os que lerei primeiro pela capa. Parece injusto, mas eu sou assim.
O miolo é simples do mesmo modo que a capa e cada conto se inicia em uma nova página à direita (eu e meu eterno TOC com capítulos que se inciam na página da direita).
Um coisa que eu não gostei no livro foram as enormes orelhas na capa e contra capa. Algumas vezes elas me atrapalharam na leitura.

11 Segunda Pop: Séries antigas que eu amo
Há um tempinho que eu não falo de séries aqui no blog, então decidi fazer um Top 10 com minhas séries antigas favoritas e compartilhar com vocês.
Foram séries que eu assistia quase que diariamente e era muito viciada quando era mais nova.
Alguém mais se identifica nesse post?
21 Segunda Pop: Séries antigas que eu amo

The Nanny

A série desenvolve-se em torno de Fran Fine (Fran Drescher), que tem uma voz fortemente anasalada. Ao perder seu trabalho na loja de noivas do namorado, Fran tem que vender cosméticos de porta em porta. Assim, Fran dirige-se à casa do inglês Maxwell Sheffield, produtor de Broadway e pai de três crianças. Maxwell confunde Miss Fine com a babá que tinha contratado, e deixa-a entrar. Fran aproveita a oportunidade e aprende rapidamente como ser a das três crianças. Fran vai tocar rapidamente nos corações de Maxwell e das crianças e logo é contratada.
O mordomo Niles (Daniel Davis) mantém a casa impecável e a intromete-se constantemente nas conversas da família. Niles reconhece rapidamente a boa vontade de Fran e logo tornam-se amigos. C.C. Babcock (Lauren Lane), sócia de Maxwell e eterna apaixonada por ele, vê na ama uma concorrência de peso e tenta a todo o custo que Maxwell não se apaixone por ela.
Sempre presentes na mansão Sheffield estão a amiga burra de Fran, Val, a mãe de Fran, Sylvia e a avó Yetta. O seriado conta com aparições mais que especiais de celebridades como Jay Leno, Ray Charles, Elton John, Whoopi Goldberg e Dr.Joyce Brothers, entre outras personalidades.

Eu AMAVA! Comecei a assistir na última temporada, mas como o canal Sony sempre reprisava as primeiras temporadas acabei assistindo a ela completa.
A voz anasalada e irritante da Fran fazia meu dia. Se não me engano, a programação era Mad About You, The Nanny e Friends e eu assistia às 3 séries em sequência quase que diariamente.

Full House

A comédia acontece em San Francisco e narra a história de um pai viúvo Danny Tanner, que, após a morte de sua esposa Pam em um acidente de carro, convoca seu melhor amigo Joey Gladstone e seu cunhado Jesse Katsopolis (irmão mais novo de Pam), para ajudar a cuidar de suas três filhas, D.J. , Stephanie e Michelle.

Eu comecei à assistir por causa da fofura das gêmeas Olsen interpretando a Michelle, mas a série era bem divertida. Passava bem na hora que eu chegava da escola e ia lanchar (estudava à tarde nessa época). Ótima forma de começar a noite.

Mad about you

Estrelada por Paul Reiser e Helen Hunt, tem como tema principal as neuroses e confusões de um casal recentemente casado morando em Nova Iorque. Reiser interpreta Paul Buchman, um diretor de documentários, e Hunt faz Jamie Stemple Buchman, uma especialista em relações públicas. Perto do fim da série o casal “teve” uma filha chamada Mabel.

Passava antes de Friends, então eu assistia, mas a série era boa. Como uma série com Helen Hunt no elenco pode não ser boa?
E tinha a participação da Lisa Kudrow (de Friends) como a garçonete Ursula, irmã gêmea da Phoebe. Como não amar?

Friends

Friends é uma série que mostra a vida de seis amigos que vivem em Greenwich Village, se metendo nos apartamentos uns dos outros, além de dividir um sofá na cafeteria Central Perk.
Monica é uma chef de cozinha muito controladora e com obsessão por limpeza, que sonha em se casar e ter filhos. Com ela mora Rachel, sua melhor amiga desde a época da escola, que fugiu de uma vida de patricinha interiorana para tentar ser uma mulher independente em NY.
Do outro lado do corredor, moram os amigos Chandler (conhecido pelo seu humor irônico e por não se dar nada bem com mulheres) e Joey, que ganha a vida como ator, além de ter uma grande fama de mulherengo.
No prédio vizinho, vive o azarado Ross, irmão de Monica, um paleontólogo romântico cujos relacionamentos nunca dão certo.
Completando esse exótico grupo, está Phoebe, a ex-colega de quarto de Monica, uma pessoa otimista que vive de bicos, embora o grande prazer seja cantar e tocar seu violão.
A série foi exibida originalmente entre 1994 e 2004

Me fala alguém que não consegue gostar de Friends? É praticamente unânime gostar dessa série (98% das pessoas gostam, posso chutar essa média?). Na minha opinião, a melhor série de comédia já inventada.

Baywatch

O estrela da série David Hasselhoff, da famosa Knight Rider, é Mitch Buchannon, que foi o único a ficar todas as temporadas, além de Michael Newman, que fez 10 das 11 temporadas. Baywatch foi centrado em torno do trabalho de uma equipe de salva-vidas e suas relações interpessoais, com situações normalmente centradas sobre os perigos relacionados com a praia e outras atividades pertinentes para as praias de Califórnia (mais tarde Hawaí). Tudo, desde tremores de terra para ataques de tubarões assassinos de série e até mesmo bombas nucleares, serviram como sinópse para conflitos na série. Como salvar as pessoas de afogamento tendiam a ser um dos mais utilizados em situações típicas do programa. Assim, uma marca registrada do show foi o movimento lento dos corpos atraentes dos salva-vidas correndo, mais notavelmente feito por Pamela Anderson, Yasmine Bleeth, Alexandra Paul, e David Charvet, juntamente com Hasselhoff durante o ápice do programa.

Eu adorava o drama da série e aquelas cenas de afogamento, resgate e coisas todas (e os homens bonitos sem camisa). Na época, eu achava a profissão de salva-vidas tão interessante, glamourosa e cheia de aventuras que eu até tinha cogitado em ser salva-vidas uma vez na vida. Eu era uma das melhores na natação, então achava que isso bastava.
31 Segunda Pop: Séries antigas que eu amo

Joan of Arcadia

Joan of Arcadia foi um seriado estadunidense que narra a vida de Joan Girardi (Amber Tamblyn) e as pessoas à sua volta: seus pais, irmãos e amigos da escola, Arcadia High School. O pai, Will Girardi (Joe Mantegna) é um policial recém chegado à cidade e contratado como chefe de polícia de Arcadia. A mãe, Helen (Mary Steenburgen) a princípio trabalha na secretaria da escola onde Joan e o irmão mais novo, Luke(MIchael Welch) estudam. No decorrer do seriado, ela se torna professora de Artes. O irmão mais velho, Kevin(Jason Ritter) ficou paraplégico após um acidente de carro e após uma entrevista do jornal local com seu pai, obtém um emprego nele, logo passando a ser repórter. Joan começa a receber visitas de Deus, disfarçado de várias maneiras: crianças, idosos, jovens, recebendo Dele missões relacionadas ao que acontecia na família, na escola ou nas investigações criminais realizadas durante o episódio. Ela faz amizade com dois colegas da turma de Química avançada, Grace (Becky Wahlstrom), que pelo estilo e comportamento dá a impressão de ser lésbica, e Adam(Christopher Marquette), um artista talentoso cuja mãe se suicidou quando ele era criança. Os dois atores se tornam parte do elenco fixo na segunda temporada. O seriado é inspirado na vida de Joana D’Arc, jovem francesa que ouviu um chamado de Deus, liderou o exército do país na Guerra dos Cem Anos e após ser capturada pelos ingleses, foi condenada à fogueira.

Um dos seriados mais geniais que eu já vi!
Não sou uma pessoa muito religiosa (dessas de frequentar igrejas toda semana), mas tenho minha fé.
Eu já comecei a gostar do seriado quando ouvi a música de abertura (One of Us da Joan Osborne). E basicamente o seriado fala um pouco disso “e se Deus fosse um de nós?”.
Joan começa a receber visitas de Deus e Ele não tem uma cara só, a cada episódio ele parecia de um jeito e indagava Joan sobre questões importantes.
No primeiro episódio, Deus aparece para ela e ela pergunta: “Então me prove que você é Deus, faça um milagre” e Deus então mostra uma árvore para ela e ela responde “é apenas uma árvore”, Deus rebate com a frase que ficou para sempre na minha memória: “então faça uma igual”.
Apesar de falar de religião não é uma série religiosa. Tem bastante ironia e algumas críticas interessantes.

Dawson’s Creek

Não é nada fácil se tornar adulto. É preciso, a todo o momento, enfrentar os medos de descobrir qual carreira que se vai seguir para a vida, pensar no relacionacionamento com os pais e, até mesmo, saber ouvir o próprio coração, quando o amor começa a bater mais forte. Para o grupo de adolescentes, formado por Dawson, Joey, Pacey e Jen, passar para o “mundo” adulto não poderia ser mais difícil.
Em Capeside, uma pequena cidade do litoral, perto de Boston, eles convivem com os mais diferentes tipos de problemas no cotidiano, que os fazem crescer para entender melhor o mundo em que vivem. E agora cada um precisa decidir sua carreira profissional, universidade, paixões. Não é nada fácil, mas, com amor e amizade, esse caminho será bem menos difícil de marcar.

Como o Dawson é chato! E como ficou óbvio o casal Jack e Pacey depois que eu assisti novamente às primeiras temporadas nas férias de julho.
Eu amava e assistia pra valer toda semana, impreterivelmente. Já assisti completo duas vezes (uma vez quando era adolescente e outra quando comecei a faculdade de Direito) e recomecei a assistir esse ano.
Apesar do Dawson ser um chato eu gosto dos outros personagens e, principalmente, da música de abertura. Paula Cole me derrete o coração toda vez que eu ouço o I don’t want to wait…

Clarissa explains it all

Foi uma antiga série estadunidense da Nickelodeon dos anos 1990, estrelada por Melissa Joan Hart. O show estreou em 1991 e terminou em 1994, foi o primeiro sitcom da Nickelodeon a ter uma garota como protagonista.
Em português o título original significa “Clarissa Explica Isso Tudo”, porque no começo de cada episódio ela dá um caso e diz “Eu explico…”.
Clarissa conversa com a câmera e fala sobre sua vida, seus amigos, sua escola, e sua família. A série mostra sua vida com seus pais, seu irmão mais novo e seu melhor amigo, em uma pequena cidade no estado de Ohio.
Clarissa lida com problemas comuns da idade, como primeiro amor, notas da escola, aprender a dirigir, inseguranças, confrontando os problemas como adolescente de pensamento livre.

Essa é uma daquelas séries infantis bobas que você vai jurar eternamente que nunca assistiu na vida, mas eu assistia e gostava.
Passava na Nickelodeon, era anos 90 e tinha a Melissa Joan Hart. Que garota nos anos 90 não gostava da Melissa Joan Hart?
Na na na na na na…

Lizzie McGuire

Lizzie McGuire (Hilary Duff) é uma garota de 13 anos que atravessa o turbulento mundo da adolescência, abordado nesta série com tecnologias originais e um personagem animado que é o porta-voz do universo interior de Lizzie.
Enquanto Lizzie enfrenta os conflitos próprios da adolescência, seu alter ego representado por um personagem animado, revela seus pensamentos e sentimentos mais íntimos. Ter de lidar com uma mãe que se mete demais em sua vida, um pai que é completamente desorientado com adolescentes na casa, um irmão que não pára de se meter em encrencas e com seus inseparáveis amigos Miranda (Lalaine) e Gordon (Adam Lamberg), que sempre a colocam em alguma confusão.
Graças aos comentários de seu alter ego – representado por um personagem animado – ficamos sabendo o que Lizzie pensa e sente e assim podemos compreender mais profundamente o tipo de emoção que atravessa uma menina da sua idade. A Lizzie em desenho sente e sofre, assim como seu par de carne e osso. Por ser uma animação, expressa seus sentimentos de vários modos: pode derreter, explodir ou voar em uma bolha. Combinando meios cinematográficos, digitais e de animação, cada episódio desta série original examina, com estilo singular, as experiências de uma adolescente.

Lizzie era fofinho, vai… Foi o primeiro e último seriado da Disney que eu assisti e foi por causa dele que eu virei fã da Hilary Duff.
Ganhei até uma promoção no Disney Channel e recebi uma caixona com DVD do filme, mochila, Boneca, bijuterias e uma camiseta, tudo da Lizzie McGuire. Ainda guardo os prêmios como tesouros.

What I like about you

O que deve fazer uma menina adolescente quando seu pai decide mudar-se e viver no Japão? Mudar-se, mas para morar com sua irmã mais velha e, conseqüentemente, criar mais confusões! Os acontecimentos na vida de Holly colocam a ordenada vida de Valerie de cabeça para baixo.
Valerie fará todo o possível para reeducar sua adorada irmã mais nova, porém a aprendizagem sobre a vida tem sido mútua: ambas estão aprendendo a viver juntas. E agora continuarão crescendo passando por novas experiências e com os novos desafios que a cidade de Nova Iorque lhes proporcionará.

Confesso que a melhor parte do seriado era a música, foi o que me pegou primeiro. Mas a veia cômica da Amanda Bynes mandava super bem no seriado e eu fui me apegando aos poucos. Não fui de acompanhar a série toda, não ligava de perder um episódio ou outro, mas sempre tentava assistir (passou quando eu estava na primeira faculdade, tinha outras prioridades, né?)

E dessas aí? Alguém mais assistiu? emotiface laugh Segunda Pop: Séries antigas que eu amo