O SEXTO HOMEM Livro: O sexto homemDavid Baldacci
star Livro: O sexto homemstar Livro: O sexto homemstar Livro: O sexto homemstar Livro: O sexto homemstar Livro: O sexto homem (5/5)
Editora Arqueiro
2014
345 páginas

Sinopse: Sean King e Michelle Maxwell estão no Maine. Mais precisamente, na pequena cidade de Machias, onde fica Cutter’s Rock, um presídio de segurança máxima que abriga os criminosos mais abomináveis dos Estados Unidos. É ali que está Edgar Roy, o homem que precisa da ajuda deles.
Sean e Michelle foram contratados por Ted Bergin, o advogado de Roy, que pede que os investigadores descubram evidências em que ele possa basear a defesa de seu cliente. Ted, no entanto, não tem chance de lhes dar mais detalhes sobre o caso. A caminho de seu primeiro encontro com os investigadores, ele é morto na estrada, com um tiro à queima-roupa.
Ex-professor de Sean, Ted o ajudou em um momento difícil de sua vida. Sean não vai deixar que sua morte fique impune.
Só que nada na vida de Ted parece motivar um assassinato – a não ser que haja algo obscuro no caso de Edgar Roy. E, ao investigá-lo, Sean e Michelle podem incomodar os altos escalões do governo dos Estados Unidos.
Numa trama em que a vida e a morte se enfrentam em cada página, David Baldacci expõe segredos por trás da CIA, do FBI e da NSA.

Opinião: Eu nunca tinha lido nada do David Baldacci e estava curiosa com a leitura, pois muita gente me falou bem dele, então quando surgiu a oportunidade de ler, eu a abracei com força.
O prólogo do livro mostra como funciona um programa de segurança americano, com imagens do mundo inteiro se passando em uma tela, chamada de “parede” e antes mesmo de começar o primeiro capítulo e entrar na história de fato, um homem é assassinado.

Nada.
Que era exatamente o que eles tinham agora.
P. 50

Nove meses depois, acontece o primeiro capítulo da história. Sean King e Michelle Maxwell estão desembarcando de um avião em Portland para se encontrarem com o advogado Ted Bergins, ex professor de Sean e patrono de Edgar Roy. Sean e Michelle alugam um carro e partem em direção à cidade de Machias, onde fica o presídio em que está Edgar e a pousada onde ficarão e se encontrarão com o advogado. Mas esse encontro não acontece. Na estrada, à caminho da pousada, Sean e Michelle encontram um carro parado e se surpreendem ao verem que na direção do veículo está o advogado Ted Bergins morto. Assassinado com um tiro à queima roupa.
Eles então informaram à polícia do ocorrido e começaram a investigar paralelamente o que tinha acontecido.

Era do FBI. Um pedido de informação a Ted Bergins sobre o fato de ele representar Edgar Roy. Quando Michelle viu quem assinara a carta, tomou um susto.
P. 94

Muita coisa estava estranha na história: Edgar Roy era um funcionário da receita quando foi preso, em sua fazenda. A polícia recebeu uma denúncia anônima de que haveriam 6 corpos no lugar e quando chegaram lá encontraram Roy sujo de terra e com uma pá na mão. Após a prisão, o crime foi considerado federal e o FBI tomou parte das investigações. Além disso, ele foi levado para um presídio federal de segurança máxima para presos com problemas mentais.
Se ele era um cidadão comum, por que o FBI se interessaria pelo caso?
Outra coisa que não fazia sentido na história era o fato de Ted Bergins estar representando o suspeito. Desde que foi preso, Edgar Roy não se comunicou mais com ninguém, ele simplesmente se perdeu em sua mente e não soltou mais nenhuma palavra. Pessoalmente ele não tinha como requerer a ajuda de um advogado e pelo o que constava nos relatórios do escritório ninguém mais tinha feito este contato e assinado uma procuração e nem parecia que o advogado tinha procurado aquele suspeito em especial para representar.
Além disso, havia o mistério da morte do advogado, por que alguém queria acabar com a vida dele?

- A vida não é justa, Michelle. Nós dois sabemos disso. Vivenciamos isso com muita frequência para pensar de forma diferente.
P. 114

A cada página do livro uma nova questão é apresentada e parece não haver nenhuma resposta para tantos acontecimentos e o prólogo também parece não ter sentido nenhum com os outros capítulos. É um desses livros que não conseguimos largar. Queremos ler o próximo capítulo rapidamente pois o atual deixou uma questão essencial que precisamos saber ou morreremos de tanta curiosidade. Mas ao invés de respostas, encontramos mais perguntas.

- Fiz meu papel de advogado. Obviamente os advogados são assustadores para caramba.
P. 166

Eu não estava muito bem na semana que iniciei a leitura, então no meio da aula de francês da faculdade fiquei lendo o livro e quase dei um grito no meio da sala porque aconteceu uma morte bem inesperada. E eu fiquei em choque. E sério, depois de George R.R. Martin nunca vi tantas pessoas morrerem em um livro assim.
E depois de ver que a vida de nenhum personagem é importante eu ficava com mais medo de virar a página e encontrar mais sangue derramado (o que foi ótimo porque minha curiosidade não me deixava parar de ler, mesmo com medo).

E quando a pressão aumentasse, irromperia como um foguete. E esse exato momento decidiria os vencedores e os perdedores. Sempre fora assim.
P. 183

Sim, no fim do livro o prólogo faz sentido as peças são encaixadas, mas até ler a última linha não tem nada resolvido e paz e tranquilidade passam longe.
Gostei da capa, mostra apenas um olho dentro de uma cela fechada, retratou bem a história, sem soltar nada do que ela é.
O miolo é o convencional da editora Arqueiro, sem detalhes e com um capítulo seguido do outro, sem iniciar em uma nova página.
Quando os livros são bons e cheios de ação como esse, eu nem ligo dos capítulos iniciarem na página em que o anterior termina porque eu não tenho nem tempo de reparar nesses detalhes. Mas minha preferência continua sendo por livros com capítulos iniciados (sempre) na página da direita.
Quem gosta de thrillers e muita ação não pode perder esse livro. E após terminar a leitura eu fiquei morrendo de vontade de ler outros com a Michelle e o Sean como investigadores.

Sábado aconteceu na Logos do Shopping Vitória um bate-papo e autógrafos com os autores Maurício Gomyde e Graciela Mayrink. Também foi o lançamento em terras capixabas dos livros A máquina de contar histórias e A namorada do meu amigo.

polypop bate papo mauricio graciela 07 Bate papo com Maurício Gomyde e Graciela Mayrink

Graciela e Maurício antes do evento


Eu já estava super animada para o evento e acho que fui a primeira pessoa a confirmar a presença quando a Novo Conceito me convidou pelo Facebook. Sério, eu estava louca para ir à Bienal do Livro de São Paulo e conversar com os autores, pedir autógrafos e todas essas coisas, mas não deu para ir esse ano. Quando soube dessa oportunidade saí literalmente correndo pela casa e pulando de felicidade.
Minha alegria ainda foi maior quando o Maurício me convidou, na véspera do evento, para mediar o debate e fazer as perguntas. Fiquei lisonjeada. E eu aceitei, claro.
Na terça-feira da semana do evento eu comecei a passar mal com uma virose (febre, vômitos, etc), tomei medicamentos e muito líquido e melhorei na sexta (amém) e nem estava mais lembrando que tinha ficado doente na semana, mas acordei meio mal no sábado (justo no dia do evento!). E o que eu fiz? Um remédio caseiro maluco que me deixou tonta e com uma dor tão forte no estômago que eu queria desmaiar, mas respirei fundo, coloquei um sorriso no rosto, disse para minha mãe que estava tudo bem e saí. Se eu falasse que estava sentindo qualquer coisa ela não me deixaria sair de casa, então usei todo restante de força que tinha e fui para o ensaio do teatro.
Após o ensaio eu já estava um pouco melhor e fui direto para o Shopping Vitória, onde fica localizada a Logos.
Como era um pouco cedo (saí do teatro as 10 da manhã) e tinha marcado de me encontrar com o Maurício e a Graciela apenas às 14h30, aproveitei o tempo livre para assistir a um filme.
Não estava mais passando mal depois do filme, mas preferi voltar para minha dieta de doente: arroz e macarrão sem molho.
Dei mais umas voltinhas pelo Shopping e fui para a Logos esperar o Gomyde. Fiquei procurando uma franja jogada de lado, mas no final foi ele quem me encontrou.
Se não pareceu, eu repito, eu sou extremamente tímida e estava a louca surtada por dentro por estar conhecendo um dos meus autores preferidos, mas coloquei um sorriso no rosto, fingi que nada estava acontecendo e conversamos como se já nos conhecêssemos há tempos.
Combinamos como seria o bate-papo, qual o local seria mais adequado (dentro ou fora da livraria), arrumamos o lugar e essas coisas todas enquanto a Graciela não chegava. O sobrinho do Maurício, Lucas, também estava presente e ajudou na organização.
Aproveitei para presenteá-lo com uma caixinha com meus famosos brigadeiros de café e um marcador do Polypop (dei o mesmo presentinho para a “Graci”).
Em agradecimento ganhei uma caneca autografada do Maurício. E comprei o box com todos os livros independentes que ele lançou, voltei para casa com tudo autografadinho *o*
Pouco tempo depois que arrumamos o lugar, chegou a Graciela divando, com seu lindo vestido esvoaçante cheio de pontas e cores medievais. Agora eu sei porque os livros que ela escreve são fofos, ela é fofa! Dá vontade de apertar e não deixar ela ir embora.
Até brinquei com eles se não teve “vingancinha” dessa vez, mas a trégua de paz está mantida entre os autores da Novo Conceito (risos).
Terminamos de arrumar a mesa com os brindes a serem sorteados e ficamos papeando, juntamente com os outros leitores que foram chegando.
O bate-papo começou às 16h10, com o mezanino da livraria cheio de gente louca por livros.
Eu nunca tinha mediado nada na minha vida e estava bem insegura, mas acho que tudo deu certo no final. Perguntei coisas do tipo como foi a trajetória deles, como é o processo de escrita, como se faz para entrar em uma editora e qual é o relacionamento deles com os blogueiros e depois abrimos para perguntas em geral.
Gostei muito do bate-papo, principalmente para quem quer escrever um livro ou já tem algo escrito. Eles deram muitas dicas valiosas e foi muito motivador ouvir eles contando como foi a história deles.
Após o bate-papo foi feito o sorteio dos brindes. Infelizmente eu não ganhei nada, mas peguei vários marcadores e tenho meus livros autografados, por dois dos meus autores preferidos. Já tinha ganhado meu dia.
Eu me esforcei muito para ir embora porque eu queria continuar lá papeando o resto da vida, mas eu precisava resolver umas coisas e ir para casa, então, pela milésima vez me despedi dos autores e do restante do pessoal que estava lá e fui embora, com o coração feliz pela experiência e apertado de saudade.
polypop bate papo mauricio graciela 01 Bate papo com Maurício Gomyde e Graciela Mayrink

Brindes sorteados no evento


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Eu feliz da vida com o Maurício Gomyde (até ganhei ‘covinhas’ de felicidade)


polypop bate papo mauricio graciela 03 Bate papo com Maurício Gomyde e Graciela Mayrink

Eu e a fofíssima da Graciela, com todos os meus livros autografados *o*


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A caneca linda que eu ganhei e todos os livros comprados ontem (e eu jurei pra minha mãe que não iria mais comprar livros… Ooops!)


polypop bate papo mauricio graciela 06 Bate papo com Maurício Gomyde e Graciela Mayrink

Box autografado até na capa (dentro todos os livros estão assinados e dedicados <3)


polypop bate papo mauricio graciela 08 Bate papo com Maurício Gomyde e Graciela Mayrink

Todo mundo junto ao fim do bate-papo


O Sandro Honorato também estava presente e no início ele estava muito tímido, mas eu o apresentei para os autores e no fim do evento ele já estava mais solto e quando fomos embora já tínhamos quebrado todo gelo.
Acho que nunca comentei aqui, mas conheci ele pessoalmente esse ano, dentro da UFES, eu indo para aula de francês e ele saindo da de inglês. Na verdade, ele quem me abordou e eu até me assustei porque a primeira coisa que ele me perguntou foi se eu era a Poly do Polypop (pensei: “virei famosa?”), nem tivemos tempo de conversar, nem nada, mas foi um primeiro encontro ao vivo. No sábado mesmo que conversamos e tiramos fotos juntos.
polypop bate papo mauricio graciela 04 Bate papo com Maurício Gomyde e Graciela Mayrink

Eu e o Sandro em uma #selfie pós evento.

honesto Filme: O candidato honestoO candidato honesto, 2014
star Filme: O candidato honestostar Filme: O candidato honestostar Filme: O candidato honestostar Filme: O candidato honestostar Filme: O candidato honesto (5/5)
Sinopse: João Ernesto Praxedes (Leandro Hassum) é um político corrupto, candidato à presidência da República. Ele está no segundo turno das eleições, à frente nas pesquisas, quando recebe uma mandinga da avó, fazendo com que ele não possa mais mentir. Agora começa o problema: como vencer uma eleição falando apenas a verdade?
Opinião: Não assisto muita televisão então não conheço a fundo o trabalho do Leandro Hassum, mas o que eu já vi dele achei engraçado. Então só posso comentar mesmo do papel dele nesse filme e minha opinião é de que foi hilário!!!
Fui ao cinema só mesmo para matar o tempo, saí de um compromisso às 10h e o próximo só seria às 14h30, enquanto não fazia nada, resolvi descansar dentro do cinema e não me arrependi.
Chorei de tanto rir e todo mundo da sala também.
O filme faz uma sátira muito bem feita a (quase) todos os escândalos políticos que já tivemos, mas isso tudo em um único candidato, o infeliz do João Ernesto. No início parece que se refere a um candidato só e que é um filme partidário, mas conforme o longa metragem avança conseguimos sentir a presença de outros políticos influentes caracterizados na figura do protagonista. João Ernesto veio de origem humilde, mas conseguiu com muita luta chegar ao posto de deputado, agora ele está concorrendo às eleições presidenciais e tem grandes chances de ser eleito. Toda sua vida é cheia de mentiras e desonestidade, mas então, de uma hora para outra ele não consegue mais mentir (nem roubar) e isso torna sua vida de político (e candidato) muito mais difícil. Será que ele consegue vencer as eleições sendo honesto?
É um filme para rir do início ao fim, mesmo quando tem um discurso politicamente correto de não devemos votar no menos pior ou no que rouba menos e essas coisas que já cansamos de ouvir (mas que na prática a grande maioria não segue) tem uma parte engraçada.